terça-feira, 4 de abril de 2017

MANIFESTAÇÕES PACIFICAS UM DIREITO INALIENÁVEL DO POVO LUNDA TCHOKWE PARA EXIGIR DO REGIME TIRANICO E COLONIZADOR A SUA AUTONÓMIA

MANIFESTAÇÕES PACIFICAS UM DIREITO INALIENÁVEL DO POVO LUNDA TCHOKWE PARA EXIGIR DO REGIME TIRANICO E COLONIZADOR A SUA AUTONÓMIA


Nos termos do artigo 47.º da constituição de Angola de 2010, Vista e aprovada pela Assembleia Constituinte, aos 21 de Janeiro de 2010 e, na sequência do Acórdão do Tribunal Constitucional n.º 111/2010, de 30 de Janeiro, aos 03 de Fevereiro de 2010. Promulgada em 05 de Fevereiro de 2010 e da Lei sobre o direito de reunião e das manifestações, Publicada no Diário da Republica n.º 20, I Série de 11 de Maio de 1991, o povo Lunda Tchokwe tem o direito inalienável de sair a rua para se manifestar contra a ocupação colonialista do regime tiranico de Luanda.


“A não-violência é a maior força á disposição da humanidade. É mais poderosa do que a mais potente arma de destruição concebida pelo engenho humano”. Violência desencadeia repressão brutal e mortes desnecessarias por parte dos tiranos e ditadores, esta é a logica que segue os colonizadores, por meio disso, os opressores têm a superioridade esmagadora.A comunidade internacional  só apoiam uma causa, quando existir um poderoso movimento de resistência interna, forte que é capaz de aglutinar grandes massas da população, devemos confiar em primeiro lugar na nossa própria determinação e na nossa própria união.


A constituição de Angola de 2010, diz no artigo 47.º o seguinte: (Liberdade de reunião e de manifestação) , 1. É garantida a todos os cidadãos a liberdade de reunião e de manifestação pacífica e sem armas, sem necessidade de qualquer autorização e nos termos da lei. 2. As reuniões e manifestações em lugares públicos carecem de prévia comunicação à autoridade competente, nos termos e para os efeitos estabelecidos por lei.


O Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe, nos termos do n.º 2 do artigo 47.º, já fez a prévia comunicação á autoridade competente do Governo de Angola, ao endereçar uma missiva ao Presidente José Eduardo dos Santos, documento que fez entrada no dia 14 de Agosto de 2015 no Palacio da Cidade Alta em Luanda, em cujo paragrafo 5.º da mesma, manifestamos o seguinte: como saída da falta de Diálogo, o povo Lunda Tchokwe, ver-se-á,  obrigada a Manifestações Populares Pacificas para exigir do Governo o seu direito á Antonómia”.



Temos de salientar que o Artigo 47.º se encontra no âmbito da Secção I - Direitos e Liberdades Individuais e Colectivas, Capítulo II - Direitos, Liberdades e Garantias Fundamentais do Título II da Constituição. Os preceitos contidos nesta parte da Constituição estão submetidos ao Artigo 28.º da Constituição, que lhes dá força jurídica reforçada, sendo directamente aplicáveis e vinculando todas as entidades públicas e privadas. Não há mediação necessária da lei ordinária e, quando esta existe, não pode restringir o direito, apenas aplicar e executar a Constituição, é isto que o povo Lunda Tchokwe vai fazer . A Manifestação é um direito,  não carece de qualquer espécie de autorização para ser exercido; necessita tão-somente de uma comunicação.QUE JÁ FORA FEITO A 15 DE AGOSTO DE 2015, O PRESIDENTE DA REPUBLICA TEM DOMINIO DESTA COMUNICAÇÃO.


As autoridades do regime não podem, de forma alguma, proibir manifestações. A comunicação que lhes é feita serve apenas para efeitos de orientação do trânsito, conhecimento dos percursos e tomada de medidas administrativas para a manutenção da ordem pública. Não existe qualquer poder público discricionário que possa ou não autorizar a manifestação, que a constituição já autorizou.


Temos esse direito de sairmos a rua para reivindicar civilizadamente o que nos pertence, ninguém engana o nosso povo, o regime tiranico, ditatorial e colonizador, irá na verdade enveredar na bandidagem, usando naturalmente punições, ameaças policiais com presença massiva de Policia de Intervenção Rápida – PIR,  para assegurar a submissão e a obediência  do povo por via de armas. Sabemos que o tiráno fica doente e agitado quando se anuncia manifestações, é capaz de ver nisso o fantasma de guerra na Lunda Tchokwe, por ser sensível a acções e ideias contrarias, susceptíveis de ameaçar o seu reinado, dai o tirano parte para a repressão e brutalidade, de que esta a repor a ordem e segurança publica, irá catalogar-nos de Kalupetismo ou de Golpistas.


O povo no geral, a juventude e as mámas Lunda Tchokwe, não faz muito tempo que o regime do Apartheid que reinou na Africa do Sul, que era sanguinário, combateu no Soweto, as manifestações do Povo Sul Africano, eles enfrentar o poder das armas e policial repressivo, mas venceram a besta. A carta que endereçamos ao Presidente José Eduardo dos Santos, será reproduzida em milhões  de cópias para a sua distribuição ao nosso povo, as Igrejas, a autoridade do Poder Tradicional e aos Partidos da oposição; UNITA, CASA-CE, PRS, FNLA, Bloco Democratico – BD e PDP-ANA, não restará dúvida, de que as condições que a lei impõem, estão cumpridas.


Estamos também a consciencializar com uma “Mobilização Generalizada”, de que sem Autonomia na Lunda Tchokwe, em 2017 o nosso povo não irá a mesas de votos, não irá nas eleições, total abstenção, apesar da repressão da ditadura tiranica e colonizadora, que virá cheia com mentiras propagandisticas, aliás, o regime já vê fantasmas na Lunda Tchokwe, faz tempo, por isso é que esta a fazer a sua diplomácia em Portugal, na sede da ONU e na União Europeia em Bruxelas para tentar contrária o Movimento do Protectorado que já ganhou a visibilidade internacional.


Aos governos do Kuando Kubango, Moxico, Lunda Sul e Norte com os respectivos Comandos da Policia Nacional, vamos enviar a cópia da carta da comunicação prévia de Manifestações Pacificas e Populares que endereçamos ao Presidente José Eduardo dos Santos, para que a Policia não cometa excessos contra manifestantes quando chegar o momento.


A Comunidade Internacional, a ONU, União Africana, União Europeia, as Organizações Internacionais de defesa dos Direitos Humanos, OPEN SOCIETY, AJPD, Mãos Livres, OMUNGA, Construindo Comunidades, Amnistia Internacional, HRW entre vários Organismos e ONGs a quem também vamos endereçar as mesmas cópias da Carta entregue ao Presidente Angolano, para que estas instituições possam acompanhar as manifestações pacifica que se avizinham na Lunda Tchokwe, antes que o regime tiranico, ditatorial venha a informar - vos com mentiras, as de que o Movimento do Protectorado esta a criar vantalismo, aruaceiros ou a infrengir a Lei das Manifestações.


Somos uma instituição séria e organizada que, desde 2006 reivindica a Autonomia da Lunda Tchokwe, um direito legitimo, histórico e natural, que não tem nada haver com as fronteiras fabricadas em 1963 com a criação da Organização da Unidade Africana, sobre a intangibilidade de fronteiras coloniais, nós somos um Protectorado e não uma colonia, se somos colonia, então vamos lutar para a nossa independência.


Lembramos que o próprio Presidente José Eduardo dos Santos, afirmo queregra da resolução de conflitos deve ser o diálogo e o debate franco e aberto, como forma de alcançar o consenso”, quando discursava na abertura do fórum Pan-africano “fundamentos e recursos para uma cultura de paz”, que decorreu de 27 à 28 de Março 2013 em Luanda, numa organização conjunta da UNESCO, União Africana e o Governo angolano.


A comunicação social internacional e Angolana, a que pedimos a publicação desta materia e o acompanhamento.


Para a reação Jurídica, o Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe, conta desde já com a assessoria dos seus advogados nacionais e internacionais que acompanham o processo desde 2006, que em várias ocasiões interviram nos processos ilegais condenatórios dos activistas do movimento.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

MARTINHO JÚNIOR DIZ QUE POVO LUNDA TCHOKWE É MARGINAL AO REGIME TIRANICO DE LUANDA

MARTINHO JÚNIOR DIZ QUE  POVO LUNDA TCHOKWE É MARGINAL AO REGIME TIRANICO DE LUANDA

O texto do sr Martinho Júnior na Paginaglobal


QUEM PRETENDE SUBVERTER OS SONHOS DE ÁFRICA?

Os Portugueses chamaram movimentos nacionalistas angolanas de “TURAS”, Bandidos entre vários nomes, a mentalidade do coloniazador continua com o povo Lunda Tchokwe, muito obrigado por reconhecerem a nossa existência, a existência do Movimento do Protectorado.


OS SONHOS DE ÁFRICA NÃO É COLONIZAR OUTROS POVOS – Artigo 19.º, 20.º e 21.º da carta Africana  dos Direitos Humanos e dos Povos.


A evolução da fronteira comum de Angola com a RDC tem muito a ver com isso: quando se avolumam os factores de instabilidade na profundidade de África, ou dentro dos dois países estimulados a partir de fora com todos os sentidos postos no domínio sobre a água interior e as cobiçadas matérias-primas, essa fronteira ressente-se quase que automaticamente e é por isso que subsistem agrupamentos como os da FLEC-FAC, ou o Protectorado Lunda Tchokwe, para citar dois exemplos para dentro dentro de Angola.



Do lado de Angola, o MPLA “puxou o tapete” às possibilidades de desestabilização “eleitoral”comum e interna, pois os termos da sua candidatura apanharam de surpresa os agrupamentos marginais como a FLEC FAC e o Protectorado Lunda Tchokwe, assim como toda a oposição que vinha lançando uma campanha com apoio ocidental contra o Presidente José Eduardo dos Santos, alegadamente pelos seus muitos anos no poder!



“O Movimento do Protectorado nunca esteve preocupado com a longividade nos poderes de Angola do Cidadão Angolano José Eduardo dos Santos, o colonizador da Lunda Tchokwe”.

sexta-feira, 31 de março de 2017

JES/MPLA CONTINUAM COM AMEAÇAS DE MORTE CONTRA O SECRETARIO GERAL DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE DEPOIS DESTE ESCAPAR DA TENTATIVA DE ASSASSINADO DA POLICIA EM CAFUNFO

JES/MPLA  CONTINUAM COM AMEAÇAS DE MORTE CONTRA O SECRETARIO GERAL DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE DEPOIS DESTE  ESCAPAR DA TENTATIVA DE ASSASSINADO DA POLICIA EM CAFUNFO


Os factos falam por si, bem provados, o Secretario Geral do Movimento do Protectorado senhor Fernando Muaco, esta sendo ameaçado de morte a mando das instância tiranicas do regime colonial do Presidente José Eduardo dos Santos, que não tento visão periférica para o processo da reivindicação da Autonomia como a Escocia, um direito natural e histórico do povo Lunda Tchokwe, agora optou no caminho da perseguição e de ameaças gratuitas ao vandalismo, da brutalidade e do abuso de poder  para semear  assassinatos a procura da instabilidade politica no território.


As sms dos “tetractores” ao serviço do regime, que o Secretario Geral esta a receber, prova mais uma vez com a acção da Polícia na semana passada na residência do Sr SG Fernando Muaco, que não foi uma acção isolada, é ordens superiores do Presidente José Eduardo dos Santos, do Ministros do Interior e toda a cúpula do Governador Ernesto Muangala em conjunto com a Policia do Cuango e o SINSE/SINFO.


Para  Comunidade Internacional e não só, aqui esta o texto das ameaças a morte:

“Fernando Muaco, nós sabemos onde que você está se pensa que estás no território da vossa falsa República Lunda Tchokwe, cuja independência nunca irão alcançar estas muito enganado e serás brevemente capturado e morto. O melhor que você faria não é fugir mas sim enfrentar tá pensa disso”.  Sms enviado do seguinte número telefonico 934076713.


O Movimento do Protectorado existe há mais de 10 anos, a nossa reivindicação é feita de dia nunca na calada da noite, já fomos notificados várias vezes pelos Tribunais de Dundo, Saurimo e Luanda, quando isso ytem acontecido, públicamente e atráves dos nossos Advogados comparecemos diante do poder judiciário Angolano. Os partidos MPLA, UNITA, CASA-CE, PRS, FNLA, BD incluindo a 10ª Comissão da Assembleia Nacional, já encontramo-nos frente a frente, o nosso desafio é público e internacional. Quem é homem de verdade deve fazer acompanhado de notificação expedido pelo PGR e não vem secretamente de noite ou mandar SMS, identifica-se como nós o fazemos….


O JSE/MPLA tem  poder Politico, tem poder militar e policial, tem poder judiciário e tem poder economico que a constituição atipica lhe deu, porque utilizar vandalismo e ameaças com a cabeça enterrada na areia?


Desde o inicio do ano em curso, o regime tiranico e colonial do Presidente José Eduardo dos Santos/MPLA incapaz de diálogar  na base do princípio da ética e da civilidade, optou no vandalismo, é assim que no dia 4 de Janeiro na localidade de Cafunfo ordenou o aprisionamento do cidadão Rui Lucas, agora nas masmorra da Policia no Cuango, com ele, também os cidadãos; André Nzende, Zeca Samuimba, Kazenga Manuel e Charles Acorintio Cajiji.



Que nova estratégia pretende o Presidente José Eduardo dos Santos com esta forma de actuação contra o povo e a Nação Lunda Tchokwe? Matar o movimento do Protectorado? Criar instabilidade politico militar na região? A policia em Cafunfo e Cuango continua a tormentar pactos cidadãos sob olhar silencioso do Governo de Ernesto Muangala e do poder em Luanda, mesmo com tantas denuncias dos actos criminosos policiais na localidade.


quarta-feira, 29 de março de 2017

NOVA DENÚNCIA: REGIME ANGOLANO COM NOVOS METÓDOS PARA MATAR TCHOKWES POR ENVENENAMENTOS COLECTIVOS E PRESENÇA DE TROPAS NAS MATAS PARA ASSASSINAR POPULAÇÕES POR ORDENS SUPERIORES DO COMANDANTE EM CHEFE

NOVA DENÚNCIA:  REGIME ANGOLANO COM NOVOS METÓDOS PARA MATAR TCHOKWES POR ENVENENAMENTOS COLECTIVOS E PRESENÇA DE TROPAS NAS MATAS PARA ASSASSINAR POPULAÇÕES  POR ORDENS SUPERIORES DO COMANDANTE EM CHEFE


Fonte bem colocada do Estado Maior General das Forças Armadas Angolanas que pediu anonimato, denúncia a presença massiva nas matas de grupos militares formadas por elementos oriundos de diferentes regiões de Angola, excepto os naturais de Kuando Kubango, Moxico, Lunda Sul e Norte. Estes elementos foram infiltrados nas matas da Lunda Tchokwe entre Setembro à Dezembro de 2016, ainda hoje, em Luanda continua o recrutamento de jovens para serem enviados naquele território.


De acordo com alguns elementos contactos por nós, dizem que, em Luanda receberam orientações para matar populações no interior da Lunda, justificando que são garimpeiros ou estrangeiros.


A maior parte destas forças ilegais sob conhecimento de altas patentes das FAA e da Policia Nacional, foram infiltradas em Cafunfo, Cuango, Camaxilo, Nzangi, Cacolo, Calonda, Lucapa e na fronteira de Cazombo no Moxico.


Muitos destes elementos das forças militares ilegais infiltradas nas matas, têm passado fome devido da epóca chuvosa que caracteriza toda a Lunda Tchokwe neste momento, por isso denunciam a sua actividade as populações para receber o apoio alimentar dos mesmos.


Dizem que são recrutados por vários Generais e Comandantes de Policias em Luanda, partem da região do ZANGO em Viana para a Lunda. Não chegam nas localidades ou cidades no interior da Lunda Tchokwe, passam as vilas na calada da noite e ficam alojados em acampamentos improvisados nas matas, são muitas vezes confundidos com Seguranças de empresas Privadas de protecção de Minas de Diamantes pertencentes a Generais.


Os recrutados em Luanda, são antigos elementos ou desmobilizados das FAPLA, alguns das FALA e outrsos, desde que não seja natural ou filho Lunda Tchokwe. Quando os responsáveis descobrem por via do Bilhete de Identidade que o elemento é Tchokwe, comunicam-lhe que foi escolhido para a segunda ordem para que o individuo não se aperceba do que se trata.


INFORMAÇÕES DIGNAS DE CONFIANÇA DENUNCIARAM QUE O REGIME TIRANICO ACABA DE ORDENAR A DISTRIBUIÇÃO DE QUANTIDADES ENORMES DE VENENOS, EM VÁRIAS LOCALIDADES DO VASTO TERRITÓRIO LUNDA TCHOKWE – KUANDO KUBANGO, MOXICO, LUNDA SUL E NORTE. OS VISADOS “MIANANGANAS” VULGO SOBAS E OUTROS OPOSITORES AO REGIME TIRÁNICO E COLONIZADOR JES/MPLA.


TODAS AS FORMAS DE ELIMINAÇÃO FISICA FORAM METICULOSAMENTE ENSAIADAS, ENVENENAMENTO DE ÁGUA, ALIMENTOS, BEBIDAS, BEM COMO O USO DE LUVAS ENVENENADAS.


ESTAMOS DIANTE DE UM REGIME CRIMINOSO E SANGUINÁRIO.





ANTIGA DENÚNCIA: FAAs, POLICIA DA GUARDA FRONTEIRA E DE INTERVENÇÃO RÁPIDA ESPALHADAS NAS MATAS NA LUNDA TCHOKWE  A PROCURA DE FANTASMAS DO PROTECTORADO COM ORDENS PARA MATAR

Fonte bem colocada das FAA, denúncia, a presença massiva de forças militares, da Policia da Guarda Fronteira, Intervenção Rápida PIR e agentes de segurança de empresas mineiras BIKUAR nas matas, sobretudo na região de Xá Muteba, Cafunfo e Cuango, em localidades como Vuka, Ngongangola e outras zonas de Capenda Camulemba.

De acordo com a fonte, estas forças espalhadas nas matas, têm falsas informações provenientes do Estado Maior General das FAA em Luanda, segundo as quais, o Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe tem planos para sabotar minas de exploração de diamantes naquela região.

Mais uma manobra do regime tiranico e colonizador do Presidente José Eduardo dos Santos contra o povo Lunda Tchokwe subjugado há 40 anos para cá.

O Movimento do Protectorado, não é um “Bando” de deliquentes em busca de confusão sobre o resgate do direito natural do povo Lunda Tchokwe, o nosso jogo é limpo e aberto, transparente como água, branca como neve, aqui não há lugar para sujedade.

A fonte das FAA disse que estão orientados de, se por acaso aparecessem pessoas ou tais ditos fantasmas do Protectorado a sabotar as ditas minas, pertença maioritariamente a Generais e a família do Presidente, essa seria a maior oportunidade do regime do Presidente José Eduardo dos Santos para masacrar o povo Tchokwe, a partir das minas até as aldeias, foi por esta orientação superior de matar o povo que fez com que a nossa fonte denunciasse.

A fonte chama atenção do cuidado que as populações locais  devem ter nos proximos tempos, a segurança da “BIKUAR”, tem a partir de momento ordens expressas para matar qualquer garimpeiro nas zonas da sua circunscrição com a justificação de que se trata de elementos afectos ao Movimento do Protectorado que querem sabotar as minas, e tem o dia 15 de Janeiro de 2017 para o inicio das operações.

Mais uma tentativa do Governo do Presidente José Eduardo dos Santos e do seu Partido o MPLA de acabar com as reivindicações na falta da capacidade de diálogo. Lembramos que em 1963, o MPLA matou cerca de 183 Crianças Tchokwes na localidade de Caripande. Eram crianças estudantes, vinham da escola a partir da fronteira com a Zambia, na localidade denominada Calombo, aldeia do “Muanangana Ndungo” sem esquecermos a brutalidade de Kambau e Jaribu em Calonda em 1995 e o desaparecimento de 174 cidadãos Lunda Tchokwe em Cafunfo no ano passado.


José Eduardo dos Santos ao ordenar matanças na Lunda Tchokwe, prova-se mais uma vez que a autodeterminação daquele território é um imperativo imediato, que se respeite o reconhecimento dos povos de estados da União Europeia que atráves da “EUROPEAN FREE ALLIANCE” uma agrupação de mais de 45 Partidos e Assocações em 2015 endereçaram uma carta ao Presidente Angolano, pedindo que reconhecesse o direito da Lunda, a cidade Alta em Luanda mantem-se silenciosa há mais de 24 meses.

segunda-feira, 27 de março de 2017

ZECAMUTCHIMA A RÁDIO FRANÇA INTERNACIONAL DETENÇÕES DE MEMBROS DO PROTECTORADO NA LUNDA NORTE

ZECAMUTCHIMA A RÁDIO FRANÇA INTERNACIONAL DETENÇÕES DE MEMBROS DO PROTECTORADO NA LUNDA NORTE




15 membros do Movimento Protectorado Lunda Tchokwé foram detidos nas suas casas, esta quarta-feira, 22 de Março, por forças da polícia.


O presidente do Movimento Protectorado Lunda Tchokwé, José Mateus Zecamuxima descreve que, nos últimos tempos, tem havido uma movimentação de grandes grupos militares e da polícia nacional.


Nos próximos dias, o candidato do MPLA às eleições presidenciais angolanas deverá deslocar-se às localidades de Cafunfo e Cuango -"onde se encontra a praça do Movimento Protectorado Lunda Tchokwé", explicou José Mateus Zecamuxima.


"Houve agressões físicas e temos até pessoas hospitalizadas, o senhor Stallone Emmanuel, fracturou o braço direito. André Nzende tem uma série de fracturas na cabeça, mas está dentro da prisão no Comando do Cuango. Até agora, nenhuma entidade do governo de Angola explicou as razões das referidas detenções, uma vez que as rusgas ilegais aconteceram na calada da noite", descreve o presidente deste Movimento.


Entre as 15 pessoas detidas estão os novos secretários regionais do movimento, mas também as suas mulheres e crianças. Segundo José Mateus Zecamuxima, as detenções aconteceram nas residências "sem que as pessoas desconfiassem do que quer que seja".


A partir da meia noite de quarta-feira, 22 de Março, "as forças militares batiam à porta, anunciavam que eram autoridades de Estado e quando abriam a porta as pessoas eram presas".


O ministro da defesa, João Lourenço, esteve esta quinta-feira, 23 de Março, na Lunda Norte, na cidade do Dundo. José Mateus Zecamuxima, associou as detenções à visita.


Em caso de não haver diálogo com o governo para o restabelecimento da autonomia da Lunda, o Movimento Protectorado Lunda Tchokwé apelou à não adesão do registo eleitoral e ao boicote ao voto nas eleições geral de Agosto; "temos conhecimento que muitas pessoas que vão parar às cadeias só saem de lá depois das eleições", concluiu José Mateus Zecamuxima.


Começou hoje, nas Lundas, o registo coercivo da população; "em Cafunfo registamos brigadistas que se dirigem, porta-a-porta, aos cidadãos acompanhados por forças militares para registarem a população".


Neste dia, comemoram-se o 123º aniversário da Independência da Nação Lunda Tchokwe- Kuando Kubango, Moxico e o antigo distrito militar da Lunda, hoje Sul e Norte por força das Leis coloniais da usurpação angolana desde 1975, foi neste dia 24 de Março que a Comunidade Internacional, sobretudo as potências Europeias e os Estados Unidos de América reconheceram o Estado e a Soberania Tchokwe, na sequência do contencioso, CONHECIDO COMO A “QUESTÃO DA LUNDA 1891- 1894”.



Fonte: RFI

MATANÇAS NA RDC – MAIS DE 40 AGENTES DA POLICIA FORAM DECAPITADOS PELAS MILICIAS INSURRECTOS

MATANÇAS NA RDC – MAIS DE 40 AGENTES DA POLICIA FORAM DECAPITADOS PELAS MILICIAS INSURRECTOS





KINSHASA (Reuters) - Combatentes milicianos na República Democrática do Congo decapitaram cerca de 40 policiais após uma emboscada, disseram autoridades locais neste sábado, o ataque mais grave contra forças de segurança desde que uma insurreição começou na região em agosto do ano passado.


Embora o balanço ainda seja provisório, sabe-se que os policiais morreram em um ataque da milícia congolesa Kamuina Nsapu que começou ontem na província de Lomani, e continua hoje, disse o governador da província, Patrice Kamanda.


"Os enfrentamentos ainda estão acontecendo. Nossos dispositivos foram reforçados e esperamos sufocar estes bandidos que causaram tanto prejuízo aos civis e às forças de segurança, incluindo policiais e militares que morreram após um confronto duro e sangrento que começou ontem à noite", disse.


Os milicianos invadiram um acampamento militar armados com facões. Eles roubaram armamentos e veículos das forças congolesas na aldeia de Mwene-Ditu.


"Os milicianos puseram em risco todos os esforços de paz feitos na última visita do ministro do Interior", lamentou o deputado Dieu Merci Mutombo.


Ele confirmou que os enfrentamentos prosseguem em Mwene-Ditu e disse que mais militares foram enviados ao local.


"Isto, sem dúvida, aumentará o número de vítimas", alertou o deputado, que disse que as ruas da aldeia e de Kananga estão desertas, exceto pela presença das FARDC.


A violência em Kassai aumentou depois que as forças de segurança mataram em agosto do ano passado o líder da milícia Kamuina Nsapu. Desde então, mais de 400 pessoas morreram e cerca de 200 mil foram deslocadas, conforme a Organização das Nações Unidas (ONU).


De acordo com a Human Rights Watch, em algumas ocasiões, as forças de segurança do Estado "responderam à milícia com força excessiva, disparando inutilmente em supostos membros de milícias ou partidários, entre eles mulheres e crianças".


Desde janeiro, já foram descobertas mais de 20 valas comuns em três áreas de Kassai e nas últimas semanas foram divulgados vídeos mostraram soldados atirando em membros da milícia, com poucas ou sem armas, incluindo mulheres e crianças, segundo a HRW.




sexta-feira, 24 de março de 2017

SECRETARIO GERAL DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE ESCAPOU TENTATIVA DE ASSASSINADO PELA POLICIA DE CAFUNFO

SECRETARIO GERAL DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE ESCAPOU TENTATIVA DE ASSASSINADO PELA POLICIA DE CAFUNFO


O Secretario Geral do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe Sr Fernando Muaco, escapou hoje na localidade de Cafunfo a tentativa de assassinado por parte da Policia, quando estes pelas 2 horas da madrugada penetraram no seu quintal armados  e com baionetes, eram cerca de 6 elementos que se fizeram transportar de duas Viaturas da mesma Policia, estiveram estacionadas a cerca de 10 metros da casa em referência.

Lembramos que desde o dia 22 do corrente que a Policia em Cafunfo esta a rusgar e a prender membros do Protectorado, neste momento, 5 Activistas continuam presos no Cuango sem nunca terem praticado crime nenhum; trata-se dos Sres Rui Lucas, Zeca Samuimba, André Nzende, Charles Acorintio e o Jovem Kazenga Manuel e, de acordo com uma fonte do SINSE/SINFO que pediu anonimado, é uma orientação do Presidente José Eduardo dos Santos.

Tentativas de assassinio fazem parte do passado, mas que hoje tornou-se moda no regime do tirano e colono da Lunda Tchokwe JES/MPLA, incapaz de diálogar, obtou pelo caminho de calar aqueles que o enfrenta.

A localidade de Cafunfo na Lunda-Norte continua sitiada com forças policias a procura de membros do protectorado conforme comunicado do Comité Politico.
Em contacto telefonico entre o Presidente Zecamutchima e o Comandante da Policia do Cuango Sr Caetano Bravo da Rosa, este último informou que era uma fiscalização administrativa e ordens superiores, que se deveria contactar as instâncias da Província ou do Governo Central em Luanda.

Noticias e denúncias em actualização…

Por Samajone em Cafunfo.


quinta-feira, 23 de março de 2017

COMUNICADO DE IMPRENSA Sobre o plano macabro do Presidente José Eduardo dos Santos de aprisionar membros do protectorado lunda tchokwe

COMUNICADO DE IMPRENSA

Sobre o plano macabro  do Presidente José Eduardo dos Santos de aprisionar membros do protectorado lunda tchokwe



José Eduardo dos Santos, ordenou Ernesto Muangala, Candida Narciso e Ernesto dos Santos Liberdade para prenderem Membros do Protectorado Lunda Tchokwe, os manterem nas prisões até a realização das eleições em Agosto de 2017.


De acordo com a denúncia de uma fonte do SINSE/SINFO que pediu anonimado, reunião dos três Governadores que teve lugar em Caungula traçou-se o referido plano que posterirmente as  Chefias dos Serviços Secretos das 4 provincias encontraram-se na localidade de Xá-Muteba, e colocaram em acção o mesmo.


A mesma fonte disse que, o Presidente José Eduardo dos Santos não quer saber se  haverá alguma intervenção da sociedade civil, da mídia e da comunidade internacional, ele Presidente acredita que com o passar do tempo as vozes reclamantes, calar-se-ão como no caso “Monte Sumi” no Huambo. Os cães ladrão a caravana passa.


Estima-se que mais de 300 membros do Protectorado Lunda Tchokwe venham a serem presos dentro do referido plano, que já teve inicio dia 22 de Março na localidade de Cafunfo e deverá estender-se para as outras regiões: Kuando Kubango, Moxico, Lunda Sul e nos outros municípios da Lunda-Norte.


Luanda, aos 23 de Março de 2017.-



Comité Político do Protectorado Lunda Tchokwe

Membros do Movimento Protectorado Lunda Tchokwe presos no Cafunfo - VOANEWS

Membros do Movimento Protectorado Lunda Tchokwe presos no Cafunfo - VOANEWS




José Mateus Zecamuxima diz tratar-se de “abuso do poder e terrorismo de Estado”



A cidade de Cafunfo, na província angolana da Lunda Norte, acordou nesta quarta-feira, 22, sob agitação de disparos de armas de fogo, detenções e espancamentos contra os membros do Movimento Protectorado da Lunda Tchokwe.


A VOA apurou que até ao meio dia 15 membros do movimento tinham sido detidos.


As prisões acontecem nas vésperas da visita à cidade do cabeça-de-lista do MPLA às eleições, João Lourenço.


A operação dirigida por agentes da Polícia e das Forças Armadas que muitos denominam de “limpeza a cidade de Cafunfo”, teve início às quatro horas de madrugada.


Muitos dos detidos foram brutalmente espancados, sem qualquer processo judicial, de acordo com o movimento.


O presidente do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe, José Mateus Zecamuxima, considera tratar-se de “abuso do poder e terrorismo de Estado”.


Num encontro de emergência, os líderes do movimento pediram aos seus membros quese apresentem na unidade policial de forma voluntária para evitar comportamentos que em nada dignificam a imagem da corporação.


O comandante da Polícia Nacional em Cafunfo negou prestar qualquer informação sobre o assunto.



Fonte: VOANEWS




Activistas do Movimento Protectorado Lunda Tchokwe detidos em Cafunfo - DW

Activistas do Movimento Protectorado Lunda Tchokwe detidos em Cafunfo - DW



As detenções tiveram lugar durante a madrugada na localidade de Cafunfo. O Presidente do movimento diz que não foi emitido nenhum mandato de captura. As razões das detenções são ainda desconhecidas.


Segundo a denúncia foram detidos mais de uma dezena de ativistas e apoiantes ligados ao Movimento Protectorado Lunda Tchokwe na madrugada desta quarta-feira (22.03), na localidade de Cafunfo, zona diamantífera do município do Cuango, província da Lunda Norte. As detenções foram feitas pelos Serviços de Investigação Criminal (SIC). A operação contou com a mediação da Polícia de Intervenção Rápida e da Polícia Militar.


”Apareceram a partir das 04:00 nas residências dos nossos membros e com eles levaram mais de dez pessoas. Levaram material de propaganda e levaram bandeiras”, denuncia à DW África o Presidente do Movimento do Protectorado que, há anos, reivindica a autonomia da região das Lundas. Segundo José Mateus Zecamutchima foram levadas também mulheres e crianças: "as senhoras são esposas dos nossos secretários e foram levadas cerca de cinco crianças, entre os seus 10 e 14 anos de idade, que são filhos dos nossos responsáveis”.


Sem mandato de captura


O Presidente do Movimento do Protectorado afirma ainda que essas detenções aconteceram "sem nenhum mandato [de captura]”. José Mateus Zecamutchima explica que cercaram e "revistaram as casas” e "sem explicar as causas” levaram as pessoas para "a unidade policial”.


O líder da organização acrescenta ainda que a polícia mantém sob custódia um dos membros da organização, sem acusação formal, há vários meses.


"Esse mesmo regime tem o nosso membro Rui Lucas, desde o dia 4 de janeiro de 2017, preso no Comando do Cuango, sem nunca ter sido acusado por nenhum crime há mais de  três meses.”


Razões das detenções por conhecer


Entre os dirigentes detidos da organização estão o secretário Nacional para Informação, o secretário da Juventude, o secretário Regional e o secretário da Cultura. As razões das detenções são ainda desconhecidas. Mas suspeita-se que a visita de João Lourenço, ministro da Defesa e candidato do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) às eleições gerais, agendada para os próximos dias, terá motivado as detenções. Alegadamente, as autoridades receiam que os ativistas venham a criar qualquer embaraço.


Ainda assim José Mateus Zecamutchima acredita em razões mais profundas. "Deve ter havido alguma outra coisa de mais profundo que nós não conhecemos. Precisamos saber das autoridades angolanas. Estamos a dizer ao Presidente José Eduardo dos Santos que ao invés de estar a maquinar as pessoas, o que o Governo da República de Angola deve fazer é partir para o diálogo. No ano das eleições deve partir para o diálogo enquanto é cedo.”


Políca confirma detenções


A DW África contactou o comandante da polícia nacional no município do Cuango que confirmou as detenções. O superintendente Caetano Bravo dos Santos remete mais informações para outras entidades: "Eu não posso dar informação. O Comando Provincial - da Polícia Nacional na Lunda Norte - é órgão competente para dar informação para o efeito.”


Na região diamantífera das Lundas, a localidade do Cuango, mais concretamente a região de Cafunfo, é a zona mais sensível do ponto de vista político e militar. É lá onde se encontra a maior bacia de extração mineira de Angola.


Fonte: DW