terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

ZECAMUTCHIMA NO ENCONTRO DE CORTESIA COM ABEL CHIVUKUVUKU PRESIDENTE DA CASA-CE

ZECAMUTCHIMA NO ENCONTRO DE CORTESIA COM ABEL CHIVUKUVUKU PRESIDENTE DA CASA-CE



José Mateus Zecamutchima, Presidente do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe, do que clama autonomia daquela região; Kuando Kubango, Moxico, Lunda Sul e Norte, encontrou-se esta terça feira 14 de Fevereiro do corrente ano com o Líder da 2ª Força Politica da Oposição Angolana, Dr Abel Chivukuvuku, no ambiente de cortesia.


No encontro abordaram as questões ligadas a crise economica e financeira que assola Angola no seu todo e os desafios do futuro.


Na realidade não faltou também a questão da reivindicação autonomista do Povo Lunda Tchokwe, de forma particular.


O encontro de mais ou menos,  uma hora e quarenta minutos  teve lugar na sede Nacional da CASA-CE em Luanda.


O mais importante é saber que, os futuros dirigentes do Angola de amanhã, estão preocupados com os problemas do dia a dia das populações e, em busca das futuras soluções.



O Presidente Mutchima, acompanhado do Secretario Nacional do Patrimonio José Kupumbu e do Secretario de Informação e Mobilização Domingos Samujaia, disse que vai procurar encontrar-se com vários dirigentes de outros Partidos da oposição Angolana, se possível também com alguns dirigentes do MPLA, para abordar com eles as mesmas questões que afeitam as popçulações no geral e em particular a reivindicação do direito natural e legítimo do povo Lunda Tchokwe a sua Autonomia.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

GRANDE NOTÍCIAS E REPUBLICANO PRESS PUBLICAM CARTA DO PROTECTORADO AO EXECUTIVO ANGOLANO, “PR JES/MPLA” MARIMBA-SE PARA A QUESTÃO LUNDA TCHOKWE

GRANDE NOTÍCIAS E REPUBLICANO PRESS PUBLICAM CARTA DO PROTECTORADO AO EXECUTIVO ANGOLANO, “PR JES/MPLA” MARIMBA-SE PARA A QUESTÃO LUNDA TCHOKWE



A edição n.º 90 de 3 de Fevereiro de 2017 do Jornal Grande Notícias e a edição Nacional do Jornal Republicano Press do Partido Angolano PREA de 21 de Janeiro, nas ruas da capital angolana, publicaram em simultaneo a carta do Movimento do Protectorado ao executivo angolano, carta que o Presidente José Edaurdo dos Santos e o MPLA continuam a ignorar, tal como as anteriores, incluindo a Carta da EFA – European Free Alliance em 2015 e a dos Advogados do movimento.


Do Protectorado Lunda Tchokwe, nomeadamente, o seu Presidente, José Mateus Zecamutchima, enviou uma missiva ao Presidente da República, José Eduardo dos Santos, cujo teor de alguns extractos aqui se segue:


Os factos jurídicos e históricos da colonização de África e a sua partilha que desembocou da conferência de Berlim 1884 – 1885, lê-se no documento, dividiu povos inteiros, nações, famílias, etnias, juntou diferentes povos e reinos sem o consentimento destes, delimitou fronteiras convencionais contra as naturais entre estados usurpadores ou potenciasEuropeias do século XIX, esta historia esta presente nos arquivos do mundo inteiro, constituindo assim provas documentais e testemunhais que não podem serem ignoradas, nem escamoteadas.


E, tem sido esta razão dos conflitos violentos em África, que actualmente o Ocidente considera como, “Conflitos étnicos” muitas vezes, legitimando o novo colonialismo “PRETO” em África.


O conjunto dos factos historicos da LUNDA TCHOKWE e sua organização coerente, estão sob vossa mesa de trabalho desde 2007. “Mais uma vez na minha qualidade de Presidente do Movimento do Protectorado, tomo a liberdade de endereçar a Vossa Excelência estas linhas em busca do diálogo sobre a “Questão Lunda Tchokwe”, reivindicada pelo nosso povo como um direito natural e legítimo”.


Continuando, a missiva afirma que há clara noção das multiplas responsabilidades que pesam sobre os ombros de José Eduardo dos Santos, no âmbito da governação de Angola e dos seus múltiplos problemas, incluindo os da Nação Lunda Tchokwe.


O documento afirma, “também, temos plena consciência, de que, como humano que vosso Excelência é, provavelmente pode não ter o total conhecimento do que vai ocorrendo no espaço geografico dos limites territóriais e no seio das varias populações e regiões. Até é provável que os relatórios de que vossa excelência se serve para ter uma imagem do processo reivindicativo LUNDA TCHOKWE, seus dados não correspondam a realidade”.


Por outro lado, o direito inalienável do povo Lunda Tchokwe é a sua autodeterminação, ou seja independência, por ser nosso direito legítimo e natural, porém, optamos pela “AUTONOMIA”, como a Escócia do Reino Unido ou a Catalunia na Espanha.


Aqui não se fala em separação com Angola, esta é a nossa luta, que não é contra outras Nações: Congo, Kwanhama, Bailundo ou Benguela, Ndongo e Matamba que conformam o estado heterogéneo conhecido pelo nome de Angola.


Finalmente, aponta a missiva, o povo Lunda Tchokwe aguarda com ansiedade a justiça “Divina”. O Presidente do Protectorado Zecamutchima na missiva a José Eduardo dos Santos, “Informo Vossa Excelência, que tenciono voltar a escrever até que a nossa causa seja resolvida com base nos principios por vossa excelência defendidos em 2013, ser “vossa convicçã, que no contexto do mundo actual, em que os Estados democráticos e de direito se afirmam cada vez mais e se envidam cada vez mais esforços no sentido do respeito dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos, a regra da resolução de conflitos deve ser o diálogo e o debate franco e aberto, como forma de alcançar o consenso” , discurso de JES na abertura do fórum Pan-Africana, “Fundamentos e recursos para uma cultura de Paz”, que decorreu naquele ano de 27 a 28 de Março, em Luanda, numa organização conjunta da UNESCO, União Africana e o Governo Angolano.


Para José Edaurdo dos Santos, as questões de natureza interna, e mesmo as que possam ocorrer a nível internacional, não devem ser dirimidas por via de confrontação violenta, mas sim atráves da concertação e negociação permanente, até se chegar a um acordo que dê resposta as aspirações das partes envolvidas, mas que ao mesmo tempo se conforme com os superiores interesses nacionais, tal como a soberania, a unidade e a integridade da nação e o respeito pela dignidade humana.


A terminar a missiva apresenta ao Presidente da República, votos de iluminação divina, alta estima e consideração do povo Lunda Tchokwe que pede a DEUS que lhe seja prolongada a vida milhões de anos.




Fontes:Grandes Notícias e Republicano Press.


QUEIXA CONTRA EXPLORAÇÃO DE DIAMANTES NA LUNDA TCHOKWE VÃO AO TRIBUNAL DO REGIME TIRÁNICO DE ANGOLA

QUEIXA CONTRA EXPLORAÇÃO DE DIAMANTES NA LUNDA TCHOKWE VÃO AO TRIBUNAL DO REGIME TIRÁNICO DE ANGOLA



O Procurador-Geral da República (PGR) de Angola aceitou a queixa das autoridades tradicionais das Lundas contra empresas diamantíferas que usurparam lavras e quimbos de pacatos cidadãos.


O conflito leva três anos desde que os mwananganas das Lundas deram entrada com uma queixa na PGR, em Luanda, contra os empresários, na sua maioria generais, das minas de diamantes que, segundo a denúncia, usurparam lavras e aldeias das comunidades sem as devidas indeminizações.


Os queixosos, entre mwananganas, camponeses e outros foram notificados a comparecerem nesta quarta-feira, 8, na unidade policial junto ao sector diamantífero do Cafunfo a fim de serem ouvidos.


O soberano mwanangana Mwakapenda Kamulemba, um dos subscritores da queixa, manifestou alguma reserva pelo facto de o assunto em conflito tratar-se nas instalações de uma das partes em conflito.


Alguns camponeses e outras autoridades tradicionais da Lunda Norte já se encontram em Cafunfo para deporem sobre os seus bens destruídos pelas empresas diamantíferas.


O mwanangana Mwakapenda Kamulemba desconfia que este processo venha a morrer na praia, mas deixou um alerta de que mais vale morrer do que ser humilhado.


O presidente do Movimento Protectorado Lunda Tchokwe José Mateus Zecamutchima disse que este processo só foi reaberto devido à polémica levantada nos últimos dias.


Ele diz esperar que o processo tenha pernas para andar e sublinhou a morte de muitas pessoas depois de terem perdido as suas terras.


terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

RUI LUCAS ESTA DETIDO ILEGALMENTE HÁ 34 DIAS NA POLICIA DO CUANGO

RUI LUCAS ESTA DETIDO ILEGALMENTE HÁ 34 DIAS NA POLICIA DO CUANGO



CAFUNFO,7/02 - Rui Lucas, Membro do Secretariado Regional em Cafunfo, do Protectorado Lunda Tchokwe, esta detido ilegalmente no Comando da Policia do Cuango há 34 dias, desde o dia 4 de Janeiro do corrente, sem culpa formada, nem crime praticado, sem prisão legalizada pela entidade da PGR Municipal.


No dia 4 de Janeiro de 2017, realizou-se uma mega manifestação que reuniu cerca de 2.500 pessoas, numa acção popular e pacifica em Cafunfo de membros do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe.


Manifestação decorria sem incidentes, quando o Agente de uma esquadra movel sr Levi, atirou-se contra o cidadão Rui Lucas, a população não esperou e partiram contra o agente Levi, que foi de imediato evacuado para o Hospital em Malange, o mesmo já se encontra de boa saúde. O incompreebsível é, qual é o crime para manter o sr RUI LUCAS até hoje na cadeia?..


O artigo 2.º e 3.º da Carta Africana dos Direitos Humanos e dos Povos, reconhece as liberdades e as garantias para os cidadãos e que a pessoa humana é inviolável, artigo 4.º, o mesmo se repete nos artigos segunte 5.º, 6.º, 7.º ETC, ETC,.


O Comando da Policia do Cuango, para além de estar a violar os direitos humanos inerentes a pessoa do Sr Rui Lucas, esta a cometer o crime de estar a escravizar e aprisionar inocentemente um pacato cidadão.


O Comando Províncial da Policia Nacional, a PGR, o Governo da Lunda-Norte, que explique publicamente a sociedade qual foi o crime cometido por este membro do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe para o manter preso até hoje?..



O Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe, solicita apoios da Comunidade Internacional, das ONGs Internacionais, da AMNTIA INTERNACIONAL, HRW a intervir em defesa da LIBERDADE DO ACTIVISTA RUI LUCAS, inocente a cumprir cadeia ilegal…. 


sábado, 4 de fevereiro de 2017

ANGOLA FALA SÓ – JOSÉ MATEUS ZECAMUTCHIMA: “O GOVERNO DE LUANDA É MUITO TEIMOSO”

ANGOLA FALA SÓ – JOSÉ MATEUS ZECAMUTCHIMA: “O GOVERNO DE LUANDA É MUITO TEIMOSO”



As manifestações nas Lundas pela autonomia da região vão continuar, disse o presidente do Movimento do Protectorado da Lunda Tchokwe, José Mateus Zecamutchima.


Zecamutchima falava no programa “Angola Fala Só” onde a participação dos ouvintes foi feita inteiramente através das redes sociais devido à impossibilidade de se estabelecer ligações telefónicas com Angola.


O dirigente daquele movimento disse que na sequência dos incidentes do fim-de-semana passado no Saurimo em que várias pessoas, incluindo sobras, foram presos, a situação agora estava calma.


Todas as pessoas foram libertadas. O movimento tinha anunciado a sua intensão de levar a cabo uma manifestação na cidade á semelhança do que tinha acontecido dias antes no Cafunfo.


O líder do movimento – que luta pela autonomia da região – disse que tinha informado o Governo, no ano passado, da sua intenção de levar a cabo manifestações este ano para exigir o diálogo sobre as suas aspirações.


José Mateus Zecmutchima descreveu uma situação de extrema pobreza nas Lundas onde segundo disse não há uma única fábrica e onde “há 90% de desemprego”.


“As Lundas são um celeiro para o enriquecimento dos dirigentes, dos seus filhos e dos generais”, disse.


Interrogado sobre as próximas eleições em Angola, Zecamutchima disse que advoga a abstenção da população das Lundas dessas eleições.


“Não vamos votar para legitimar o colono”, afirmou, descrevendo todos os partidos políticos como parte das instituições estatais angolanas.


Para além disso, disse, “todos os angolanos sabem que o MPLA faz sempre batota”.


“Não ouvi nenhum partido da oposição falar sobre o futuros das lundas”, acrescentou, afirmando ainda que a sua organização tinha-se reunido com todos os partidos angolanos incluindo com o próprio MPLA no poder para explicar as suas reivindicações


“Ninguém se dignificou a responder”, acrescentou.


“Todos os partidos são angolanos”, disse.


Para José Mateus Zecamutchima as Lundas são um estado sob ocupação e objectivo do movimento é ter as suas próprias instituições com ligações ao estado angolano num regime autónomo.


Zecamutchima disse que o seu objectivo é uma autonomia semelhante aquela que a Escócia tem dentro da Grã-Bretanha em que os escoceses tem a sua própria legislatura mas fazem parte também das instituições britânicas.


Dentro desse esquema os próprios partidos angolanos poderá operar nas Lundas tal como acontece no caso português da Madeira onde os partidos nacionais actuam naquela região autónoma.


“O problema é simples: sentar e discutir”, afirmou acrescentando que o que “pode ser complexo” são as modalidades dessa autonomia.


O líder do Movimento do Protectorado das Lundas reafirmou uma política de resistência e luta pacífica do seu movimento embora tenha afirmado que há crescentes vozes a favor da violência.


“O Governo de Luanda é muito teimoso”, disse e isso põe em perigo a estabilidade de uma inteira região porque se houver violência nas Lundas isso pode alastrar-se para países vizinhos.





sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS ANUNCIA QUE NÃO SERÁ CANDIDATO DO MPLA AS ELEIÇÕES DE AGOSTO DE 2017

JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS ANUNCIA QUE NÃO SERÁ CANDIDATO DO MPLA AS ELEIÇÕES DE AGOSTO DE 2017


Luanda - O presidente do MPLA e chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, anunciou hoje que não será recandidato ao cargo nas eleições gerais deste ano, deixando assim o poder em Angola ao fim de 38 anos, avançando João Lourenço.

Fonte: Lusa




A posição foi transmitida por José Eduardo dos Santos no discurso de abertura da reunião do Comité Central do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), que está a decorrer hoje em Luanda, com a aprovação da lista de candidatos do partido a deputados nas eleições gerais de agosto em agenda.


José Eduardo dos Santos anunciou - o que aconteceu pela primeira vez publicamente - que a 02 de dezembro, também em reunião do Comité Central, foi aprovado o nome do vice-presidente do partido e ministro da Defesa, João Lourenço, para cabeça-de-lista do MPLA às próximas eleições gerais, e candidato a Presidente da República, e do ministro da Administração do Território, Bornito de Sousa, como número dois, concorrendo a vice-Presidente.


José Eduardo dos Santos, reeleito presidente do partido em 2016, completa em agosto próximo 75 anos, tendo anunciado em março último que pretendia abandonar a vida política.


"Em 2012, em eleições gerais, fui eleito Presidente da República e empossado para cumprir um mandato que nos termos da Constituição da República termina em 2017. Assim, eu tomei a decisão de deixar a vida política ativa em 2018", anunciou José Eduardo dos Santos, depois de passar em revista o seu percurso no MPLA e na liderança de Angola.


Entre outros momentos, recordou que integrou o movimento anticolonial em 1960, aos 18 anos, e que em 1974 foi eleito membro da direção do MPLA.


José Eduardo dos Santos é Presidente de Angola desde setembro de 1979, cargo que assumiu após a morte de Agostinho Neto, o primeiro Presidente angolano.


A Constituição angolana aprovada em 2010 prevê a realização de eleições gerais a cada cinco anos, elegendo 130 deputados pelo círculo nacional e mais cinco deputados pelos círculos eleitorais de cada uma das 18 províncias do país (total de 90).


O cabeça-de-lista pelo círculo nacional do partido ou coligação de partidos mais votado é automaticamente eleito Presidente da República e chefe do executivo, conforme define a Constituição, moldes em que já decorreram as eleições de 2012.


Nesse último ato eleitoral, segundo dados da Comissão Nacional Eleitoral, o MPLA garantiu uma votação total de 71,84%, elegendo nos dois círculos 175 deputados, enquanto a UNITA conquistou 18,66% dos votos e 32 deputados.


A então estreante coligação CASA-CE chegou aos 6,00% e oito deputados e o PRS aos 1,70% dos votos e três deputados.



A histórica FNLA, um dos três movimentos de libertação do período colonial, juntamente com o MPLA e a UNITA, conquistou apenas 1,13% dos votos, elegendo os restantes dois deputados.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

MORREU ETIENNE TSHISEKEDI PRINCIPAL LÍDER DA OPOSIÇÃO NA RD CONGO

MORREU ETIENNE TSHISEKEDI PRINCIPAL LÍDER DA OPOSIÇÃO NA RD CONGO



KINSHASA (Reuters) - O principal líder da oposição do Congo, Etienne Tshisekedi, um dos mais importantes defensores da democracia no país, morreu em Bruxelas aos 84 anos, disseram fontes diplomáticas nesta quarta-feira.


Tshisekedi enfrentou o ditador Mobutu Sese Seko, que governou o país, então conhecido como Zaire, por décadas antes de ser derrubado por Ruanda, Uganda e outras forças. Ele também foi o mais proeminente oponente civil de antigo presidente Laurent-désiré Kabila, que assumiu o poder em 1997, e seu filho, o presidente Joseph Kabila, que governa o pais desde 2001.


Como tal, ele foi uma figura fundamental na República Democrática do Congo, num país cuja história tem sido marcada por intervenção estrangeira, guerra civil, golpes de Estado e regime autoritário. Seu vigoroso ativismo significava que ele poderia atrair grandes multidões.


Tshisekedi serviu como ministro sob Mobutu antes de ajudar a fundar o Partido da União para a Democracia e o Progresso Social (UDPS), a primeira plataforma de oposição organizada no Zaire, em 1982.


Ele foi nomeado primeiro-ministro quatro vezes na década de 1990 no governo de Mobutu contende com correntes pró-democráticas no país, mas Tshisekedi nunca durou mais de alguns meses como ele repetidamente chocou com o autocrata carismático.


Ele estava pronto para assumir o primeiro posto no conselho de transição acordado em dezembro sob um acordo para preparar o caminho para que o presidente Kabila deixar o poder, a eleição foi adiada para abril 2018 devido a "dificuldades logísticas e financeiras", e o Tribunal Constitucional autorizou o presidente Joseph Kabila a permanecer no poder até que as eleições se realiza-se.



O secretário-geral adjunto da União para a Democracia e Progresso Social (UDPS) Bruno Tshibala, confirmou à morte de Etienne Tshisekedi ocorrido as 17:22 no Hospital St. Elisabeth, em Bruxelas na sequência de uma embolia pulmonar.




terça-feira, 31 de janeiro de 2017

DENÚNCIA: POLICIA DE CAFUNFO ACABA DE COLOCAR ARMAS EM CASAS DE MEMBROS DO PROTECTORADO, VÃO SIMULAR ESTA NOITE RUSGAS PARA TENTAREM IMPUTAR RESPONSABILIDADES DE VIOLÊNCIAS AO MOVIMENTO

DENÚNCIA: POLICIA DE CAFUNFO ACABA DE COLOCAR ARMAS EM CASAS DE MEMBROS DO PROTECTORADO, VÃO SIMULAR ESTA NOITE RUSGAS PARA TENTAREM IMPUTAR RESPONSABILIDADES DE VIOLÊNCIAS AO MOVIMENTO

  
Fonte que pediu anonimato, digna de confiança, acaba denunciando nas últimas horas que a Policia de Cafunfo, colou secretamente armas em casas de alguns membros do Protectorado e esta noite, irão simular rusgas nas referidas residências, o objectivo é o de mostrar que membros do Movimento possuem armas.


NÃO EXISTE ARMAS NO MOVIMENTO DO PROTECTORADO  NEM INTENÇÕES PARA AS TEREM


De acordo com a mesma fonte, por ordens superires vindas de Luanda do Presidente José Eduardo dos Santos, o plano é antigo, tem sido denunciado muitas vezes, mas a Policia de Cafunfo e Cuango, esperam do momento oportuno. A reunião que se realizou hoje na esquadra de Cafunfo, indicaram os Agentes ADELINO QUINTINHO MANUEL, Comandante da referida esquadra e o Agente DOMINGOS ANTÓNIO DE MORAIS “Ngangula”, Chefe de Brigada Escolar para executarem o referido plano que já esta em marcha desde as primeiras horas de hoje 31 de Janeiro de 2017.


A ferro e fogo, o Governo Angolano esta a procura alguma forma para destruir brutalmente o movimento, usando se chacinas de populares na localidade de Cafunfo.


Há menos de 24 horas, a localidade de Cafunfo esta cheia de agentes a paisana, sobretudo nas redondezas de casas de membros visados.



Denuncia em actualização…


Autoridades tradicionais do Protectorado na Lunda Sul acusam a polícia de violar "lugares sagrados"

Autoridades tradicionais do Protectorado na Lunda Sul acusam a polícia de violar "lugares sagrados"



Eles pedem reparações e explicações do Presidente da República.



As autoridades tradicionais conhecidas como soberanos Mwananganas da Lunda Sul reuniram-se nesta segunda-feira, 30, em Saurimo e decidiram exigir a reparação de danos resultantes das detenções arbitrárias feitas, segundo elas, pela polícia no Sábado, 29.



Elas avaliaram os danos morais e materiais causados ao poder tradicional na província da Lunda Sul e concluíram ainda que, para além das detenções arbitrárias havidas, os agentes da polícia introduziram-se em “lugares sagrados, desactivaram objectos ancestrais e intocáveis e pilharam o património tradicional”.


Para aquelas autoridades, ninguém vai minimizar os abusos que se assistem naquela região por orgulho do pessoal no poder.


O rei Mwandumba alerta que os tchokwes não são pessoas de medo e apresentou o exemplo dos seus confrades na região de Katanga.



No encontro participaram 15 altas autoridades do “soberano reino dos tchokwes”, que se solidarizaram com os seus confrades detidos no Sábado e soltos no Domingo.



Activistas e sobas presos em Saurimo, Lunda Sul. Passaram a noite na cadeia de Saurimo e foram soltos no dia seguinte.



O rei Zinzi pediu ao Presidente da República explicações dos excessos em Saurimo contra os mwananganas.


As autoridades governamentais do Saurimo continuam em silêncio e todos os esforços no sentido de ouvir a governadora Cândida Narciso resultaram em fracasso.


Activistas das Lundas tinham previsto uma manifestação no sábado em Saurimo, a exigir que o seu direito à autonomia seja respeitado, mas a polícia impediu a mesma, detendo 15 dos organizadores.

VOANEWS



sábado, 28 de janeiro de 2017

SITUAÇÃO TENSA NO SAURIMO DEVIDO A PROGRAMAÇÃO DA MANIFESTAÇÃO QUE O GOVERNO ANGOLANO ABORDOU

SITUAÇÃO TENSA NO SAURIMO DEVIDO A PROGRAMAÇÃO DA MANIFESTAÇÃO QUE O GOVERNO ANGOLANO ABORDOU



Situação tensa no Saurimo devido a programada manifestação.


Quatro sobas foram detidos, dizem activistas. Polícia em força nas ruas da cidade.


As autoridades policiais angolanas prenderam quatro sobas no Saurimo onde policias armados e com cães patrulhavam as ruas devido a uma programada manifestação de apoiantes do Movimento do Protectorado das Lundas, disse o porta-voz do movimento na cidade Domingos Kamundjaya.


O movimento reivindica autonomia para o território e há alguns dias atrás levou a cabo uma manifestação no Cafunfo.


Kamundjaya disse que a polícia com cães e “armados até aos dentes” estavam a patrulhar a cidade.


Por outro lado Osvaldo Manuel um dos organizadores da manifestação disse que foi hoje detido no bairro Mwanguez.


Manuel falou á Voz da América quando se encontrava a caminho do comando municipal da policia acompanhados por agentes policiais.



Osvaldo Manuel tinha sido interrogado pela polícia na Quinta-feira sobre a programada manifestação e teve que assinar um termo de responsabilidade por qualquer ocorrência durante a programada manifestação.



Tal como requerido pela lei os organizadores tinham anteriormente informado as autoridades da sua intensão de levarem a cabo a manfiestação.


Não houve qualquer reacção ou declaração por parte das autoridades.


ZECAMUTCHIMA DENÚNCIA TRABALHO INFANTIL E OUTRAS ATROCIDADES NA LUNDA TCHOKWE


Zecamutchima denúncia altos níveis de mortalidade e prostituição infantil.


A situação das crianças nas Lundas é dramática com altos níveis de mortalidade e prostituição infantis, disse o líder do Movimento do Protectorado das Lundas, José Mateus Zecamutchima.


O activista rejeitou as estatísticas oficiais sobre a mortalidade infantil, que indicam uma queda nessas mortes, afirmando que elas não reflectem a realidade vivida nas Lundas onde, segundo disse, os níveis são muito elevados.


“O ministro da Saúde foi chamado para constatar esta situação”, disse, adiantando que "o Governo quer apenas sair bem na fotografia perante a comunidade internacional, mas a situação no terreno é completamente diferente''.


O dirigente do Movimento do Protectorado das Lundas afirmou que a mortalidade infantil tem como grande causa a fome, o mesmo acontecendo com mães que morrem durante o parto.


''As mortes de crianças advêm da falta de alimentação e muitas mulheres morrem durante o parto porque, durante a gravidez, nao ser alimentaram bem, não há alimento'', afirmou.


José Mateus Zecamutchima disse estar chocado com o aumento da prostituição infantil.


''Uma das coisas novas que nunca vi nas Lundas é a prostituição infantil, meninas de 12, 13,15 anos, com tanta carência que, para sobreviverem, vão se prostituir nas ruas, para conseguir 100 kuanzas para comprar um pão", descreve Zecamutchima, acrescentando que a maior parte destas meninasjá tem bebé nos braços por culpa da pobreza''.


A VOA tentou contactar por telefone o governador da província da Lunda Norte, mas sem sucesso.