sexta-feira, 21 de setembro de 2018

JUPLE – JUVENTUDE PATRIOTICA LUNDA TCHOKWE SAI REFORÇADA EM REUNIÃO DE REESTRUTURAÇÃO DOS SEUS ORGÃOS QUE TEVE LUGAR EM SAURIMO


JUPLE – JUVENTUDE PATRIOTICA LUNDA TCHOKWE SAI REFORÇADA EM REUNIÃO DE REESTRUTURAÇÃO DOS SEUS ORGÃOS QUE TEVE LUGAR EM SAURIMO



SAURIMO, 20/09 – JUPLE – Juventude Patriótica Lunda Tchokwe, braço juvenil do Movimento do Protectorado, esteve reunida na cidade de Saurimo no dia 1 de Setembro do corrente ano, com o objectivo de traçar um plano de trabalho para os desafios que se aproxima.


Na mesma reunião o Secretariado Executivo Nacional da JUPLE sob orientação do seu Secretario Nacional Osvaldo Manuel e seu adjunto Sr Acorintio Cajiji, realizaram a reestruturação dos Órgãos internos e a criação de outros com fim de dar maior capacidade as estrutura que se encontravam em apatia.


O actual Secretariado da JUPLE é composto por 20 membros efectivos, que doravante irão por em marcha um amplo projecto de mobilização generalizado de toda a Juventude do Reino Lunda Tchokwe – Kuando Kubango, Moxico, Lunda Sul e Norte a ingressar nas suas fileiras para a luta pacifica do resgate da nossa autodeterminação.


A Juventude é a força, o motor e a matriz do desenvolvimento de toda e qualquer sociedade. A Juventude é a primeira linha de combate, para o efeito precisa ser disciplinada, trabalhadora, estudiosa e organizada. Assim poderemos alcançar os objectivos a que nos propusemos, a libertação do Reino Lunda Tchokwe, a formação do governo próprio de autodeterminação.


A JUPLE é a chave da porta dianteira, por isso é que saiu reforçada na Reunião de Saurimo.


quarta-feira, 19 de setembro de 2018

MORRERAM 14 CRIANÇAS NO DIA 17 DE SETEMBRO NO HOSPITAL CENTRAL DE CAFUNFO


MORRERAM 14 CRIANÇAS NO DIA 17 DE SETEMBRO NO HOSPITAL CENTRAL DE CAFUNFO



Fonte ligada ao Hospital Central de Cafunfo, município do Cuango, na Província da Lunda – Norte, disse que só no dia 17 de Setembro registou nesta unidade de saúde a morte de 14 crianças. De algum tempo para cá, o número de mortes tem estado a aumentar diariamente entre 5 à 10 óbitos, maioritariamente criança.


O Hospital carece de tudo, desde os medicamentos aos técnicos sanitários e médicos especializados.


Uma ronda de rotina efectuada pela nossa equipe, pode constatar o elevado número de crianças e mais velhos doentes no hospital Central de Cafunfo, testemunhamos o acumular de 4 a 6 crianças na mesma cama, o que pode agravar mais a situação destes doentes com patologias diferentes.


No passado não distante, havíamos denunciado as mortes assustadoras em Cafunfo, o Governador Ernesto Muangala na altura acusou as populações por falta de higiene e saneamento básico nos microfones da TV Zimbo que havia deslocado uma equipe de reportagem ao Cafunfo.


O Governador Muangala negou a existência de tais mortes publicamente, mas na altura a TV Zimbo testemunhou a veracidade das informações veiculadas, como também deputados que visitaram Cafunfo na mesma data deram como verdade as informações.


A Ministra da Saúde Sra. Sílvia Lutukuta, diante desta avalanche de mortes nunca se dignou visitar a Lunda porque não é terra angolana, não lhe interessa se os tchokwes morrem, não existe preocupação nas estruturas centrais do Governo do MPLA para com a população do Reino Lunda Tchokwe.


Não resta outra saída, senão a de pedir a comunidade internacional, as Organizações não Governamentais (ONGs) sobretudo a Organização Mundial da Saúde (OMS), intervir apoiando as populações com medicamentos, técnicos e apoios institucionais com os seus governos para ajudar o povo Lunda Tchokwe nesta batalha silenciosa que esta a levar muitas vidas.


Por outro lado chamar o apoio da comunicação social, seja ela estatal ou privada a denunciar, a informar com veracidade a calamidade mortífera que se instalou na Lunda Tchokwe onde os Hospitais são meras casa onde se vai para buscar saúde, mas que o cidadão volta na caixa de madeira para ser enterrado.


Para além dos 14 que morreram dia 17 de Setembro de 2018, voltaremos a noticia com outros dados estatísticos dos meses de Julho e Agosto do corrente, onde se espelha o que esta acontecendo no Hospital Central de Cafunfo.


Será que desta vez o Sr. Governador Ernesto Muangala, Médico e membro do BP do MPLA vai novamente a TV Zimbo para dizer que as informações veiculadas são falsas?



segunda-feira, 17 de setembro de 2018

CRIATURAS ESTRANHAS CRIAM PANICO ENTRE AS POPULAÇÕES LOCAIS NA LUNDA TCHOKWE


CRIATURAS ESTRANHAS CRIAM PANICO ENTRE AS POPULAÇÕES LOCAIS NA LUNDA TCHOKWE



Cafunfo, 17/09 – Criaturas não identificadas e jamais vistos, estão a cria pânico nas populações da localidade de Cafunfo ao município do Cuango Lunda Norte, onde foram encontrados a invadirem mangueiras e alojarem-se nas mangas, conforme as fotografias anexadas.


Estas miniaturas tem a forma de bonecos, ficam colados por cima da manga inamovível ou nas folhas das mangueiras.


Poderiam serem considerados de insectos raros, o intrigante é que tem sangue que mais parece humano que outra coisa.


É um assunto de botânicos e biólogos e de saúde publica e da Agricultura ou dos ambientalistas, para investigação cientifica, para saberem se algum cruzamento anormal entre insectos para dar lugar a estes pela primeira vez, ou são criaturas de outros planetas.


O certo é que as populações estão em pânico, estão a considerar o fenómeno de algo mítico que tem haver com feitiçaria para uns e os mais cépticos estão achar o assunto como fenómeno de DEUS, conforme as escrituras sagradas entre as várias interpretações.


Alguma entidade competente deve explicar este fenómeno assustador, destes bichinhos e sua origem, porque, por cá é tudo novo…



quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Recomposição da direcção do MPLA é "rutura substancial com passado" - Reginaldo Silva


Recomposição da direcção do MPLA é "rutura substancial com passado" - Reginaldo Silva


Luanda -  A nova direcção do MPLA, liderada por João Lourenço, também Presidente de Angola, "aponta claramente para uma rutura substancial com o passado", disse hoje à agência Lusa o jornalista e analista angolano Reginaldo Silva.

Fonte: Lusa


Questionado pela Lusa sobre os novos nomes que integram sobretudo o novo Secretariado do Bureau Político do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), hoje aprovados, sob proposta de João Lourenço, o analista angolano disse que, ao surgirem personalidades quase desconhecidas, a aposta parece ser a de "democratizar o partido".


"A recomposição da direcção aponta, claramente e antes de mais, para uma rutura substancial com o passado do partido no poder que, até ao último sábado, teve na figura e no poder pessoal de José Eduardo dos Santos uma referência demasiado absorvente, para não dizer mesmo asfixiante, que condicionou fortemente a democratização interna do MPLA", sublinhou Reginaldo Silva.


O jornalista lembrou que foi com Eduardo dos Santos que se criou "um verdadeiro culto da personalidade", alimentado "mais por medos e receios do que propriamente por algum sentimento mais genuíno de admiração e mesmo respeito pela sua liderança".


"Mas, mais do que estar preocupado com o reforço dos seus poderes, penso que João Lourenço, até provas em contrário, parece-me estar mais apostado em democratizar internamente o MPLA, através do rejuvenescimento da sua direção executiva, trazendo para a ribalta novas figuras que de facto nunca tiveram qualquer contacto com o poder ao mais alto nível", analisou.


Para Reginaldo Silva, o afastamento do Bureau Político de "praticamente todos os 'maquisards'", com a exceção de João Ernesto dos Santos ("Liberdade"), é uma "referência política" que tem de merecer o necessário destaque, que vem confirmar a dinâmica renovadora e reformista que marcou o primeiro ano da sua liderança à frente do executivo.


Nesse primeiro ano, João Lourenço "surpreendeu tudo e todos" pelas medidas cirúrgicas que foi tomando, sobretudo por algumas delas terem posto em causa, em toda a linha, "a herança e os interesses do até então todo-poderoso Eduardo dos Santos", prosseguiu o analista.


"A certa altura, [Eduardo dos Santos] pensou que, com uma espécie de controlo remoto, poderia manter intacto, mesmo afastando-se da vida política ativa, todo o seu poder e influência acumulados ao longo de 38 anos de poder", acrescentou.


Para Reginaldo Silva, antigo correspondente da imprensa portuguesa em Angola, o importante são os "novos rostos" descobertos por João Lourenço, em que o destaque vai para a nova vice-presidente do MPLA, Luísa Damião, uma antiga jornalista da ANGOP.



"[Os novos rostos] sabem que vão ter de se esforçar bastante para mostrarem o seu valor e, sobretudo, para não deixarem os seus créditos, ainda não firmados, por mãos alheias. Vão ter de dar o melhor de si, em condições políticas marcadas por uma maior abertura, para provarem que sabem e podem fazer muito melhor que os mais velhos e veteranos do MPLA que foram agora render. Sabem que o MPLA, internamente, vai continuar a ser um terreno onde as areias vão continuar a ser bastante movediças", sustentou.



O antigo jornalista do Jornal de Angola e correspondente, entre outros, do Jornal de Notícias e do Público, considerou também que este será um "forte estímulo que vai condicionar pela positiva o desempenho" dos novos membros do Bureau Político.



Questionado se, com a nova composição do Bureau Político, a ligação a Eduardo dos Santos fica definitivamente cortada, Reginaldo Silva disse ser ainda cedo para tentar adivinhar como o ex-Presidente de Angola e agora também ex-líder do MPLA se vai relacionar com a nova direção do partido.



"Mas parece-me claro que João Lourenço vai assumir por inteiro, e com todas as consequências, a sua nova condição de líder do MPLA, não permitindo que, do exterior, movimentações de bastidores possam pôr em causa ou minar a sua liderança", observou.


"Mas continuo a pensar, mesmo depois do discurso feito sábado no Congresso, que Eduardo dos Santos deixa a vida política ativa com algum arrependimento por ter tomado uma tal decisão [deixar a presidência e a liderança do MPLA], o que facilitou bastante todo o processo de transição política e geracional, que agora está formalmente concluído e que, mais tarde ou mais cedo, iria ter lugar", referiu.



A transição, terminou Reginaldo Silva, foi um processo que o país "já há algum tempo estava a precisar como de pão para a boca", pois estava a ficar "demasiado evidente" que a gestão do anterior Presidente "tinha entrado em rota de colisão".




domingo, 9 de setembro de 2018

João Lourenço prioriza combate "a corrupção, nepotismo, a impunidade e a bajulação"


João Lourenço prioriza combate "a corrupção, nepotismo, a impunidade e a bajulação"



Já é o poderoso absoluto da Republica de Angola e do MPLA a frente de uma constituição atípica conforme por cá é conhecida, foram estes super poderes do atipismo que fizeram com que José Eduardo dos Santos cometesse os tantos erros…

sábado, 8 de setembro de 2018

DEPUTADOS ANGOLANOS HUMILHAM DEPUTADOS ORIGINARIOS DA LUNDA TCHOKWE EM SESSÕES PARLAMENTARES


DEPUTADOS ANGOLANOS HUMILHAM DEPUTADOS ORIGINARIOS DA LUNDA TCHOKWE EM SESSÕES PARLAMENTARES


 Fonte afecta a Assembleia Nacional Angolana, denuncia aquilo que chama de humilhação e submissão de opinião entre Deputados do MPLA e Deputados dos círculos provinciais, sobretudo quanto se trata daqueles originários de Kuando Kubango, Moxico, Lunda Sul e Norte; em sessões plenárias parlamentares em matérias que dizem respeito a situações socioeconómicas daquela extensa região.


Quanto aos Deputados afectos aos círculos eleitorais das regiões que representam, tentam defender questões do desenvolvimento sócio económico, a falta de investimentos e a descriminação votada aquele território, são logo rotulados de tribalistas, regionalistas e outros dizeres para desmoralizá-los a continuidade de defender o povo que os elegeu.


Normalmente são os Deputados do MPLA que no Parlamento não gostam de ouvir das desgraças e da pobreza, a falta de transportes, escolas, Hospitais condignos, da água e outros males daquelas populações. Destes replicam como uma situação genérica do país. Esquecem se de que a Lunda Tchokwe apesar da sua população activa maioritariamente jovem,  é das que maior numero de desemprego se regista, 88% segundo o registo estatístico recente.


A fonte disse que os Deputados do MPLA e da oposição oriundos daquela região são atacados violentamente; “vocês pensam que o vosso diamante vale tanto assim?” – são muitas vezes as palavras ouvidas no parlamento angolano. É pena os debates não são transmitidos por televisão para esconderem a sujeira dos infortúnios parlamentarista.


A fonte do parlamento angolano, disse, alguns deputados originário do Kuando Kubango, Moxico, Lunda Sul e Norte, algumas vezes são ameaçados de pertencerem ao Movimento do Protectorado da Lunda Tchokwe, para intimidá-los a não defender a desgraça da região.


De acordo com a fonte, por causa dos benefícios de valores económicos tais viaturas e outras mordomias, estes conformam comprando o silêncio pela humilhação.


 Falar dos recursos minerais que a Lunda comparticipa para orçamento geral do Estado e o enriquecimento ilícito da família MPLA constitui tabu para o regime reinante. A título de exemplo, basta lembrar o discurso do ex- presidente de Angola José Eduardo dos Santos sito: “ os diamantes da Lunda não chegam para construir km de estradas de Xá Muteba a Dundo ou para o Moxico”. Uma forma de ocultar a verdadeira importância dos diamante.



Os deputados foram eleitos pelo povo…







quarta-feira, 5 de setembro de 2018

COMUNICADO DE IMPRENSA MPLA ESTA A MANIPULAR E A COAGIR ALGUNS INDIVIDUOS DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE PARA DESTRUIR O MOVIMENTO A TROCO DE RECEBEREM DINHEIROS


COMUNICADO DE IMPRENSA
MPLA ESTA A MANIPULAR E A COAGIR ALGUNS INDIVIDUOS DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE PARA DESTRUIR O MOVIMENTO A TROCO DE RECEBEREM DINHEIROS



A poderosa Polícia Secreta do MPLA; DISA, SINFO actualmente SINSE, equipada com meios sofisticadíssimos, Financeiros e Humanos, cujos especialistas se formaram em muitos países, sobretudo na ex-URSS, Cuba, Israel, ex-RDA, Hungria, Romênia, etc, etc, tem sido uma das máquinas da repressão brutal na destruição de Partidos Políticos, Associações, Organizações Cívicas, Igrejas, Autoridade do Poder Tradicional até empresas privadas que não esteja a favor ou contra o regime ao longo dos últimos 43 anos.


A máquina secreta do regime Angolano é responsável pela desgraça de muito boa gente por diferença de opiniões, por não concordarem com os métodos ou actuação do regime sobre a sociedade.


Milhões e milhões de dólares foram gastos e continuarão a serem gastos para manter a poderosa máquina da repressão brutal a funcionar e a servir interesses da máfia angolana.


A simulação de meliantes ou grupos de marginais para assassinar os oponentes, tornou a estratégia angular para a eliminação física de figuras não agrados para o regime sem deixar rasto.


 Enquanto as convenções médicas internacionais proíbem a utilização de medicina como via de execuções e chacina dos opositores políticos ou adversários, em Angola essa prática é frequente a certo ponto as pessoas têm consultas em hospitais públicos, só pelo facto de arriscar-se a mortes por encomendas, O SINSE/SINFO do MPLA, usa hospitais e médicos especializados, para a execução dos actos. Casos inacreditáveis que acontece paciente com simples dores da cabeça e voltaram no caixão.


Os serviços secretos angolanos e a polícia nacional são considerados uns dos melhores de África possuem bons especialistas com capacidade económica para desvendar qualquer mistério quando os políticos do regime assim o quiserem.


Seus agentes agem com métodos da guerra fria, infiltram-se com facilidade no seio das organizações, influenciam pessoas, criam conflitos, jogam grupos contra outros, oferecem dinheiros e prometem fundos e mundos maravilhoso aos distraídos que depois estes mesmos distraídos por falta de discernimento e visão periférica acabam por serem segmentados e encostados.


Os agentes secretos da poderosa máquina do SINSE/SINFO do MPLA impiedosamente, caluniam, desinformam, envenenam Instituições com mentiras para alcançar seus objectivos, mesmo tratando-se de familiares ou amigos, eles destroem para serem promovidos a graus superiores e terem mais benefícios salariais entre outros bens.


A intriga e a luta de poder no seio das instituições pública são culturas para o ganha-pão, dos agentes ao serviço do MPLA, basta ver essa realidade. e é bem notável dentro da própria Instituição do SINSE/SINFO do MPLA, onde não falta golpes baixos para ascenderem-se de cargos e funções.


Qualquer Instituição da Sociedade Civil organizada, quando não tem brigas internas, o SINSE/SINFO do MPLA não se sente a vontade, penetram-na, procuram reféns ideológicos como informadores de tudo quando se passa numa determinada organização político ou da sociedade civil e com promessa de compensações falsas expectativas para melhoria das suas vidas. E quando se sabe que cada oficial no mínimo deve possuir 50 informadores não remunerados apenas subsidiados ou gratificados com míseros trocos insatisfatórios.


Por outro lado, os oportunistas e traidores que, nas Instituições da sociedade civil se oferecem a colaborar com o SINSE/SINFO do MPLA, pensam que agindo desta forma conseguiram colmatar a desgraça, a fome e a miséria que este mesmo regime criou ao longo dos últimos 43 anos da independência de Angola, enganam-se!.. Se na Lunda o SINFO trabalhasse para o bem do povo, o território não seria transformado na ruína que é actualmente; desde 45 anos da invisão e ocupação angolana, nunca o território Lunda, Moxico, Kuando Kubango, conheceu investimento de avultados nas árias social.


O Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe, uma Organização Cívica e Política, com ganhos reconhecidos pelo próprio MPLA e a Comunidade Internacional, com visibilidade inconfundível ao longo dos 12 anos da sua existência pacífica, não podia deixar de ser uma das Instituições sob controlo milimétrico especializado do SINSE/SINFO do MPLA com infiltrados de todo tipo de agentes, espiões de toda a ordem para tentar desordem e a perturbação da coesão do Movimento e da tentativa da criação de alas para silenciar simplesmente a reivindicação e dar fim ao sonho de liberdade do povo Tchokwe.


SINSE/SINFO do MPLA quer fazer com o Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe o mesmo que fazia no passado presente com a FLEC de Cabinda, criou alas e depois dizia que não tenha um interlocutor válido para dialogar.


Por mais que tenhamos sentimentos elevados por alguém, é sabido que nem o rato, nem o gato vão ao óbito do outro ou jantarem na mesma mesa, nem se pode perguntar se o Cão é macho ou fêmea porque anda nu, assim actuam os agentes ao serviço do SINSE/SINFO do MPLA.  


Não têm sido fáceis as investidas do SINSE/SINFO do MPLA contra a figura do Líder do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe Eng.º José Mateus Zecamutchima, todos os dias, é flagelado com todo tipo de calúnias para o atingirem e consumar os objectivos – a tentativa frustrada de convulsão interna de algumas peças obsoletas a muito atiradas ao lixo sem importância nenhuma a quem prometeram fundos, o de forçar mudanças que favoreçam alguns destes traidores ao serviço do regime que se escondem na sombra de certas reivindicações subjectivas,  inexistentes cheias de oportunismo e de  intrigas desapaixonadas.


SINSE/SINFO MPLA CONTINUA A INFILTRAR ESPIOES NO INTERIOR DO MOVIMENTO, com os seus métodos de corrupção, suborno, aliciamento, manipulação e à instrumentalização de alguns gananciosos e garimpeiros a procura de sobrevivência desesperadamente.


Certas campanhas propagandistas contra a figura do Líder do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe por elementos afectos ao serviço do SINSE/SINFO do MPLA no seio das populações e jovens, sobretudo, visam em ultima instancia retirar o protagonismo do Movimento e tentarem deitá-lo para a lixeira e acreditarem no “SLOGAN” – “Os Tchokwe só sabem começar e nunca consegue terminar”, é isso que o nosso povo espera de nós? Absolutamente que não, o nosso povo espera mais de nós!



O Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe não é uma praça onde cada vendedor faz o que lhe apetece, é uma Instituição que deve ser respeitada por quem quer que seja e considerada a sua Direcção Hierárquica dentro do Estatuto e do Regulamento Interno, não se pode confundir diferenças de opiniões e os distúrbios, vandalismos e desobediências passivas encomendadas por SINSE/SINFO do MPLA com objectivo de simplesmente destruir um processo sério e credível para o estabelecimento da nossa Autodeterminação como Escócia no Reino Unido. 


LUANDA, AOS 05 DE Setembro de 2018.-

O Comité Politico do MPLT


MACON TRANSPORTE A DESGRAÇA DAS VIAGENS PARA A LUNDA TCHOKWE


MACON TRANSPORTE A DESGRAÇA DAS VIAGENS PARA A LUNDA TCHOKWE



Populares que viajam de Luanda para Lunda Sul, Moxico ou Lunda Norte vice-versa por via da Macon Transportes estão agastados pelo tratamento que esta empresa faz ao povo Lunda Tchokwe.


A Macon Transportes, colocou para aquela região Autocarros obsoletos em detrimento aos novos que são colocados para o Sul de Angola: Kwanza Sul, Benguela, Huila, Namibe e Huambo.


De acordo com os passageiros, a título de exemplo, viajar de Luanda para Saurimo em média, estes passageiros mudam três ou cinco vezes de Autocarro pelas avarias constantes, e a viagem demora para la de 48 horas à 72 horas.


Os referidos Autocarros não tem conforto porque são velhos, por isso avariam constantemente. Falta de respeito com aqueles que pagam seu dinheiro, depois passam noites e dias retidos na via porque o autocarro avariou e ninguém quer saber da responsabilidade muitas vezes de crianças que passam dias a fome, falta de água para higiene pessoal na estrada.


A Macon Transporte também faz diferença dos povos, os de 1.ª e os de 3.ª que é o caso do povo Lunda Tchokwe, não merece viajar em viaturas com certo conforto.

Porque é que a Macon Transporte não coloca novos e confortáveis Autocarros na via para a Lunda Tchokwe?


Será que o povo tchokwe não merece um bom tratamento?..


Fonte: desabafo de um passageiro


quinta-feira, 30 de agosto de 2018

DEPUTADO E COMANDANTE POLICIAL TENTAM ARQUIVAR CRIME DO SIC NO MOXICO


DEPUTADO E COMANDANTE POLICIAL TENTAM ARQUIVAR CRIME DO SIC NO MOXICO



O enterro de Ermiro Jamba Calima, o agente da Polícia Nacional afecto à 10.ª unidade da Polícia de Guarda Fronteiras, no Lumbala-Nguimbo, assassinado violentamente por agentes do SIC-Moxico, realiza-se esta quinta-feira, dia 30. Mas este funeral não deve significar o enterro também das responsabilidades.

Por Sedrick de Carvalho


Neste artigo, como adiantado no anterior, vamos abordar a teia malévola com que se teceu a morte de Ermiro. Albertina Sandala, 26 anos de idade, é a mulher no centro de tudo. Ex-companheira de Ermiro, com quem teve três filhos. Estavam há sete meses separados, para ser exacto, mas com regressos intermitentes pelo meio. Era Albertina quem guardava o cartão do banco onde era depositado o salário do agente, e por isso mais uma razão para manterem os encontros.

Familiares acreditam que Tina, como era chamada pelo malogrado, estava envolvida em relação amorosa com Pedro, motorista do deputado à Assembleia Nacional pelo MPLA, ciclo eleitoral do Moxico, Mário Salomão. E não há qualquer problema nisso, face à separação. E disso a família estava consciente.

Mas não era assim para Ermiro. No dia 5 de Agosto foi informado que a ex-companheira estava numa quinta com um homem, ao que entendeu ser um acto de infidelidade conjugal, juntando às suspeitas anteriores. Achando ser sua propriedade, postura machista, deslocou-se à quinta localizada no Lumbala-Nguimbo.

À porta da quinta, que não sabia de quem era, segundo o irmão com quem esteve no dia seguinte, foi impedido de entrar pelo segurança. Mas Ermiro quis comprovar se a Tina estava ali mesmo. Estava desarmado e trajado à civil. O guarda informou quem estava no interior da quinta, pelo rádio, o que se passava à entrada. Ermiro começou a perceber a gravidade da situação em que se estava a colocar, e por isso desistiu.

No dia seguinte, 6, foi detido pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC) sem qualquer explicação do motivo, e nesta altura estava com o irmão que contou à família a ocorrência. Mas o irmão estava tranquilo por se tratar de colegas da polícia, e também porque foi levado à esquadra conhecida – no Lumbala-Nguimbo mesmo.

Da esquadra foi levado para lugar incerto, pois a família desconhecia, e só quando começaram as denúncias com fotografias horripilantes que mostram a tortura sofrida pelo agente é que o Ministério do Interior, através do SIC, emitiu um comunicado onde diz:

“O malogrado foi acusado de ter cometido o crime de ameaças a um cidadão, no passado dia 6 do mês em curso, na localidade do Lumbala-Nguimbo, que resultou na sua detenção e a elaboração do competente processo-crime […]. Por carência de um representante do Ministério Público naquela localidade, encaminharam-no à sede do SIC e apresentado ao Ministério Público […]”.

Afinal foi levado à sede do SIC, no Luena, sem qualquer informação aos familiares, e muitos menos aos colegas da 10.ª unidade da Polícia de Guarda Fronteiras, que estão assustados porque “os jornais estão sempre a anunciar e todo comando [provincial da PN] está com medo”, disse-nos um agente do gabinete do comandante provincial.

É preciso entendermos como Ermiro Calima foi parar às mãos dos torturadores. O deputado Mário Salomão, pai do administrador municipal do Moxico, Waldemar Salomão, sentindo-se ofendido pela tentativa de invasão do agente à sua quinta, não hesitou e no mesmo dia ligou ao comandante provincial, o comissário Dias do Nascimento Fernando Costa.

Este comanda a Polícia no Moxico desde 2014, por nomeação do ex-presidente José Eduardo dos Santos. É também o delegado provincial do MININT. Era o comandante provincial de Luanda em exercício quando Alves Kamulingue e Isaías Cassule foram detidos e mortos. Cassule foi atirado aos jacarés depois de espancado até à morte.

A queixa do deputado foi feita no dia 5, garantem fontes do comando provincial, e a detenção ocorreu no dia seguinte, pelo que as fontes acreditam ter sido uma orientação clara do deputado “dar um correctivo ao falecido”. E Dias do Nascimento entende de “correctivo”, melhor, de tortura e jacarés, pelo que ordenou os agentes da esquadra do Lumbala-Nguimbo que capturassem imediatamente Ermiro.

E assim chegamos ao corpo dilacerado de Ermiro, não como se fosse triturado por dentes de jacarés, mas sem dúvidas bastante torturado.

A razão da morte apontada pelo médico legista Manuel Lemba, sem citar o que causou o traumatismo, também preocupa os agentes do comando provincial, que disseram ser “uma fabricação”. “Você sabe em Angola o pobre sempre morre sem culpado, tudo porque quem manipula ou averigua a situação é rico, quanto mais se é o tal rico o próprio implicado”, lamentaram.

A detenção do colega “em circunstâncias de fútil justificativa” faz com que os agentes receiem que o mesmo venha a acontecer com eles algum dia. “Muitos só não conseguimos abrir a boca por causa dos regulamentos que pesam sobre nós, e só devemos falar quando permitidos, e só nos permitem quando é para os elogiar”, reconhecem.

As mesmas fontes garantem que Calima foi brutalmente agredido fora da cela do SIC, e ali foi colocado apenas para sustentar a mentira de tentativa de enforcamento.

Dois documentos foram enviados pela família à Procuradoria-Geral da República e ao Tribunal Supremo, mas sem respostas até ao momento. Na carta denunciam a rede chefiada pelo deputado Mário Salomão e o comissário Dias do Nascimento que a todo o custo pretende livrar-se do cruel homicídio.