terça-feira, 17 de novembro de 2015

TENTATIVA DE INVASÃO NO EMAIL DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE, POR SERVIÇOS OCULTOS DO REGIME TIRÁNICO JES/MPLA

TENTATIVA DE INVASÃO NO EMAIL DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE, POR SERVIÇOS OCULTOS DO REGIME TIRÁNICO JES/MPLA



Na madrugada do dia 17 do corrente, o email do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe, sofreu uma invão por parte de “Hanguers”, a partir da Africa do Sul.


Durante, mais de duas horas, os “Hanguers”, a partir da Africa do Sul, tentaram bloquear a conta e alterar o seu “password” a senha secreta de acesso ao correio do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe.


Esta invasão, só pode ser do regime tiránico do JES/MPLA, único interessado que acompanha com preocupação as acções ou actividades realizadas pelo Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe.


Esta é a quinta vez, que “Hanguers”, tentam a todo custo invadir o email do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe. Sabemos que o regime pretende saber, com quem temos estabelecido contactos, sobretudo a nível internacional. Os serviços secretos, seguem permanentemente as nossas comunicações, clonaram os nossos telefones e perseguem continuamente os movimentos do Presidente do Movimento José Mateus Zecamutchima.


O movimento do protectorado, tem consciência de que o regime, ilegalmente fareja tudo e todos em busca de terrorista opostos a seu regime ou aqueles que pesam diferente, que defendem seus legítimos direitos, para os domesticar a seu belo prazer, e manter a supremacia aos autóctones.


Invadir um email é a coisa mais medíocre que o regime comete, pois, os emails se cria em fracções de segundos, pode se fazer vários perfis temporários. O problema não reside na perseguição das pessoas, o problema reside na falta de “DIÁLOGO” do debate e de reconhecimento de que nos apoderamos do alheio.


Depois de estes 13 anos da nossa luta, o Governo de Angola, do Presidente José Eduardo dos Santos, mais nada pode fazer, senão conceder a autonomia Lunda Tchokwe por via pacifica.


Vale a pena citar os quatro pontos importantes da nossa reivindicação


1- A defesa dos direitos políticos do povo Lunda Tchokwe, o exercício do direito à auto-determinação em conformidade do artigo 19.º, 20.º e 21.º da Carta Africana dos Direitos do homem e dos povos, da carta da ONU e da Declaração Universal dos Direitos Humaos, o acesso à independência por via de uma autonomia autentica, democracia participativa, defendendo a unidade territorial desde o Kuando Kubango, Moxico, Lunda Sul e Norte, e a unicidade de Angola.


2- A defesa dos direitos das massas e da igualdade: Para uma Sociedade de redistribuição da riqueza, a luta contra o desemprego, a precariedade e a pobreza extrema, a defesa dos serviços públicos, a criação de mecanismos de controlo progressivo sobre a economia e a implantação de políticas efectivas para garantir  a igualdade de gênero.


3- A defesa do território contra a agressão ecológica por via da exploração dos diamantes e urbana, a destruição do meio ambiente, a defastação das nossas florestas para o benefício de um grupo de individuos sem deixar progresso nem desenvolvimento sustentável.


4- A defesa das línguas e da identidade nacional Lunda Tchokwe: a unidade das línguas, o estatuto oficial das mesmas em toda a Nação Lunda Tchokwe, o estabelecimento das  indústrias culturais, o reforço do tecido cultural de raiz popular como parte importante dos nossos custumes e usos, pela luta  para as massas desfavorecidas, o respeito pela natureza e a construção de uma sociedade igualitária, integrada e inclusiva sem distinção étnica ou religiosa, desde o Cazombo, Zambeze ou Liambeji e Kassai ao Lui, e do Chitato ao Dirico.