sábado, 14 de janeiro de 2017

MOXICO TERRA DE MIL MOTIVOS , PROFESSORES APROVADOS MAS EXCLUÍDOS, ASSIM VAI O REGIME TIRÂNICO NA NAÇÃO LUNDA TCHOKWE

MOXICO TERRA DE MIL MOTIVOS , PROFESSORES APROVADOS MAS EXCLUÍDOS, ASSIM VAI O REGIME TIRÂNICO NA NAÇÃO LUNDA TCHOKWE



Mais de três mil cidadãos aprovados no concurso público do ministério da Educação, realizado em 2014, queixam-se de injustiça por parte do governo provincial do Moxico por colocar nos seus lugares pessoas que não concorreram aos postos de trabalho no passado.

Por Sedrick de Carvalho


Em 2014 foram realizados concursos públicos em vários sectores da função pública, e o sector da educação foi um dos que mais vagas tinha. Os aprovados nestes concursos começariam a trabalhar em 2015, passados seis meses desde os exames de admissão.


No dia 15 de Outubro de 2014, José Eduardo dos Santos, presidente da República, na sua mensagem sobre o estado da nação, falou tanto da baixa do preço do petróleo, indicativo da crise económica dada a dependência quase exclusiva deste recurso natural, que ficou claro que em 2015 os angolanos desfavorecidos seriam mais desfavorecidos ainda.


Logo no início de 2015, os aprovados foram informados que, devido à crise económica, o governo havia cancelado as entradas na função pública. Em seguida ouviram outra promessa: tão logo surgisse a possibilidade de admissão, os aprovados seriam colocados nos postos de trabalho para os quais concorreram.


Nelson Mucazo Euclides é um dos jovens que concorreu e foi aprovado no concurso para o sector da educação. À nossa reportagem confessou que, apesar de na altura sentir-se preparado para enfrentar o teste, teve de pagar 40 mil Kzs a um funcionário da Direcção Provincial da Educação e membro do júri para “garantir o lugar” visto que em 2008, quando também concorreu, não foi apurado.


Em Lumeji Kameia, município onde fez o exame, não foi afixado o resultado dos testes, por isso não sabe quantos valores obteve. Apenas sabe que ficou aprovado. O funcionário corrupto “garantiu o lugar”.


Os 40 mil Kzs pagos por Nelson não é o máximo que se cobrava na altura, pois há quem pagou 250 mil Kzs pela vaga. Um amigo de Nelson, que concorreu no município de Kamanongue, pagou 150 mil Kzs. Nesse município os resultados foram afixados, e o jovem obteve 19,5 valores.


O governo provincial anunciou, em 2014, que estavam aprovados 3.114 professores. O número dos concorrentes não foi divulgado, mas estima-se que tenham ultrapassado cinco mil.


Por imperativo constitucional, este ano deverão acontecer eleições em Angola. A crise económica continua e tem-se agravado a cada dia, mas foi autorizada a admissão de funcionários públicos, em contradição com a justificação dada em 2014, pelo que muitos desconfiam ser manobra eleitoral do MPLA enquanto governo.


Foram afixadas novas listas na escola do primeiro ciclo Camarada Tchifuchi, localizada no Lwena, capital da província, com o nome dos aprovados para o sector da educação. Ao contrário de 2014, desta vez constam da lista apenas 695 professores apurados.


Para além de não constar o nome de Nelson Mucazo, nenhum dos seus 16 amigos que também concorreram e foram aprovados em 2014 têm o nome na lista, inclusive o jovem que teve 19,5 valores em Kamanongue.


“Esperamos pacientemente que a tal crise passasse e nos chamassem como prometeram. Não passou ainda mas disseram que nos vão colocar, mas fomos surpreendidos pelas listas publicadas e os nomes dos apurados em 2014 não vimos, não estão lá, e desconhecemos como foi feita está selecção”, reclama Nelson Mucazo.


O governo provincial chegou a divulgar 3.114 aprovados em 2014, como já referimos. Agora alega que os 695 foram seleccionados dentre os 3.063, o que não corresponde com o número divulgado na altura.


“Quando publicaram na primeira vez que concorremos eram 3.114 vagas, mas desta vez apresentam 3.063. Até isso também pode ser outra pergunta, porque o povo todo tem conhecimento de 3.114, e como aparece este outro número?”, questionou Nelson.


Para além dos aprovados, um grupo de jovens que foram formados pela ONG norueguesa Ajuda de Desenvolvimento de Povo para Povo (ADPP) e que também tinham garantias de admissão imediata não foram seleccionados. “Segundo eles [os jovens formados], a Direcção Provincial da Educação fornecera-lhes as guias de colocação e prometido que eles seriam colocados, mas nenhum deles saiu na lista”, contou Nelson.


Tal como Nelson, muitos jovens no Moxico esperavam sair do desemprego ao ingressar na função pública, tanto que não hesitaram em se envolver nos esquemas de corrupção montados por funcionários locais. “Sempre só discriminado, e até agora não sei o que farei para ter emprego porque não tenho pai na cozinha como eles dizem”, lamenta.


Os professores excluídos da lista acreditam que em seus lugares foram colocados familiares e pessoas que compraram vagas pelo valor mais alto. Actualmente exigem esclarecimento por parte do director provincial da educação, e pedem que lhes seja mostrado o resultado dos exames de 2014. As autoridades do Moxico não respondem, mas eles prometem não cruzar os braços enquanto a situação não for resolvida.




quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

DENÚNCIA: FAAs, POLICIA DA GUARDA FRONTEIRA E DE INTERVENÇÃO RÁPIDA ESPALHADAS NAS MATAS NA LUNDA TCHOKWE A PROCURA DE FANTASMAS DO PROTECTORADO COM ORDENS PARA MATAR

DENÚNCIA: FAAs, POLICIA DA GUARDA FRONTEIRA E DE INTERVENÇÃO RÁPIDA ESPALHADAS NAS MATAS NA LUNDA TCHOKWE  A PROCURA DE FANTASMAS DO PROTECTORADO COM ORDENS PARA MATAR


Fonte bem colocada das FAA, denúncia, a presença massiva de forças militares, da Policia da Guarda Fronteira, Intervenção Rápida PIR e agentes de segurança de empresas mineiras BIKUAR nas matas, sobretudo na região de Xá Muteba, Cafunfo e Cuango, em localidades como Vuka, Ngongangola e outras zonas de Capenda Camulemba.


De acordo com a fonte, estas forças espalhadas nas matas, têm falsas informações provenientes do Estado Maior General das FAA em Luanda, segundo as quais, o Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe tem planos para sabotar minas de exploração de diamantes naquela região.


Mais uma manobra do regime tiranico e colonizador do Presidente José Eduardo dos Santos contra o povo Lunda Tchokwe subjugado há 40 anos para cá.


O Movimento do Protectorado, não é um “Bando” de deliquentes em busca de confusão sobre o resgate do direito natural do povo Lunda Tchokwe, o nosso jogo é limpo e aberto, transparente como água, branca como neve, aqui não há lugar para sujedade.


A fonte das FAA disse que estão orientados de, se por acaso aparecessem pessoas ou tais ditos fantasmas do Protectorado a sabotar as ditas minas, pertença maioritariamente a Generais e a família do Presidente, essa seria a maior oportunidade do regime do Presidente José Eduardo dos Santos para masacrar o povo Tchokwe, a partir das minas até as aldeias, foi por esta orientação superior de matar o povo que fez com que a nossa fonte denunciasse.


A fonte chama atenção do cuidado que as populações locais  devem ter nos proximos tempos, a segurança da “BIKUAR”, tem a partir de momento ordens expressas para matar qualquer garimpeiro nas zonas da sua circunscrição com a justificação de que se trata de elementos afectos ao Movimento do Protectorado que querem sabotar as minas, e tem o dia 15 de Janeiro de 2017 para o inicio das operações.

Mais uma tentativa do Governo do Presidente José Eduardo dos Santos e do seu Partido o MPLA de acabar com as reivindicações na falta da capacidade de diálogo. Lembramos que em 1963, o MPLA matou cerca de 183 Crianças Tchokwes na localidade de Caripande. Eram crianças estudantes, vinham da escola a partir da fronteira com a Zambia, na localidade denominada Calombo, aldeia do “Muanangana Ndungo” sem esquecermos a brutalidade de Kambau e Jaribu em Calonda em 1995 e o desaparecimento de 174 cidadãos Lunda Tchokwe em Cafunfo no ano passado.


José Eduardo dos Santos ao ordenar matanças na Lunda Tchokwe, prova-se mais uma vez que a autodeterminação daquele território é um imperativo imediato, que se respeite o reconhecimento dos povos de estados da União Europeia que atráves da “EUROPEAN FREE ALLIANCE” uma agrupação de mais de 45 Partidos e Assocações em 2015 endereçaram uma carta ao Presidente Angolano, pedindo que reconhecesse o direito da Lunda, a cidade Alta em Luanda mantem-se silenciosa há mais de 24 meses.




terça-feira, 10 de janeiro de 2017

DENÚNCIA: REGIME JES/MPLA EM CAFUNFO QUER TRAMAR O MOVIMENTO DO PROTECTORADO QUE TEM ARMAS PARA FAZER GUERRA COM O GOVERNO ANGOLANO

DENÚNCIA: REGIME JES/MPLA EM CAFUNFO QUER TRAMAR O MOVIMENTO DO PROTECTORADO QUE TEM ARMAS PARA FAZER GUERRA COM O GOVERNO ANGOLANO




Fonte segura do SINSE/SINFO que pediu anonimado denúncia; Copmando Províncial da Lunda Norte cumprindo orientação superior vinda de Luanda, já organizaram armas que vão colocar nas proximas horas em casas de membros do Movimento do Protectorado na localidade de Cafunfo, depois vão surpreender tais casa e ao mesmo tempo vão localizando as referidas armas e, posteriormente serão apresentados em como o Movimento tem armas.


Objectivo sobejamente conhecido, tentar acabar com o Movimento, mostrar ao Mundo que o Protectorado afinal não é uma organização civil, mas sim militar e anda a mentir o mundo que é pacifico.


Para o efeito mais de quatro dezanas de Agentes secretos já se encontram em Cafunfo e uma Unidade Fortemente equipada da Policia de Intervenção Rápida, também uma outra unidade das FAA, complementam a equipa segundo a nossa fonte no local.


De acordo com a fonte, o Sr Domingos António Morais, tb conhecido por nome de Ngangula, com a Patente de Sub Chefe da Policia Nacional e Chefe da Brigada Escolar em Cafunfo, é o responsável que vai fazer a colocação  de tais armas em casa de membros já escolhidos.



Esta denúncia vem de uma fonte altamente crédivel e segurança, mais dados nas próximas edições sobre este assunto.


segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

DIAMANTES DA NAÇÃO LUNDA TCHOKWE RENDERAM 1,082 MIL MILHÕES DE DÓLARES AO REGIME TIRÂNICO JES/MPLA, MISÉRIA E POBREZA EXTREMA CONTINUA…

DIAMANTES  DA NAÇÃO LUNDA TCHOKWE RENDERAM 1,082 MIL MILHÕES DE DÓLARES AO REGIME TIRÂNICO JES/MPLA, MISÉRIA E POBREZA EXTREMA CONTINUA…



ANGOLA. Os diamantes renderam a Angola este ano 1,082 mil milhões de dólares, uma redução comparativamente aos 1,182 mil milhões de dólares de 2015, segundo revelação do ministro Francisco Queirós.


Os dados avançados pelo ministro da Geologia e Minas de Angola, Francisco Queirós, quando procedia ao balanço do sector em 2016, indicam que a quebra na produção artesanal reflectiu-se numa diminuição na ordem dos 8,45%, em relação à arrecadação total de receitas no ano passado.


Segundo o governante, em 2016 registou-se uma considerável diminuição na produção artesanal, de quase 60% do volume total de produção de diamantes, uma redução de 0,95% em relação a produção total de 2015.


“Em 2016, o subsector dos diamantes registou um bom desempenho no que se refere à produção industrial, tendo-se registado uma diminuição considerável no mercado artesanal motivado pela escassez de divisas no mercado cambial”, explicou o ministro.


Para o ano que agora termina, prevê-se que a produção total de diamantes atinja 8.934.000 quilates, o correspondente a 99,21% da meta corrigida de 2016.


“Se não tivesse havido uma diminuição considerável na produção artesanal de quase 60% da produção, o volume total de diamantes este ano teria ultrapassado a meta e atingido cerca de 102% da cifra programada.


O titular da pasta da Geologia e Minas de Angola considerou que, apesar dessa ligeira descida no volume de produção e nas receitas brutas deste ano, o subsector dos diamantes continua a evidenciar “um desempenho robusto e sustentável, oferecendo boas perspectivas de recuperação substancial nos próximos anos”.


O optimismo é garantido, segundo o ministro, com a futura entrada em operação do maior kimberlito do mundo, o Luaxe, na província da Lunda Sul e de outros projectos de média e pequena dimensão nas províncias diamantíferas das Lundas Norte e Sul, de Malange, do Bié e do Cuando Cunango.


“As estimativas da Endiama (empresa diamantífera estatal) apontam para um aumento substancial da produção a partir de 2020, sobretudo a contar com o kimberlito do Luaxe”, reforçou.




Morreu ex-presidente de Portugal, Mário Soares

Morreu ex-presidente de Portugal, Mário Soares




O antigo Presidente da República Mário Soares faleceu este sábado às 15h28, na "presença constante" dos seus filhos, Isabel e João Soares, informou o director clínico do Hospital da Cruz Vermelha, onde se encontrava internado.


"É com enorme tristeza que o Hospital da Cruz Vermelha anuncia a todos que, na presença constante dos seus filhos João e Isabel, às 15h28 do dia 7 de Janeiro de 2017, ocorreu o falecimento do doutor Mário Soares", afirmou Manuel Pedro Magalhães numa curta declaração aos jornalistas, sem direito a perguntas.


Falando em nome do estabelecimento de saúde, Manuel Pedro Magalhães agradeceu "a confiança depositada na sua equipa clínica” e reconheceu que “o nome de Mário Soares, um grande lutador por ideais vários da democracia, ficará para sempre ligado à história do Hospital".


Mário Soares encontrava-se internado desde o dia 13 de Dezembro, tendo sido transferido no dia 22 dos Cuidados Intensivos para a "unidade de internamento em regime reservado" do Hospital da Cruz Vermelha, depois de sinais de melhoria do estado de saúde.


No dia 24, um agravamento súbito da situação clínica obrigou ao regresso do antigo chefe de Estado à Unidade dos Cuidados Intensivos.


No dia 31 de Dezembro, dia da última actualização feita pelo hospital sobre o seu estado de saúde, Mário Soares continuava em "coma profundo", mas "estável e com parâmetros vitais normais".


Mário Soares morreu aos 92 anos, depois de uma vida em que desempenhou os mais altos cargos no país. A sua vida confunde-se com a própria história da democracia portuguesa: combateu a ditadura, foi fundador do PS, primeiro-ministro e Presidente da República. 


Nascido em Lisboa, a 7 de dezembro de 1924, Mário Soares era visto cada vez menos em público. A última vez tinha sido a 28 de setembro passado, numa homenagem do atual Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, à sua mulher, Maria Barroso, que morreu em 2015, a 7 de julho, no mesmo hospital onde estava agora internado o marido. Mário Alberto estava então de rosa amarela na mão e rosto enrugado do sorriso, amparado enquanto caminhava mas capaz de uma palmada mais vigorosa nas costas de Marcelo.


Um dos 27 que se juntou em abril de 1973 na cidade alemã de Bad Münstereifel para fundar o Partido Socialista teve uma vida intensa dedicada à política e à democracia. Advogado e professor, envolveu-se desde cedo em atividades de oposição à ditadura do Estado Novo. Preso 12 vezes, acabou deportado para São Tomé, em 1968, e depois exilou-se em França. A seguir ao 25 de Abril, regressou a Lisboa três dias depois, no que ficou conhecido como o "comboio da Liberdade", tendo a aguardá-lo uma multidão na estação de Santa Apolónia.


Desde então o Portugal democrático deve-lhe muito - é reconhecido como sendo o principal líder civil do campo da democracia na convulsão dos dias do PREC (Processo Revolucionário Em Curso) e, nestes 42 anos de liberdade no país, foi ministro dos Negócios Estrangeiros (1974-75) e primeiro-ministro por três vezes (1976-77, 1978 e 1983-85) e foi o obreiro da adesão de Portugal à CEE (a União Europeia de hoje) assinada em 1985.



Chegou a Presidente da República em 1986, como o primeiro Presidente "de todos os portugueses", como se afirmou nessa noite de 26 de janeiro em que foi eleito (numas eleições que dividiram o país ao meio). O seu primeiro mandato foi de tal modo consensual que seria reeleito com uns estratosféricos 70,35% (quase três milhões e meio de votos, resultado nunca alcançado por outro político em eleições nacionais).

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

CAFUNFO – MANIFESTAÇÃO POPULAR EXIGE DIÁLOGO AO GOVERNO ANGOLANO E O RESTABELECIMENTO DA AUTONOMIA LUNDA TCHOKWE

CAFUNFO – MANIFESTAÇÃO POPULAR EXIGE DIÁLOGO AO GOVERNO ANGOLANO E O RESTABELECIMENTO DA AUTONOMIA LUNDA TCHOKWE



Cafunfo,4 de Janeito/016 – Mais  de 2000 pessoas, activistas e membros do Movimento do Protectorado; UMULE e JUPLE, manifestaram-se em Cafunfo a favor do diálogo com o Governo de Angola para o restabelecimento da Autonomia Lunda Tchokwe.



O acto civico, recorreu algumas arterias da localidade de Cafunfo, de forma tranquila, civilizada; onde os membros presentes, simplesmente compareceram de T-Shirts e outra indumentaria e panflecto, acompanhados com música e de material da cultura Lunda Tchokwe.



Um incidente teve lugar provocado pela Policia Nacional de Cafunfo, de repente a mesma Policia Prendeu o Membro RUI LUCAS, que se encontrava afastado alguns memtros do grupa dos manifestantes, o que provocou pequeno tumulto de alguns minutos, depois a ordem foi reposta e a manifestação continuou a sua marcha.



Testemunhas no local, disseram que o Agente da Policia Nacional de Cafunfo, em serviço de seu nome ESQUIA LEVI, terá se apressado em incomodar o cidadão RUI LUCAS, é seu vizinho no Bairro, por outra suspeita-se, existência de alguma rivalidade.


A Policia de Cafunfo, esteve presente desde o inicio do acto, as 9 horas até cerca de 12 horas, quando a manifestação terminou…


No incidente, a população furiuosa entrou em pancadaria com o agente Levi que foi evuacuado para o hospital e a Policia Nacional em Cafunfo mantêm o cidadão Rui Lucas Presos.

A manifestação esta plamada no artigo 47.º da constituição de Angola.


A  presente Manifestação enquadra-se na orientação emanada pelo Presidente do Movimento do Protectorado, José Mateus Zecamutchima, quando anunciou chuva de manifestações em 2017 em toda a extensão da Nação Lunda Tchokwe por via da Rádio a Voz de América na semana passada.



Outra manifestação terá lugar dia 30 de Janeiro de 2017, na cidade de Saurimo, convocada pela Juventude Patriotica Lunda Tchokwe – JUPLE, em cujo comunicação prévia já se encontra com a autoridade competente do Governo da Lunda-Sul, Partidos da oposição; UNITA, CASA-CE, PRS, BD e o Bispado local, incluindo o MPLA.



Será uma manifestação civilizada, pacifica ou seja uma passeada nas arterias de Saurimo, chama-se atenção a Policia Nacional do Comando de Saurimo proteger manifestantes e não infiltrarem agentes para criarem vandalismo e depois responsabilizar a organização ou aproveitarem-se da manifestação para disparar contra manifestantes pacificos.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

JES/MPLA ORDENA IGREJA I.E.I.A. DE AFASTAR FIÉIS POR SEREM MEMBROS DO MOVIMENTO DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE

JES/MPLA ORDENA IGREJA I.E.I.A. DE AFASTAR FIÉIS POR SEREM MEMBROS DO MOVIMENTO DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE


Mais de 800 fiéis cidadãos Lunda Tchokwe pertecentes a Igreja Evangelica dos Irmãos em Angola, que atende pela sigla IEIA em Cafunfo, Cuango, Xá Muteba, Caungula, Capenda Camulemba entre outras localidades, serão afastados nos próximos dias daquela Igreja.


Em reuniões que tiveram lugar em Dezembro de 2016, responsáveis  da IEIA informaram que por ordens expressos do Presidente José Eduardo dos Santos, qualquer fiél da referida Igreja não poderia fazer parte do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe, estando neste momento o processo de afastamento em curso.


A Liberdade, é um poder de desenvolvimento da personalidade de cada um, andar, passear, gerir a sua vida como quiser, vender ou fazer negócio das suas propriedades materiais sem coação, direito ou condição de alguém dispor de si, de fazer ou deixar de fazer alguma coisa, condição do homem livre. independência.


O direito, é um bem individual e da maioria, e quando é violado, produz crise na vida do seu titular, e a crise produz conflito e os conflitos produzem revoluções, e as revoluções produzem separações das pessoas.


Jesus Cristo em seus ensinamentos, “dar a César o que é do César e a Deus o que é de Deus”. Assim Jesus Cristo definiu claramente a separação entre o Governo e a religião e as liberdades individuais; os direitos e os deveres de cada um no seio de uma sociedade.


Ser religioso ou pertencer a uma Igreja é uma escolha individual, que não pode colidir com as escolhas e liberdades individuais.


Artigo 10.º da constituição de angola
(Estado laico)


1. A República de Angola é um Estado laico, havendo separação entre o Estado e as igrejas, nos termos da lei.
2. O Estado reconhece e respeita as diferentes confissões religiosas, as quais são livres na sua organização e no exercício das suas actividades, desde que as mesmas se conformem à Constituição e às leis da República de Angola.
3. O Estado protege as igrejas e as confissões religiosas, bem como os seus lugares e objectos de culto, desde que não atentem contra a Constituição e a ordem pública e se conformem com a Constituição e a lei.

Artigo 27.º e 48.º
(Regime dos direitos, liberdades e garantias)

O regime jurídico dos direitos, liberdades e garantias enunciados neste capítulo são aplicáveis aos direitos, liberdades e garantias e aos direitos fundamentais de natureza análoga estabelecidos na Constituição, consagrados por lei ou por convenção internacional.


O PROCESSO POLITICO LUNDA TCHOKWE, É DE TODOS OS FILHOS LUNDAS, ESTEJAM ELES NAS IGREJAS OU NO GOVERNO; NA POLICIA OU NAS FORÇAS ARMADAS, É UM PROCESSO INCLUSSIVO NÃO EXCLUI NINGUÉM.



O  Presidente José Eduardo dos Santos, deve sem mais demora abrir a porta ao diálogo e  consequentemente o restabelecimento da Autonomia Lunda Tchokwe ao invês de procurar subterfugios que em nada vale.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

EM 2016, MAIS DE 3890 MEMBROS DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE FORAM AGRACIADOS COM DIPLOMAS DE MÉRITO

EM 2016, MAIS DE 3890 MEMBROS DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE FORAM AGRACIADOS COM DIPLOMAS DE MÉRITO


Por ocasião da comemoração do 10.ª aniversário da Fundação do Movimento do Protectorado em 2016, mais de 3890 membros que se destacaram na luta pacifica para o resgate da Autonomia Lunda Tchokwe, foram agraciados com Diplomas de Mérito.


A ocasão foi aproveitada para incentivar a moral dos nossos membros e combatentes, activistas civicos sobre a causa nobre e comum, a do resgate da nossa dignidade no contexto das Nações.


A luta pacifica vai continuar em 2017 com mais intensidade, em busca da justiça e do restabelecimento da Autonomia Lunda Tchokwe, igual a ESCOCIA no Reino Unido.


Os referidos diplomas, irão abranger também o pessoal das Missões Externas na Europa e América, pela sua dedicação permanente a causa Lunda Tchokwe, não esquecendo outras figuras que no seu anonimato têm dado provas iniquivocas da sua participação na luta comum.



Os diplomas de mérito ora entregues, abrangeram toda a extensão da Nação Lunda Tchokwe, desde o Kuando Kubango, Moxico, Lunda Sul e Norte respectivamente, alguns membros da Autoridade do Poder Tradicional que sempre estiveram na linha da frente, também foram agraciados com os mesmos.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

LIGAÇÕES MÁFIOSAS ANGOLA-RUSSIA-CHINA-BRASIL –PORTUGAL COM A ELITE GOVERNATIVA ANGOLANA


LIGAÇÕES MÁFIOSAS ANGOLA-RUSSIA-CHINA-BRASIL –PORTUGAL COM  A ELITE  GOVERNATIVA ANGOLANA
AS MÁFIAS (1ª PARTE)


Em Angola mesmo antes da independência em 1975, sempre existiram portugueses mafiosos candongueiros e kamanguistas que fizeram fortunas negociando em diamantes. Durante estes últimos 40 anos muitos milionários surgiram do dia para a noite em máfias organizadas quer ao nível governamental ou civil que de forma corrupta e ilícita fizeram fortunas multimilionárias.



Na sua grande maioria e ao nível governamental o dinheiro foi proveniente de comissões na compra de armas, e negócios baseados no petróleo, noutros patamares mais baixos no trafico de diamantes ou na construção civil. 



No cimo da hierarquia nobiliárquica estão incluídos o Rei Sol e toda a sua família, conjuntamente com alguns generais, tais como Kopelipa e Kangamba e ao nível civil Manuel Vicente e outros figurões pertencentes ás elites que gravitam na esfera do poder político governativo. Das várias máfias existentes no país temos a Angolana, Russa, Portuguesa, Brasileira Chinesa e Libanesa as quais operam em mercados diferentes mas todos elas à margem das leis, tendo até ultimamente os chineses enveredado por sequestros onde exigem resgates, roubos e assassinatos, criando um clima de insegurança generalizado. 



No cimo do organograma político e mafioso mais rentável temos a China, a qual em colaboração com membros do governo angolano nas negociatas petrolíferas sonegam ao povo angolano milhões de dólares em “luvas” para enriquecimento próprio. 


O negócio das armas com o Russos já foi mais rentável do que é hoje, pois Angola está bem fornecida e o clima de paz ajuda a que os gastos com a compra de armamento já não sejam tão vultuosos. Contudo na Primavera de 2009 decorreu em Paris um julgamento sem acusados angolanos, mas entre os 40 arguidos figuravam personalidades algumas de primeiro plano da vida política Francesa. 


Nestas negociações da venda e compra de armamento russo feita pelo Governo Angolano a Falcone e ao seu sócio, o franco-russo-israelita-canadiano Arcadi Gaydamak, em território Francês sem autorização deste Governo o que deu origem a investigações e mais tarde a um julgamento. 


Nas audiências do 'Angolagate', o tribunal revelou somas em dinheiro estonteantes: Só o Presidente angolano José Eduardo dos Santos e seus próximos terão recebido à volta de 140 milhões de dólares. 


Muito embora tivesse ficado provado que 80 milhões de dólares tivessem sido distribuídos pelo franco-brasileiro-angolano Pierre Falcone estes contemplaram José Eduardo dos Santos, sua família e a personalidades muito próximas do Presidente angolano. Contudo estes valores não foram incluídos pela acusação no julgamento. 


A soma, depositada inicialmente em bancos luxemburgueses, está ligada à renegociação da dívida angolana à Rússia em negócios de fornecimento de armamento nos anos 90, As transferências foram, no entanto, citadas no âmbito das relacionadas com a venda de armas Em 2004, numa entrevista Pierre Falcone confirmou ter aberto duas contas de "sobrevivência” no valor de muitos milhões de dólares para casos de urgência" relacionadas com a renegociação da divida angolana à Rússia, dizendo: "Eram fundos secretos postos à disposição do Governo, e outra foi um empréstimo pessoal e particular – quando a guerra estava num momento crucial e eu quis ajudar". 



É óbvio que essas duas contas não passavam de dois grandes sacos azuis, tendo na altura, Falcone confirmado que, com os juros, uma das contas atingiu mais de 50 milhões de dólares. 


Todos nós sabemos que estes valores eram provenientes de comissões pagas ao governo angolano pelas negociatas feitas com a venda de armamento. No que diz respeito ao 'Angolagate', o tribunal evocou um total de 54 369 milhões de dólares transferidos, alegadamente, em benefício de Eduardo dos Santos e de diversos outros angolanos. Segundo a acusação, o dinheiro destinado ao Presidente angolano teria ido parar a contas em nome de uma sua filha e de uma sociedade do Panamá. 


Além das transferências, o tribunal citou ainda prendas diversas a Eduardo dos Santos e outros angolanos num valor global de 4,26 milhões de euros. Entre as prendas figuram, por exemplo, um carro blindado no valor de 350 mil euros para o Presidente, despesas em grandes hotéis, aluguer de iates, pagamentos a acompanhantes femininas de luxo para entreter personalidades angolanas, relógios e carros de luxo.



Estima-se que hoje em dia vivam em Angola mais de 500 mil chineses, como resultado das contrapartidas que regime dictatorial e repressivo que José Eduardo dos Santos concedeu á China pelos empréstimos contraídos a este país pelo negociador oficial do Governo Angolano o general Hélder Vieira Dias (Kopelipa) Foi o Kopelipa que teria sido subornado com $34 milhões de dólares para a assinatura dos acordos em nome de José Eduardo dos Santos bem como Manuel Domingos Vicente que teria igualmente recebido cerca $23 milhões de dólares. 


Algum desse dinheiro que Kopelipa recebeu serviu para comprar uma mansão no Algarve com 8 suites, 6 quartos, sala de cinema, ginásio, piscina interior e exterior, elevador, garagem para 6 carros, aquecimento central, tectos e paredes interiores em vidro, jacuzzi, banho turco, banheiras e lavatórios em mármore, sistemas de alarme, segurança e vídeo da última geração. 



A decoração foi feita pelos melhores decoradores portugueses e estrangeiros que demoraram 8 meses a completar o trabalho. Se fosse possível ver as fotos que eu vi numa revista de decoração internacional ficariam estupefactos com o tamanho da casa, luxo e riqueza nela investidos. O dono não é um corrupto de meia tigela mas sim um angolano que é igualmente dono de vinhas no Douro e de acções em vários bancos portugueses, que tudo isto conseguiu com o ordenado miserável de general pago na moeda nacional em kwanzas. 



Um outro general mafioso é Bento Kangamba, em Junho deste ano o jornal La Provence noticiou que a polícia alfandegária francesa tinha apreendido perto de 3 milhões de euros encontrados no porta-bagagem de dois mercedes de matrícula portuguesa, tendo detido 5 indivíduos de nacionalidade portuguesa, angolana e Cabo Verdiana, acusados de branqueamento de capitais e crime organizado. Na sequência, transportados em automóveis saídos de Portugal com destino ao Mónaco quatro indivíduos apresentaram-se na esquadra de Montpellier para libertar os ocupantes detidos na primeira viatura e recuperar o dinheiro apreendido. 


Bento (Kangamba) afirmou que as apostas nos Casinos do Mónaco são muito elevadas podendo chegar a gastar 10 mil euros em poucos minutos e por isso a enorme quantidade de dinheiro que levava consigo, para pagar as suas férias e a dos amigos que consigo levava. 


Estas afirmações foram corroboradas por José Francisco conhecido na gíria como Chico (Kamanguista), pelas elevadas quantias de dinheiro que usualmente transportava para a compra e venda de diamantes. A investigação acredita que os criminosos movimentaram cerca de 45 milhões de dólares, (14.7 milhões de euros) com o tráfico internacional de mulheres, nos últimos 6 anos.


Na parte angolana do caso, as mulheres eram aliciadas e contratadas em casas nocturnas de S.Paulo no Brasil pelos membros da rede que oferecia 10 mil dólares, (7.290 euros) para que elas se prostituíssem por uma semana em Angola. Nesse mesmo mês o General Bento Kangamba passou 4 dias em Barcelona onde o Presidente José Eduardo dos Santos também se encontrava em visita privada. 



Após a sua saída precipitada de Mónaco, onde se encontrava com uma corte de 20 amigos o general e dirigente do MPLA regressou a Portugal. Entre os documentos apreendidos ao Chico Kamanguista, a polícia Francesa encontrou documentos pessoais de transacções de diamantes entre Angola, Suíça e Israel. Nessa mesma ocasião o general feito á custa de milhares de estropiados pela guerra em Angola com a qual enriqueceu, foi também notícia por ter comprado uma casa no mesmo condomínio privado do internacional português Ronaldo em Madrid, por vários milhões de dólares. 



Em Portugal este General feito a martelo e sobrinho de José Eduardo dos Santos é o principal patrocinador do Clube do Vitória de Guimarães, que aliás tem as iniciais B.K estampadas nas camisolas. As autoridades Brasileiras têm pouca esperança na detenção de Bento Kangamba e dos seus comparsas especialmente de Carlos Silva representante de Kangamba em Portugal. 


Bento Kangamba escapou á detenção em França invocando imunidade diplomática, na qualidade de membro da Casa de Segurança do Presidente da república, no gabinete dirigido pelo General Manuel Hélder Vieira Dias “KOPELIPA” outro caga milhões. José Eduardo dos Santos e o seu ex. colega de estudo numa das academias militar da ex-KGB na Rússia, o Sr. Xu Jinghua, terão repartido mais de $150 milhões de dólares num negócio monopolista engendrado por estas duas tenebrosas personagens, Dos Santos e Xu Jinghua. 


O Chinês era o único intermediário autorizado da venda do petróleo angolano ao governo chines. Este comprava o barril `a $65 dólares e revendia ao preço diário do mercado que na altura rondava os $105 dólares por barril. Se subtrairmos $65 custo de venda de $105 teríamos como resultado o lucro de $40 por cada barril. 


Agora resta saber quantos barris diários eram vendidos ao governo chinês. Só que agora em tempo de vacas magras com o petróleo ao preço de $45 por barril nos mercados internacionais, as tetas da vaca negra angolana secaram e esse belo “NEGÓCIO DA CHINA” terminou.


Todos estes negócios escuros entre máfias são segredos de estado e muito dificilmente alguém virá a saber como estas colossais fortunas entre angolanos e chineses foram feitas. Contudo, o esquema da máfia russo-chinesa em Angola tornou-se no salva-vidas do regime de Eduardo dos Santos: os ex-agentes do KGB Arcadi Gaydamak, Lev Leviev criaram um sistema de segurança nas minas de diamantes angolanas cujos lucros são partilhados entre o presidente, sua família, genro, comparsas mais directos, e a gigantesca empresa russa de mineração de diamante, ALROSA SA. Como resultado, os russos ocupam-se do que se refere a minerais preciosos entre os quais diamantes, e os chineses sugam o petróleo. 


Nesta Santa Aliança entre o governo angolano do MPLA e as sanguessugas, carraças e vampiros que se alimentam das riquezas do povo angolano que vive na indigência, que se acautelem pois no dia que se der o reviralho, bem faltarão postes e candeeiros para enforcar todos estes corruptos filhos da puta. Os mais de 500 mil chineses em Angola servem de escudo, proteccionista e garantia da continuação do Rei Sol no poder. Os russos e chineses fornecem contra-inteligência sofisticada, garantindo segurança nas minas e poços petrolíferos. 


A maior parte destes chineses foram soltos das prisões chinesas e desterrados para reciclagem nos contentores do lixo chines instalados em Angola. Esta escumalha chinoca sob liberdade condicional cumpre as suas penas de reabilitação social fora do país, ao invés de o fazerem na China, usando Angola como o escarrador do governo chinês, para onde cospem e vomitam a trampa de indesejáveis que não querem que contamine a população chinesa saudável. 


Muitos desses indivíduos têm formação profissional e académica limitada e os mais instruídos são oriundos da antiga colónia portuguesa de Macau, e são colocados como agentes de contra-inteligência chinesa em sectores estratégicos da China em Angola. 


Devido á sua rápida integração pela faculdade linguística portuguesa que possuem infiltram-se com facilidade na sociedade angolana. Apresentam-se como vizinhos, comerciantes, amigos, mas no final do mês enviam informações e relatórios para a China sobre a insatisfação politica que cresce na população angolana contra o MPLA e Governo, bem como tudo aquilo que seja pertinente ao governo chinês saber sobre o quotidiano angolano. 


O engraçado em tudo isto é que todos estes milhares de chinocas estão em Angola através da China-Sonangol, que faz parte da 88 Queensway, cujo proprietário é o Sr. Xu Jinghua. Fazem também parte da 88 Queensway grupo a Endiama Sonangol, China Sonangol Finance International LTD. China Sonangol Gas International Ltd. China Sonangol International Ltd. China Sonangol International Holding Ltd. China Sonangol Natural Resources International Ltd., China Sonangol International Investment Ltd., China Sonangol Natural Resources International Ltd.


Sonangol Sinopec International Ltd, China Endiama International Limited, China Sonangol Singapore, China Sonangol Shanghai Petroleum co ltd, China Sonangol Wall Street, China Sonangol International Airlines, Endiama China International Holding Ltd, etc. 


E pergunta-se: como e' possível um Xu Jinghua que de 81 a 94, quando era apenas um simples oficial operativo da contra-inteligência chinesa em Angola, que esteve mergulhado no trafico de armas para o regime de Eduardo dos Santos, apareça agora como proprietário multibilionário que se gaba entre amigos mais próximos de possuir bens imobiliários no valor de 36 biliões de dólares em Angola.


(CONTINUA)

MÁFIAS (2ªPARTE)


E mais ainda, Xu Jinghua vem `a Luanda buscar mensalmente sacos de diamantes avaliados em mais de 56 milhões de dólares, mas qual o seu destino ninguém sabe. Os russos são os que mais protecções oferecem ao regime de Dos Santos, fornecem armamentos militares, informações de contra-inteligência civil ou militar, e formam a maioria dos quadros militares angolanos. 


A Rússia controla o sistema de comunicação, ou seja toda a comunicação com Angola passa por Moscovo e sai dai para o mundo inteiro e vice-versa. Uma chamada telefónica de Lisboa para Luanda, passa primeiro por Moscovo e depois dai é' que vai par de Angola. 


Tudo isso graças ao serviço da Angosat cujo centro de controlo está em Moscovo. O serviço da protecção de Eduardo dos Santos é feito por russo-israelitas, muitos dos quais são ex-agentes do KGB. Trabalham directamente com Kopelipa, Isabel dos Santos, Ana Paula dos Santos, etc. Quando estão de viagem no exterior, são os russo-israelitas que os protegem e oficiais superiores da contra-inteligência angolana acreditam que a filha do presidente pertence aos serviços secretos russos. 


A filha do presidente tem muito mais poder do que qualquer membro do governo ou Bureau Politico do MPLA. Infelizmente não foram só as milionárias linhas de crédito da China que chegaram a Angola, com elas chegaram também gangues de chineses que operam a níveis criminais básicos os quais apostam num tipo de crime que ganha cada vez mais dimensão, ou sejam os raptos para pedidos de resgate e chantagens proteccionistas. 


A situação agravou-se de tal forma que a China viu-se obrigada a enviar agentes dos serviços de informação para ajudar as autoridades angolanas na repressão e detenção destes criminosos. Outro caso visou o engenheiro português Carlos Martins, cujo carro foi emboscado nas imediações do Cacuaco, à saída da fábrica Vidrul. 


Martins não ganhou para o susto, e o técnico francês que o acompanhava, aterrorizado, no dia seguinte apanhou o avião e foi-se embora. Depois do sequestro, durante três dias, de um francês, funcionário da multinacional Maerks, também a embaixada da França desaconselhou os membros da sua comunidade a circular pela Via Expresso, ou apenas a fazê-lo escoltados. 


Em Angola a “camanga” ou seja o negócio ilegal de diamantes sempre envolveu portugueses, mais tarde russos, chineses, angolanos e libaneses. Durante a guerra civil angolana Savimbi conseguia manter a sua logística com os fornecimentos de mantimentos, armas ligeiras munições, medicamentos, através de portugueses estabelecidos na Namíbia como grandes armazenistas que eram pagos em diamantes. 


A pista de aviação do galo negro no leste de angola recebia frequentemente as visitas de intermediários internacionais na venda de armas que voavam em aviões ligeiros para negociarem com Savimbi os quais eram igualmente pagos em diamantes. Em 1978-1979, o comércio ilegal de diamantes estava nas mãos da organização "Grupo Caravela". Em linguagem moderna, isso chamar-se-ia um grupo criminoso organizado. 


A sede ou "protecção" era a empresa "Pérola de Bengo", propriedade de João Baptista, que, juntamente com Joaquim Rocha, dirigia toda a actividade da empresa. O transporte de diamantes ou "mercadoria" era feito pelo piloto Fernando Mendes da Silva, conhecido pela alcunha de "Colorau". Ele transportava também o dinheiro, exclusivamente em moeda estrangeira, recebido dos compradores. Nos finais de 1980 e início de 1981, regressou de Portugal a Angola Eduardo Alcouce, que criou na capital, juntamente com Rocha, a empresa respeitável "Actimel", um bom disfarce para a candonga. 



Em 1982, em Portugal formou-se o "Diamante Clube de Portugal", que se tornou, no fundo, um sindicato para controlar o mercado de diamantes. Em Angola, além do "Grupo Caravela", apareceu um segundo grupo, ligado ao clube diamantífero português, com sede em Luanda. 


Tratou-se da empresa "Stand Univendas", dirigido por António Gonçalves da Costa, conhecido pela alcunha de "Fúria". Ambos os grupos estabeleceram laços fortes nos mercados diamantíferos tradicionais europeus. Os diamantes para os países europeus eram transportados por pilotos da companhia aérea angolana TAAG. Depois, eram enviados para a Bélgica, onde a venda da mercadoria era feita por Serge Honig, Adolf Berg, um tal Roberto e outros.

Na própria Angola, os contrabandistas criaram uma séria de casas de câmbio. As despesas dos exploradores e dos especuladores de diamantes no interior do país eram pagas em moeda local e o valor do dólar no mercado negro era tal que o câmbio era mais uma forma dos grupos criminosos organizados terem lucro. 


Não obstante a concorrência, os grupos entendiam-se no cumprimento do código comercial da honra. Por exemplo, eles informavam um ao outro as quantias e a envergadura das operações a fim de evitar fugas de "mercadoria" do sistema. Do outro lado, os compradores belgas não adquiriam diamantes que não fossem dos vendedores do "sistema". 


Por exemplo, quando os comerciantes independentes Zeca Sibéria e Toni Calles, depois de chegarem à Bélgica, tentaram vender diamantes das minas angolanas, ladeando os intermediários portugueses, ofereceram-lhes um preço quatro ou cinco vezes inferior ao que os diamantes eram comprados às companhias monopolistas. A rede ligada ao "Clube Diamante" estendia-se até ao Zaire, para onde os diamantes eram transportados por condutores de camiões através da fronteira na província Lunda Norte. Porém, em 1983, a harmonia foi destruída pelo aparecimento de mais uma rede independente das duas primeiras. 


Tratava-se da rede de Luís Barria Sousa da Silva, nascido na província do Bié, que tinha fugido, depois da proclamação da independência, para a Namíbia, onde, segundo dados da segurança de Estado angolana, colaborou com os homens da UNITA. Luís da Silva, em 1982, foi para Portugal, criando aí uma poderosa empresa de "encaminhamento de diamantes" com ligações em Espanha e Bélgica. Esta rede de representantes mais jovens, dinâmicos e agressivos do mundo "camanguistas", que começou a atrair as pessoas necessárias de outros grupos. 


Eles infiltraram também dois agentes nos grupos concorrentes do tráfico diamantífero para os estudar com vista à desintegração desses grupos. 

Os "camanguistas" do Silva estabeleceram negócios com embaixadas de uma série de países. Eles recebiam os diamantes directamente das minas das províncias setentrionais do país, ladeando a corrente de intermediários. Tal como os dois primeiros grupos, foram criadas casas de câmbio ilegais para trocar moeda convertível pelos quanzas locais. Os pilotos portugueses da companhia aérea TAAG, Artur Pereira e Rui Cardoso, garantiam o transporte dos diamantes para Portugal. 


Parte significativa dos diamantes, por caminhos trilhados, ia para o Zaire, e daí, o piloto José Marques dos Santos, no avião da companhia aérea portuguesa TAP, trazia-os para Portugal. Com os esforços dos órgãos de segurança do Estado, com o apoio de conselheiros do KGB, todos os três grupos de "camanguistas" foram desmantelados. A maioria dos participantes foi detida e julgada pelo tribunal popular de Angola. A companhia de extracção de diamantes "Diamang" calculou o prejuízo causado pelos três grupos de traficantes de diamantes numa quantia comparável a alguns biliões de dólares. 


A direcção de Angola dedicou enorme atenção ao processo dos traficantes de diamantes. Segundo os investigadores dos órgãos de segurança, tão grande contrabando de diamantes não podia existir eficazmente sem amplas ligações corruptas na direcção politica e governativa do país. 


Mas nenhum dos altos funcionários apareceu no processo, embora seja do domínio público que o ministro Defesa, Iko Carreira estivesse envolvido bem como o angolano Fernando Fragata jogador da selecção de hóquei em patins. Fragata foi recrutada em Lisboa pelo agente secreto americano Raul Dias. Na capital de Angola, Fragata tinha o arquivo, o transmissor e cifras do antigo cônsul americano em Luanda. Ele tinha dinheiro suficiente para realizar trabalho de espionagem, incluindo dólares americanos. 


Por todos os crimes, que, além de espionagem, incluía tráfico de diamantes, Fragata foi condenado à morte. Depois a sentença da parte da acusação pelos crimes contra a segurança do Estado, foi suspensa devido à necessidade de maior investigação. Fragata cumpriu, por tráfico de diamantes, a pena de seis anos de prisão no campo de concentração de Bentiaba. 


Assim terminou o processo sobre o contrabando de diamantes em grande envergadura de Angola para a Europa. A galeria de corruptos milionários não para de crescer na Republica de Angola, multiplicam-se como metástases cancerosas que só com a sua ablação por métodos revolucionários se conseguirá voltar a sanear Angola desta enfermidade que a consome de forma terminal.


17-9-2016


Por : Jose Antonio Canhoto,  em Ponto final

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO

PRESIDÊNCIA DO MOVIMENTO DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE


A PRESIDÊNCIA DO MOVIMENTO DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE NAS VESPERAS DE NATAL E ANO NOVO, REAFIRMA A SUA OPÇÃO DE LUTAR FIRMEMENTE ATÉ O ESTABELECIMENTO DA NOSSA AUTODETERMINAÇÃO  E pelo fim do regime  colonial Angolano na Nação Lunda Tchokwe, acção que deverá ser concretizada em 2017 com o apoio de uma mobilização generalizada de todo o nosso povo, desde o Kuando Kubango, Moxico, Lunda Sul e Norte e de todos os cidadãos de boa vontade, amantes da paz e fraternidade Universal.




Especial carinho para todas as crianças da nossa linda terra que neste natal, não terão brinquetos nem festas, os doentes nos hospitais sem médicos nem medicamentos, as famílias pauperimas desconhecidas do nosso orgulho, aos milhões de braços para impedir a colonização tiranica do regime de Angola, as forças de defesa e segurança publica protectores e garantia da ordem, aos nossos “MUANANGANAS”, e a todos aqueles anonimos…



ASSIM, A PRESIDÊNCIA DO PROTECTORADO DESEJA A TODOS OS SEUS MEMBROS,   UMULE- UNIÃO DA MULHER LUNDA TCHOKWE, JUPLE-JUVENTUDE PATRIOTICA LUNDA TCHOKWE E O POVO MARTIRIZADO LUNDA TCHOKWE,


              UM FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO


LUANDA, 23 DE DEZEMBRO DE 2016.


O PRESIDENTE



JOSÉ MATEUS ZECAMUTCHIMA