sexta-feira, 7 de abril de 2017

QUEM SÃO AS VERDADEIRAS AUTORIDADES DO PODER TRADICIONAL DE ACORDO COM ALINEA B) DO N.º4 DA PORTARIA N.º65/73, DE 20 DE JANEIRO, CASO ESPECIFICO LUNDA TCHOKW

QUEM SÃO AS VERDADEIRAS AUTORIDADES  DO PODER TRADICIONAL DE ACORDO  COM ALINEA B) DO N.º4 DA PORTARIA N.º65/73, DE 20 DE JANEIRO, CASO ESPECIFICO LUNDA TCHOKWE



Em 1973 o Governo Português, atráves do Governo-Geral da Província ultramarina de Angola, produziu aquela que seria a sua última lista de Autoridades do Poder Tradicional autoctone, atravês da Portaria N.º65, alinea b) do n.º 4, de 20 de Janeiro, ou seja um antes da independência de Angola - 1975, com ela a usurpação do Protectorado Português da Lunda Tchokwe.


Vamos simplesmente aqui reproduzir a lista especifica da autoridade do Poder Tradicional da Nação Lunda Tchokwe – Kuando Kubango, Moxico e o Distrito da Lunda, na maioria dos casos uttilizamos os nomes destas localidades e pessoas prevalescente daquela epóca 1960 - 1970:


Kuando Kubango


Municipio
Comuna
Nome da Autoridade
Menongue
Municipio Sede
António Luis Mocoboto
Clemente Liveve
Alves Matias
Adriano Gandala

Caiundo
Gangami Masseca
Chilola Massozi

Cueio
Calolota Chicua
Rivungo
Sede
Baita
Justino Samassinda
Livingue Chimuanga
Mafuta Rilundo
Minganja Cacoma
Cuangar
Sede
Nanjamba Mangondo

Savate
Calunda Pande

Rito
Massambo Rito
Calai
Sede
Camuel

Maué
Maxiti Chindongo
Cuito Cuanavale
Sede
Seleze Lupale
Luzento Vinona
Muzuza Dumba
Chameia Mupunga

Longa
Seúlo Guite
Chinoia Mangoa
Xipipa Troco
Calengue Caxupe

Baixo Longa
Jamba Ulombo
Incha Capitango
Riabela Chifuela

Lupire
Muene-Cuango
Mavinga
Sede
Maáquina Capusso
Ulombo
Bimba
Chimongua

Luangue
Riquinha
Dirico
Sede
Muievo Uéca

Mucusso
Samaquena
Cutenda
Cuchi
Sede
José Cambinda

Cutato
Cuanda Samba
João Baptista Bartolomeu Dias

Chinguanja
José Cambinda


Moxico


MOXICO
Sede Vila Luso
Sambongue Muachimbo
João Luis
Alberto Sacuhá
Francisco Pedro
Hembe Sacalunda
Jacinto Ricomeno
Chindumba Sangongo

Cachipoque
Muamemo
Calema
Lupaxe

Lucusse
Chitári
Muínhe
Mutoche
Chicololo

Muangai
Fumbelo
Teixeira de Sousa
Sede
Mussumari Vieira
Tximbundo Lufunda
Fernando Viúme Estevão
Mário Sozinho Fota
Adelino Chipambi
Catende Mucuatxa Muzungo
Augusto Chiena Mucamba
Susana Txilefo
Txipato Salusseque
Mucaso Caiombo Txipuica
Txissala Maquina
Ieta Txilenga
Luacano
Sede
Tomás Genga
Ricalato Caiombo

Dilolo
Rituai Cavanda
Cameia
Sede
Jamba
Chiesso
Nhalucatula
Camanongue
Sede
Tomé Cavanda Sambavo
Tulumba Samachichi
Léua
Sede
Muacanturi

Sandando
Já Cameia
Chipoia
Lingoche
Já Ricomeno
Fernando Chinhenba
Alto Zambeze
Sede
Jamba Cassapato

Caianda
Sacuzaza Saliambo
Filipe Mazunda Tambo

Calunda
Martins Caparandala
Chimixe Txibuica

Lóvua
Chilai Canonguessa

Lumbala
Sachovo Capalo

Nana-Candundo
Chissengue Nhacatolo
Bei Nhambaza
Luchaze
Sede
Muessumpo Catala
Uaricaia Samba
Cúmbua Cassavi
Uhono Limuna
Muacaquetxe Chihinga

Alto Cuito
Teúla Cambala

Cassamba
Vilengueia Chambato
Chiquequela
Muteto
Sapopa

Muíe
Lambi Muconda
Chinoia Chipango
Bundas
Sede
Calabanda Gongola
Macai Lingungue
Chiputa Fulai

Lutembo
Rituai Calunga

Lumai
Cafuna Nhachinhundo
Peso Nhacáqui
Chainda Capalo

Sessa
Malassa Cauacho
Muzangumuna Dielo
Chimbare Calucango
Forma Cassonda
Lumingos Riato


LUNDA


HC Saulimbo
Sede
Artur Miúdo Nanguanza
Muatxissengue
Miguel Texíndua

Mona Quimbundo
Domingos Sacaínda
Silva Chicanha

Elias Garcia
Justino Mua Itumbo
Portugalia
Sede
Boneu Zacarias Fortuna

Luachimo
Ritende Emílio Nauege

Lóvua
Cafulama Xitopo
Cambulo
Sede
Sacai Samulumbula
Pequenino Salomão
Chinhama Francisco
Samuimba Rodrigues

Cachimo
Sacamba Muvumo

Canzar
assombo

Luia
Muassumbuca Chiéuua
Dala
Sede
Muafunga Saipange

Cazage
Gemixe Muiengo

Cassai
Sachichica
Verissimo Sarmento
Sede
Cunzo Leão
José André

Capaia
Almeida Chiriri

Sombo
Sauaxe
Nova Chaves
Sede
Simão Muatxicuata

Cassai
Sacambunge Mandembo

Chiluage
Rafael Mualhaila

Muriege
Txuambe Muazaza
Lubalo
Sede
Xamucassa
Napassa

Luangue
Capembe
Muamucungulo

Muvulege
Monaquianzage
Xacassambi
Cuilo
Sede
Baptista Muatxivumbe
Muaquissoge
Muiaia Luís

Caluango
Chicango
Muazulamina
Ferramenta
Cacolo
Sede
Pedro Sacatala

Cucumbi
José Murieno

Xassengue
Duarte Cassepe

Alto Chicapa
João Uatoca Muatxiteca
Caungula
Sede
João Lengo Donatiano Zovo
António Quivunga
Quissunza Guiriola Quenda

Camaxilo
Muieu Muandjage
Muaprenda Cavula Caita
Capenda Camulemba
Sede
Muamessongo
Muanhangando
Quitumba Capenda

Xinge
Cassange Cambolo
Cuango
Sede
Samba Cafunfo
Hita Quissueia

Luremo
Joaquim Guelo
Camuala
Quipoia Quiamuangala
Xá-Muteba
Sede
Quiluange Quiangonga

Iongo
Quibuna

Cassange
Muheto Lundo
Culaxingo


Na proxima etapa, publicaremos as diferentes famílias que fazem parte da grande nobreza Lunda Tchokwe, as várias étnias ou tribos e sua localização….

terça-feira, 4 de abril de 2017

MANIFESTAÇÕES PACIFICAS UM DIREITO INALIENÁVEL DO POVO LUNDA TCHOKWE PARA EXIGIR DO REGIME TIRANICO E COLONIZADOR A SUA AUTONÓMIA

MANIFESTAÇÕES PACIFICAS UM DIREITO INALIENÁVEL DO POVO LUNDA TCHOKWE PARA EXIGIR DO REGIME TIRANICO E COLONIZADOR A SUA AUTONÓMIA


Nos termos do artigo 47.º da constituição de Angola de 2010, Vista e aprovada pela Assembleia Constituinte, aos 21 de Janeiro de 2010 e, na sequência do Acórdão do Tribunal Constitucional n.º 111/2010, de 30 de Janeiro, aos 03 de Fevereiro de 2010. Promulgada em 05 de Fevereiro de 2010 e da Lei sobre o direito de reunião e das manifestações, Publicada no Diário da Republica n.º 20, I Série de 11 de Maio de 1991, o povo Lunda Tchokwe tem o direito inalienável de sair a rua para se manifestar contra a ocupação colonialista do regime tiranico de Luanda.


“A não-violência é a maior força á disposição da humanidade. É mais poderosa do que a mais potente arma de destruição concebida pelo engenho humano”. Violência desencadeia repressão brutal e mortes desnecessarias por parte dos tiranos e ditadores, esta é a logica que segue os colonizadores, por meio disso, os opressores têm a superioridade esmagadora.A comunidade internacional  só apoiam uma causa, quando existir um poderoso movimento de resistência interna, forte que é capaz de aglutinar grandes massas da população, devemos confiar em primeiro lugar na nossa própria determinação e na nossa própria união.


A constituição de Angola de 2010, diz no artigo 47.º o seguinte: (Liberdade de reunião e de manifestação) , 1. É garantida a todos os cidadãos a liberdade de reunião e de manifestação pacífica e sem armas, sem necessidade de qualquer autorização e nos termos da lei. 2. As reuniões e manifestações em lugares públicos carecem de prévia comunicação à autoridade competente, nos termos e para os efeitos estabelecidos por lei.


O Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe, nos termos do n.º 2 do artigo 47.º, já fez a prévia comunicação á autoridade competente do Governo de Angola, ao endereçar uma missiva ao Presidente José Eduardo dos Santos, documento que fez entrada no dia 14 de Agosto de 2015 no Palacio da Cidade Alta em Luanda, em cujo paragrafo 5.º da mesma, manifestamos o seguinte: como saída da falta de Diálogo, o povo Lunda Tchokwe, ver-se-á,  obrigada a Manifestações Populares Pacificas para exigir do Governo o seu direito á Antonómia”.



Temos de salientar que o Artigo 47.º se encontra no âmbito da Secção I - Direitos e Liberdades Individuais e Colectivas, Capítulo II - Direitos, Liberdades e Garantias Fundamentais do Título II da Constituição. Os preceitos contidos nesta parte da Constituição estão submetidos ao Artigo 28.º da Constituição, que lhes dá força jurídica reforçada, sendo directamente aplicáveis e vinculando todas as entidades públicas e privadas. Não há mediação necessária da lei ordinária e, quando esta existe, não pode restringir o direito, apenas aplicar e executar a Constituição, é isto que o povo Lunda Tchokwe vai fazer . A Manifestação é um direito,  não carece de qualquer espécie de autorização para ser exercido; necessita tão-somente de uma comunicação.QUE JÁ FORA FEITO A 15 DE AGOSTO DE 2015, O PRESIDENTE DA REPUBLICA TEM DOMINIO DESTA COMUNICAÇÃO.


As autoridades do regime não podem, de forma alguma, proibir manifestações. A comunicação que lhes é feita serve apenas para efeitos de orientação do trânsito, conhecimento dos percursos e tomada de medidas administrativas para a manutenção da ordem pública. Não existe qualquer poder público discricionário que possa ou não autorizar a manifestação, que a constituição já autorizou.


Temos esse direito de sairmos a rua para reivindicar civilizadamente o que nos pertence, ninguém engana o nosso povo, o regime tiranico, ditatorial e colonizador, irá na verdade enveredar na bandidagem, usando naturalmente punições, ameaças policiais com presença massiva de Policia de Intervenção Rápida – PIR,  para assegurar a submissão e a obediência  do povo por via de armas. Sabemos que o tiráno fica doente e agitado quando se anuncia manifestações, é capaz de ver nisso o fantasma de guerra na Lunda Tchokwe, por ser sensível a acções e ideias contrarias, susceptíveis de ameaçar o seu reinado, dai o tirano parte para a repressão e brutalidade, de que esta a repor a ordem e segurança publica, irá catalogar-nos de Kalupetismo ou de Golpistas.


O povo no geral, a juventude e as mámas Lunda Tchokwe, não faz muito tempo que o regime do Apartheid que reinou na Africa do Sul, que era sanguinário, combateu no Soweto, as manifestações do Povo Sul Africano, eles enfrentar o poder das armas e policial repressivo, mas venceram a besta. A carta que endereçamos ao Presidente José Eduardo dos Santos, será reproduzida em milhões  de cópias para a sua distribuição ao nosso povo, as Igrejas, a autoridade do Poder Tradicional e aos Partidos da oposição; UNITA, CASA-CE, PRS, FNLA, Bloco Democratico – BD e PDP-ANA, não restará dúvida, de que as condições que a lei impõem, estão cumpridas.


Estamos também a consciencializar com uma “Mobilização Generalizada”, de que sem Autonomia na Lunda Tchokwe, em 2017 o nosso povo não irá a mesas de votos, não irá nas eleições, total abstenção, apesar da repressão da ditadura tiranica e colonizadora, que virá cheia com mentiras propagandisticas, aliás, o regime já vê fantasmas na Lunda Tchokwe, faz tempo, por isso é que esta a fazer a sua diplomácia em Portugal, na sede da ONU e na União Europeia em Bruxelas para tentar contrária o Movimento do Protectorado que já ganhou a visibilidade internacional.


Aos governos do Kuando Kubango, Moxico, Lunda Sul e Norte com os respectivos Comandos da Policia Nacional, vamos enviar a cópia da carta da comunicação prévia de Manifestações Pacificas e Populares que endereçamos ao Presidente José Eduardo dos Santos, para que a Policia não cometa excessos contra manifestantes quando chegar o momento.


A Comunidade Internacional, a ONU, União Africana, União Europeia, as Organizações Internacionais de defesa dos Direitos Humanos, OPEN SOCIETY, AJPD, Mãos Livres, OMUNGA, Construindo Comunidades, Amnistia Internacional, HRW entre vários Organismos e ONGs a quem também vamos endereçar as mesmas cópias da Carta entregue ao Presidente Angolano, para que estas instituições possam acompanhar as manifestações pacifica que se avizinham na Lunda Tchokwe, antes que o regime tiranico, ditatorial venha a informar - vos com mentiras, as de que o Movimento do Protectorado esta a criar vantalismo, aruaceiros ou a infrengir a Lei das Manifestações.


Somos uma instituição séria e organizada que, desde 2006 reivindica a Autonomia da Lunda Tchokwe, um direito legitimo, histórico e natural, que não tem nada haver com as fronteiras fabricadas em 1963 com a criação da Organização da Unidade Africana, sobre a intangibilidade de fronteiras coloniais, nós somos um Protectorado e não uma colonia, se somos colonia, então vamos lutar para a nossa independência.


Lembramos que o próprio Presidente José Eduardo dos Santos, afirmo queregra da resolução de conflitos deve ser o diálogo e o debate franco e aberto, como forma de alcançar o consenso”, quando discursava na abertura do fórum Pan-africano “fundamentos e recursos para uma cultura de paz”, que decorreu de 27 à 28 de Março 2013 em Luanda, numa organização conjunta da UNESCO, União Africana e o Governo angolano.


A comunicação social internacional e Angolana, a que pedimos a publicação desta materia e o acompanhamento.


Para a reação Jurídica, o Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe, conta desde já com a assessoria dos seus advogados nacionais e internacionais que acompanham o processo desde 2006, que em várias ocasiões interviram nos processos ilegais condenatórios dos activistas do movimento.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

MARTINHO JÚNIOR DIZ QUE POVO LUNDA TCHOKWE É MARGINAL AO REGIME TIRANICO DE LUANDA

MARTINHO JÚNIOR DIZ QUE  POVO LUNDA TCHOKWE É MARGINAL AO REGIME TIRANICO DE LUANDA

O texto do sr Martinho Júnior na Paginaglobal


QUEM PRETENDE SUBVERTER OS SONHOS DE ÁFRICA?

Os Portugueses chamaram movimentos nacionalistas angolanas de “TURAS”, Bandidos entre vários nomes, a mentalidade do coloniazador continua com o povo Lunda Tchokwe, muito obrigado por reconhecerem a nossa existência, a existência do Movimento do Protectorado.


OS SONHOS DE ÁFRICA NÃO É COLONIZAR OUTROS POVOS – Artigo 19.º, 20.º e 21.º da carta Africana  dos Direitos Humanos e dos Povos.


A evolução da fronteira comum de Angola com a RDC tem muito a ver com isso: quando se avolumam os factores de instabilidade na profundidade de África, ou dentro dos dois países estimulados a partir de fora com todos os sentidos postos no domínio sobre a água interior e as cobiçadas matérias-primas, essa fronteira ressente-se quase que automaticamente e é por isso que subsistem agrupamentos como os da FLEC-FAC, ou o Protectorado Lunda Tchokwe, para citar dois exemplos para dentro dentro de Angola.



Do lado de Angola, o MPLA “puxou o tapete” às possibilidades de desestabilização “eleitoral”comum e interna, pois os termos da sua candidatura apanharam de surpresa os agrupamentos marginais como a FLEC FAC e o Protectorado Lunda Tchokwe, assim como toda a oposição que vinha lançando uma campanha com apoio ocidental contra o Presidente José Eduardo dos Santos, alegadamente pelos seus muitos anos no poder!



“O Movimento do Protectorado nunca esteve preocupado com a longividade nos poderes de Angola do Cidadão Angolano José Eduardo dos Santos, o colonizador da Lunda Tchokwe”.

sexta-feira, 31 de março de 2017

JES/MPLA CONTINUAM COM AMEAÇAS DE MORTE CONTRA O SECRETARIO GERAL DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE DEPOIS DESTE ESCAPAR DA TENTATIVA DE ASSASSINADO DA POLICIA EM CAFUNFO

JES/MPLA  CONTINUAM COM AMEAÇAS DE MORTE CONTRA O SECRETARIO GERAL DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE DEPOIS DESTE  ESCAPAR DA TENTATIVA DE ASSASSINADO DA POLICIA EM CAFUNFO


Os factos falam por si, bem provados, o Secretario Geral do Movimento do Protectorado senhor Fernando Muaco, esta sendo ameaçado de morte a mando das instância tiranicas do regime colonial do Presidente José Eduardo dos Santos, que não tento visão periférica para o processo da reivindicação da Autonomia como a Escocia, um direito natural e histórico do povo Lunda Tchokwe, agora optou no caminho da perseguição e de ameaças gratuitas ao vandalismo, da brutalidade e do abuso de poder  para semear  assassinatos a procura da instabilidade politica no território.


As sms dos “tetractores” ao serviço do regime, que o Secretario Geral esta a receber, prova mais uma vez com a acção da Polícia na semana passada na residência do Sr SG Fernando Muaco, que não foi uma acção isolada, é ordens superiores do Presidente José Eduardo dos Santos, do Ministros do Interior e toda a cúpula do Governador Ernesto Muangala em conjunto com a Policia do Cuango e o SINSE/SINFO.


Para  Comunidade Internacional e não só, aqui esta o texto das ameaças a morte:

“Fernando Muaco, nós sabemos onde que você está se pensa que estás no território da vossa falsa República Lunda Tchokwe, cuja independência nunca irão alcançar estas muito enganado e serás brevemente capturado e morto. O melhor que você faria não é fugir mas sim enfrentar tá pensa disso”.  Sms enviado do seguinte número telefonico 934076713.


O Movimento do Protectorado existe há mais de 10 anos, a nossa reivindicação é feita de dia nunca na calada da noite, já fomos notificados várias vezes pelos Tribunais de Dundo, Saurimo e Luanda, quando isso ytem acontecido, públicamente e atráves dos nossos Advogados comparecemos diante do poder judiciário Angolano. Os partidos MPLA, UNITA, CASA-CE, PRS, FNLA, BD incluindo a 10ª Comissão da Assembleia Nacional, já encontramo-nos frente a frente, o nosso desafio é público e internacional. Quem é homem de verdade deve fazer acompanhado de notificação expedido pelo PGR e não vem secretamente de noite ou mandar SMS, identifica-se como nós o fazemos….


O JSE/MPLA tem  poder Politico, tem poder militar e policial, tem poder judiciário e tem poder economico que a constituição atipica lhe deu, porque utilizar vandalismo e ameaças com a cabeça enterrada na areia?


Desde o inicio do ano em curso, o regime tiranico e colonial do Presidente José Eduardo dos Santos/MPLA incapaz de diálogar  na base do princípio da ética e da civilidade, optou no vandalismo, é assim que no dia 4 de Janeiro na localidade de Cafunfo ordenou o aprisionamento do cidadão Rui Lucas, agora nas masmorra da Policia no Cuango, com ele, também os cidadãos; André Nzende, Zeca Samuimba, Kazenga Manuel e Charles Acorintio Cajiji.



Que nova estratégia pretende o Presidente José Eduardo dos Santos com esta forma de actuação contra o povo e a Nação Lunda Tchokwe? Matar o movimento do Protectorado? Criar instabilidade politico militar na região? A policia em Cafunfo e Cuango continua a tormentar pactos cidadãos sob olhar silencioso do Governo de Ernesto Muangala e do poder em Luanda, mesmo com tantas denuncias dos actos criminosos policiais na localidade.