Faleceu Sua Majestade Carlos Manuel Muatximbuia
Muatchissengue Watembo, esta noite na localidade histórica do Itengo, cerca
de 50 Km a norte da cidade de Saurimo, via Lunda Sul - Lucapa ou nas
proximidades do rio Luó, mais informações nas próximas edições…
domingo, 16 de outubro de 2016
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
Presidente da Catalunha quer
novo referendo sobre independência
O presidente do Governo regional da
Catalunha, Carles Puigdemont, anunciou esta quarta-feira, em Barcelona, que
tenciona convocar um referendo sobre a independência da Catalunha em setembro
de 2017, com ou sem aval do Estado espanhol.
"Nós tentaremos obter o acordo [de
Madrid] até ao fim", declarou Puigdemont citado pela Efe, acrescentando
que "na ausência de uma resposta positiva", os catalães "estarão
prontos para uma convocação durante a segunda quinzena de setembro do próximo
ano".
O presidente da comunidade autónoma da
Catalunha ("Generalitat") fez estas declarações no parlamento
regional, no primeiro dia do debate sobre a moção de confiança ao seu governo.
Os partidos que lutam pela independência da
Catalunha aprovaram em meados do corrente ano um plano para alcançar a
independência da Comunidade Autónoma da Catalunha, depois de ganharem em
eleições regionais realizadas em 2016, mas desde então têm-se mostrado muito
divididos por razões ideológicas.
A coligação pró-independência que governa a
Catalunha desfez-se em junho último quando o seu partido mais radical, a CUP
(Candidatura de Unidade Popular, de extrema esquerda), recusou apoiar o
orçamento regional para 2016, o que obrigou Carles Puigdemont a pedir um
"voto de confiança" que será votado na quinta-feira.
A CUP tem dito que defende a formação
novamente da coligação pró-independentista e que iria mesmo apoiar Puigdemont,
mas que isso seria possível apenas em troca da organização de um referendo do
tipo daquele que foi realizado na Escócia (Reino Unido) no ano passado.
Lusa
28.09.2016
Escócia usa arma da independência contra um “hard Brexit”
Escócia usa arma da
independência contra um “hard Brexit”
14/10/2016
Nicola
Sturgeon avança com promessa de realizar novo referendo se Londres ignorar
interesses escoceses nas negociações com a UE. Londres diz que consulta de 2014
encerrou debate sobre independência.
O desafio está lançado – se a
primeira-ministra britânica, Theresa May, seguir o caminho de um corte radical
com a União Europeia, optando por retirar o país do mercado único europeu, a
Escócia vai exigir um segundo referendo para decidir a independência. Ao voltar
a acenar com o risco de uma desagregação do Reino Unido, Nicola Sturgeon, a
chefe do governo autónomo escocês, usa as armas que tem para evitar que os
conservadores britânicos definam os termos de um “Brexit” que a Escócia nunca
quis, apesar de as sondagens indicarem que a maioria dos eleitores continuaria
a não apoiar a cisão com Londres.
Três meses depois do referendo que ditou a
saída britânica da UE, todo o debate interno gira actualmente sobre duas
questões interdependentes: quem definirá a proposta que o Reino Unido levará a
Bruxelas e quais são as prioridades do país para as negociações? May insiste
desde o início que cabe ao executivo liderar o processo, mesmo que prometa
dialogar com o Parlamento e concertar posições com os três governos autónomos
(Escócia, Gales e Irlanda do Norte).
Mas todos aqueles que se opuseram ao “Brexit” em
Junho se alarmam agoracom os sinais de que o executivo se inclina para o
abandono de todos os mecanismos da UE, do mercado único à união aduaneira, a
fim de garantir que terá plenos poderes para controlar a imigração (assunto que
assoberbou a campanha para o referendo) ou definir os seus próprios acordos
comerciais – opção já cunhada como “hard Brexit”.
Receios que são redobrados na Escócia, que é
a mais pró-europeia das partes que integram o Reino Unido – 62% dos eleitores
votaram pela permanência na UE –, mas que é, por razões históricas, a mais
hostil aos conservadores no poder em Londres. Sturgeon deixou-o claro no
discurso de abertura do congresso do Partido Nacional Escocês (SNP), quando
disse que as últimas semanas mostram que o Partido Conservador está refém da
sua “ala direita xenófoba e furiosa” e que May tomou como suas “a política e a retórica” anti-imigração do UKIP.
“A primeira-ministra pode ter um mandato para
tirar a Inglaterra e o País de Gales da UE, mas não tem qualquer mandato para
retirar qualquer parte do Reino Unido do mercado único”, avisou a líder
nacionalista no discurso em que anunciou, para gáudio dos militantes, que o
apresentará na próxima semana um projecto de lei prevendo arealização de um novo referendo à
independência. Uma consulta a realizar antes de o Reino Unido sair
formalmente da UE (o que pelo actual calendário pode acontecer na Primavera de
2019) caso as negociações ou o acordo final não tenham em conta a posição
escocesa.
Um porta-voz de Downing Street reagiu ao
desafio, insistindo que a questão ficou resolvida no referendo de 2014, quando
55% dos escoceses decidiram a favor da união a Londres, que dura há já três
séculos. Garantiu também que May – que na semana passada avisara que “o Brexit
não é facultativo” – está “absolutamente comprometida” a ouvir as preocupações
de Edimburgo. Mas Sturgeon avisou May que não está a fazer bluff: “Se
pensa por um segundo que não estou a falar a sério quando digo que farei o que
for necessário para proteger os interesses da Escócia, pense de novo.”
Os analistas acreditam que a líder
nacionalista escocesa não forçará a consulta – que só o Parlamento britânico
pode autorizar – se não tiver a certeza que a pode vencer. E as sondagens
indicam que a maioria dos eleitores voltaria a reprovar a independência, um
resultado que não se altera mesmo com a perspectiva de saída da UE – a
incerteza económica associada ao “Brexit” económica torna os eleitores mais
avessos aos riscos da cisão.
Mas Sturgeon acredita que a linha dura de May
agravará o ressentimento dos escoceses, e com isso conseguir forçar Londres a
fazer cedências a Edimburgo, seja para convencer Londres a fazer cedências a
Edimburgo, ou para vencer um referendo caso o “hard Brexit” se
concretize. O site da agência Bloomberg não tem, por isso
dúvidas: “O sucesso de Sturgeon depende até que ponto o governo de Londres
acredita que a sua ameaça é credível.”
ELEIÇÕES NOS ESTADOS UNIDOS - Michelle Obama acusa Trump de “comportamento sexual predatório”
ELEIÇÕES NOS ESTADOS UNIDOS - Michelle
Obama acusa Trump de “comportamento sexual predatório”
A primeira-dama dos EUA diz que “a crença de
que você pode fazer o que quiser a uma mulher é cruel, assustador”.
A primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle
Obama, criticou ontem Donald Trump, num discurso de campanha de Hillary em New
Hampshire, pelo “comportamento sexual predatório” do candidato republicano ao
se referir às mulheres.
A polémica começou na última sexta-feira
quando o jornalThe Washington Post publicou um vídeo de 2005 em que Trump
aparece a falar com um apresentador de televisão fazendo comentários vulgares e
que já levou 40 políticos republicanos do Senado e da Câmara de Representantes
a retirar o apoio ao candidato à presidência.
No discurso de ontem Michelle Obama afirmou
que “não se pode ignorar” as declarações de Trump. “Não podemos jogar isso para
debaixo do tapete como mais uma nota de rodapé perturbadora numa triste
campanha eleitoral. Isso não foi só mais uma conversa devassa ou uma provocação
de vestiário. Foi uma pessoa com poder falando livre e abertamente sobre
comportamento sexual predatório e a gabar-se sobre beijar e apalpar mulheres,
usando uma linguagem tão obscena que muitos de nós estavam preocupados por os
nossos filhos ouvirem aquilo quando ligássemos a televisão”.
A primeira-dama dos EUA acrescenta que, “para
piorar a situação, agora parece ser muito claro que este não é um incidente
isolado. É um dos inúmeros exemplos de como ele tem tratado as mulheres toda a
sua vida. Eu ouvi tudo aquilo e sinto-o pessoalmente. Estou certa de que muitos
de vocês também sentem, particularmente as mulheres, os comentários vergonhosos
sobre o nosso corpo; o desrespeito pelas nossas ambições e intelecto; a crença
de que você pode fazer o que quiser a uma mulher é cruel, assustador e a
verdade é que dói”.
Mulheres vêm a público
denunciar Donald Trump
Depois da divulgação do vídeo de 2005,
diferentes jornais norte-americanos publicaram ontem histórias de quatro
mulheres acusando Donald Trump de as ter tocado e beijado sem consentimento, em
diferentes ocasiões.
Os relatos se referem a acontecimentos ocorridos
entre 11 e 30 anos atrás. Um dos jornais, oThe New York Times, publicou factos
narrados por Jessica Leeds, que hoje tem 74 anos. Ela disse que foi molestada
num voo para Nova Iorque. A outra história foi contada por Rachel Crooks, que
afirma ter sido vítima de assédio do candidato à presidência dos EUA quando
trabalhava como secretária do Edifício Trump, no centro de Nova Iorque.
Numa mensagem publicada no Twitter, Trump
nega a versão das duas mulheres. “A história é falsa. Uma fabricação total”,
disse.
A repórter Natasha Stoynoff escreveu para a
revista People um artigo em que relata que foi assediada durante o
período em que cobria acontecimentos relacionados a Donald Trump há 12 anos.
Ela conta que uma vez foi empurrada contra a parede e forçada a beijar o
empresário. Essa história foi também desmentida por Donald Trump no Twitter. A
resposta do candidato indaga por que Natasha não escreveu sobre o assunto
há 12 anos, quando trabalhava para a revista. “Porque não aconteceu”, prossegue
a mensagem.
O jornal Palm Beach Post publicou o
relato de Mind McGillivray, hoje com 36 anos, que também afirma ter sido
acariciada por Donald Trump, sem ter dado consentimento para isso. Segundo ela,
o assédio ocorreu há 13 anos, quando estava em Mar-a-Lago, em Palm Beach, na
Flórida, enquanto ajudava um amigo num trabalho de fotografia.
As acusações feitas pelas mulheres ocorrem a
menos de quatro semanas das eleições para a presidência dos Estados Unidos. Num
momento delicado da campanha, quando começa a perder pontos em pesquisas sobre
a intenção de votos de eleitores norte-americanos, Trump terá que gastar um
tempo precioso para dar respostas convincentes para as acusações.
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
Angola e República do Congo trocam informações militares para travar ataques
Angola e República do Congo
trocam informações militares para travar ataques
11 de Outubro de 2016,
Luanda, 11 out (Lusa) - As chefias militares
de Angola e da República do Congo acordaram esta semana que vão passar a trocar
informações para travar ataques ou ações de desestabilização a partir da
fronteira com o país vizinho, no enclave de Cabinda.
O entendimento foi assumido entre os chefes
do Estado-Maior das forças armadas dos dois países, que iniciaram reuniões, na
segunda-feira, em Luanda, com esse propósito.
"Se tivermos melhor informação, podemos
prevenir melhor as situações indesejadas", disse o chefe do Estado-Maior
das Forças Armadas Angolanas (FAA), general Geraldo Sachipengo Nunda.
Angola e República do Congo partilham
fronteira terrestre apenas no norte de Cabinda, território onde é conhecida a
presença de movimentos independentistas, como a Frente de Libertação do Estado
de Cabinda, que reclama a autonomia daquele enclave.
"Se houver uma informação que seja útil
para um ou outro lado, vamos trocar essas informações, para prevenirmos
questões desagradáveis. Não tem havido, nós estamos na fase da estabilização
absoluta da província de Cabinda", reconheceu o general Nunda, depois de
se reunir com homólogo da República do Congo, Guy Okoi.
"Nós queremos que nenhum dos lados [da
fronteira] seja utilizado para realizar uma ação indevida contra o outro lado.
Este é o nosso interesse maior", disse ainda o chefe do Estado-Maior das
FAA.
O chefe do Estado-Maior das Forçadas Armadas
da República do Congo assumiu a preocupação daquele país com ações terroristas,
justificando desta forma o entendimento com Angola.
Guy Okoi admitiu a necessidade de as duas
partes se encontrarem "com regularidade" para sanarem "algumas
inquietudes" que vão surgindo na fronteira.
PVJ // VM
Lusa/Fim
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
MOXICO: MELIANTES DESAFIAM A AUTORIDADE DA POLICIA NACIONAL DE ANGOLA
MOXICO: MELIANTES DESAFIAM A
AUTORIDADE DA POLICIA NACIONAL DE ANGOLA
LUENA, 5/10 – Grupo de meliantes na Província do
Moxico continuam a fazer das suas, ou seja que, nesta parcela integrante da
Nação Lunda Tchokwe, os amigos do alheio estão a desafiar a Policia Nacional,
cometendo crimes e assassinados. Primeiro, estes grupos actuavam na localidade
da Chicala à escassos Km do Luena em direcção a Província do Bié.
No passado dia 20 de Setembro, populares e testemunhas
oculares, presenciaram “in louco”, uma acção violenta cometida por 10
elementos, armados de AKM, com fardamento das FAA e da Policia Nacional, na
localidade do Lussivi, atacaram uma
Viatura de marca Toyoya Dina queimado a mesma, tomaram de assalto residência de
um campones e levaram consigo cerca de 300.000,00 Kz, na via que liga a cidade
do Luena ao Lucusse.
No dia 1 de Outubro do corrente ano, o mesmo grupo tornou a
reaparecer no Município dos Mbunda, penetraram num estaleiro pertencente a uma
empresa de construção aparentemente
pertencente a Chineses onde cometeram vandalismo; espancando alguns jovens naquela
empresa de Exploração de Madeira ao serviço
da Presidência da República ou seja, e de acordo com os Chineses, esta empresa
é do Presidete José Eduardo dos Santos.
O pánico e terror tomou conta das populações nesta região em que
a Policia Nacional dimitiu-se das suas funções de proteger e manter a segurança publica, pois todos
estes relatos chegam ao Comando Provincial que nada esta a fazer .
Por Ihanjika no Luena
PORTUGUÊS ANTÓNIO GUTERRES ESCOLHIDO PARA SECRETÁRIO-GERAL DA ONU
À sexta votação, António Guterres recebeu luz
verde para a liderança da ONU. Última votação realiza-se nesta quinta-feira.
“Foi um grande trabalho da nossa diplomacia”, diz António Costa.
Na votação em que, pela primeira vez, se
soube o sentido de voto dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança
da ONU (China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia), o português
António Guterres recebeu luz verde para o cargo de secretário-geral da ONU.
Os embaixadores dos 15 países-membros do
Conselho de Segurança da ONU apareceram juntos na votação e o antigo
primeiro-ministro português não foi vetado por nenhum dos cinco membros
permanentes do Conselho. A candidatura de Guterres recebeu 13 votos a favor,
duas abstenções e nenhum veto. A pedido da Rússia, a votação final realiza-se
nesta quinta-feira.
O primeiro-ministro, António Costa, reagiu às
votações desta tarde congratulando-se pelo resultado obtido por António
Guterres. “Como amigo, dá-me uma enorme satisfação”, assumiu Costa, lembrando o
orgulho de vir a ter um português no mais alto cargo das Nações Unidas. “Foi um
grande trabalho da nossa diplomacia, um grande esforço que todos temos feito,
todos os órgãos de soberania, todos os partidos”, concluiu o primeiro-ministro.
A eurodeputada socialista Ana Gomes disse, em
declarações à SIC Notícias, que o antigo primeiro-ministro é um homem “com
coragem e com capacidade de diálogo com todos, mas também com capacidade de
afirmar os seus princípios nas Nações Unidas”.
Esta foi a primeira votação em que António
Guterres concorreu com a búlgara Kristalina Georgieva, apoiada pela Alemanha,
que obteve oito votos negativos.
Até agora, nas cinco votações realizadas,
Guterres tinha conseguido a maioria de dois terços dos votos favoráveis dos
membros do Conselho de Segurança, que é constituído por 15 países. Na última
votação, realizada a 29 de Setembro, o candidato português obteve 12 votos
favoráveis, dois votos desfavoráveis e um voto sem opinião.
Nessa quinta votação, a seguir a Guterres, no
segundo posto, ficou Vuk Jeremic, ex-presidente da Assembleia das Nações Unidas
e antigo ministro dos Negócios Estrangeiros da Sérvia. O terceiro lugar coube a
Miroslav Lajcak, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Eslováquia.
quarta-feira, 5 de outubro de 2016
DENUNCIA: JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS E JOSEPH KABILA COM PLANOS PARA ELIMINAR MOVIMENTO DO PROTECTORADO E ORGANIZAÇÕES POLITICAS CUJO LIDERES SÃO LUNDA TCHOKWES
DENUNCIA: JOSÉ EDUARDO DOS
SANTOS E JOSEPH KABILA COM PLANOS PARA ELIMINAR MOVIMENTO DO PROTECTORADO E
ORGANIZAÇÕES POLITICAS CUJO LIDERES SÃO
LUNDA TCHOKWES
Luanda- 3/09 – Fonte bem colocada da Casa
Militar da Presidência da República de Angola, que pediu anonimado; denunciou a
existência de um plano conjunto dirigido pessoalmente pelo Presidente José Eduardo dos Santos de Angola e Joseph Kabila da RDC, em eliminar
líderanças do Movimento do Protectorado
e de Organizações Políticas conotados com cidadãos nacioais Lunda
Tchokwe, tal como o Partido da Renovação Social – PRS.
José Eduardo
dos Santos e seu homologo Joseph Kabila da RDC contra a Nação Lunda Tchokwe…
De acordo
com a fonte; José Eduardo dos Santos, terá escutado seu homologo Kabila da RDC
em reunião recente em Luanda, de que a oposição Congolesa que o esta a combater
em Kinshasa é liderado por cidadão oriundos da região de Katanga, ou seja, parte
do mesmo povo Lunda tanto na RDC como em Angola, o Reino do Muatianvua ou
simplesmente o Império Lunda dividido em três parte, cuja a outra na Zambia, com
uma vasta fronteira com Angola; Kabila disconfia, se aqueles ganharem no Congo,
facilmente irão apoiar o Movimento do Protectorado e desanexar a Nação Lunda
Tchokwe, por isso pediu a Dos Santos agir
rápidamente, solicitou igualmente o apoio massivo de envio de mais militares
angolano a RDC.
José Eduardo
dos Santos, não quer perder a República Democratica do Congo, esta para breve o
encerramento da fronteira desde a região de Caungula, até ao Luau nas próximas
semanas, uma medida de segurança acordada com Joseph Kabila na referida
reunião.
No mesmo
encontro, entre José Eduardo dos Santos e Kabila da RDC, foi amplamente
discutida as relações politicas do Movimento do Protectorado com o PRS e outras
Organizações Politicas naquela região e sua possivel extensão ao Congo, e acharam
que existe ligações por serem ambas instituições lideradas pelos filhos Lunda
Tchokwes, uma especie de apoios tribais etnicas.
Dos Santos e
Kabila, acham que existe perigo na região se o Movimento do Protectorado
continuar a sua actividade reivindicativa do direito Natural do Povo Lunda
Tchokwe a sua Autonomia, assim, convocou-se recentemente em Luanda uma Reunião
de emergência de Chefes vindos de todas as Provincias de Serviços Secretos,
para serem orientados em como vão abater os dirigentes de organizações
politicas Lunda Tchokwe. Um exercito de agentes, incluindo mulheres foi enviado
ao Kuando Kubango, Moxico, Lunda Sul e Norte, para controlar os Secretarios
regionais do Movimento.
O SINSE/SINFO,
o SISM, foram orientados a usar das metodologias e tecnicas habituais na eliminação fisica de dirigentes
considerados radicais pelo regime tiranico, totalitário e ditatorial de Luanda
do Presidente José Eduardo dos Santos; tais como raptos, envenenamentos,
assaltos, assassinos, escutas telefonicas, acompanhamento milimetrico dos
visados, envolvimento de mulheres, vulgo “Catorzinhas” entre outras tecnicas.
A fonte que
temos vindo a citar, disse que; José Eduardo dos Santos, terá colocado a
disposição dos serviços secretos somas
avultadas de dinheiros para o plano não falhar. Do dinheiro não é tudo, uma
parte dela deverá ser utilizada para comprar dirigentes do Movimento do
Protectorado com Viaturas e Casas.
Outra formula,
segundo a fonte da Casa Militar da Presidência da Republica, é o de criar alas
no seio do Movimento do Protectorado, semear confusão para as populações Lunda
Tchokwe apoiantes a desacreditarem a organização que reivindica Autonomia.
José Eduardo
dos Santos, disconfia também de alguns Generais nas FAA, na Policia Nacional,
no SINSE/SINFO, Deputados e alguns membros do seu Executivo Lunda Tchokwes, que
podem cair na desgraça ou mesmo serem sacrificados, ou seja mortos, porque
pensa que, eles é que estão a financiar o Movimento do Protectorado. Desta feita,
uma parte de agentes serão ou já estão infiltrados no seio destas pessoas
afectas ao Governo de Angola em variados sectores nos seus gabietes e nas suas
convivas.
A fonte vai
mais longe, o grupo operativo da secreta em Luanda que acompanha o caso
Protectorado e PRS, tem estado muito próximo dos visados, se ainda não
assassinaram deve ser obra de “DEUS”, principalmente o Presidente do Movimento Lunda
Tchokwe; José Mateus Zecamutchima.
Em recente
entrevista ao Jornal Grandes Noticias, Zecamutchima, advogou um diálogo
construtivo e coerente para o processo pacifico Lunda Tchokwe, “que autonomia não
significava separação de Angola”, reiterou também que a organização não tem
armas e rejeitou quaquer possibilidade de acções terroristas no território Lunda,
onde é que o senhor Joseph Kabila Presidente em funções da RDC encontrou as
ligações do Protectorado com politicos do Congo?.. ao insinuar seu homologo de
Angola?
José Eduardo
dos Santos, vai cometer o pior erro da sua vida, se continuar com as ideias de
eliminar dirigentes e filhos Lunda Tchokwe, aliás, o que tem vindo a fazer ao
longo dos últimos 37 anos da sua permanencia a frente dos distinos de Angola; assassinatos
de Cambau e Jaribu em 1995 e o desaparecimento de 174 cidadãos nacionais Lunda
Tchokwes em 2015, violações aos direitos humanos todos os dias naquela região.
O Presidente
José Eduardo dos Santos, continua com a sua demagogia de sempre, públicamente
fala em diálogo, mas em reuniões fechadas encoraja assassinatos e furta-se ao
diálogo, “Que Arquitecto da PAZ é este”?
APELO A COMUNIDADE
INTERNACIONAL
O Movimento
do Protectorado Lunda Tchokwe, apela a Santa Sé em Roma no Vaticano, a ONU, a
União Africana, União Europeia, Agencias e Organismos Internacionais e as
Organizações de Defesa dos Direitos Humanos a denunciarem e condenarem mais
este maquiavelico plano do Presidente José Eduardo dos Santos e do seu homologo
da RDC Joseph Kabila.
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
COLOMBIANOS RECUSAM ACORDO DE PAZ COM AS FARC
COLOMBIANOS RECUSAM ACORDO DE
PAZ COM AS FARC
O
"não" venceu, tendo chegado aos 50,21%, enquanto o "sim"
alcançou os 49,78%.
Os
colombianos recusaram neste domingo em referendo o acordo assinado entre os
guerrilheiros das FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e o
Presidente Juan Manuel Santos. O "não" venceu, tendo chegado aos
50,21%, enquanto o "sim" alcançou os 49,78%. A participação foi de
37,28%, o que equivale a 34,9 milhões de votantes. A pergunta que constava no
boletim de voto era: "Apoia o acordo final para a conclusão do conflito e
a construção de uma paz estável e duradoura?", que é também o título do
acordo que foi sendo negociado entre as duas partes em Cuba.
Esta votação, não obrigatória, era um dos
obstáculos a superar depois de 52 anos de luta armada entre a guerrilha de
inspiração marxista e as forças de segurança colombianas. O
acordo, com 297 páginas, foi assinado pelo líder das FARC (Timoleon Jiménez
ou "Timochenko") e pelo Presidente colombiano, Juan Manuel Santos, no
dia 26 de Setembro durante uma cerimónia histórica em Cartagena.
Tanto o Presidente como o líder da guerrilha
já se pronunciaram sobre o resultado do referendo. Santos garante que procurará
a paz até ao último dia do seu mandato, enquanto o líder das FARC afirma que
continuará a apostar na paz, ambos citados pelo diário El Tiempo. "As
FARC mantêm o seu desejo de paz e reiteram a sua disposição para usar apenas a
palavra como arma de construção do futuro", disse o principal rosto da
guerrilha citado pelo mesmo jornal.
"Esta derrota não deve desestabilizar o
país. O cessar-fogo continua válido", disse Santos numa mensagem ao país
transmitida pela televisão. O Presidente anunciou que se reunirá com as forças
políticas que apoiaram o "não". E já deu instruções aos seus principais
negociadores para se deslocarem até Havana, onde têm decorrido todo o processo
de aproximação.
Na Colômbia, só o perdão pode
acabar com a guerra
A pergunta que está na cabeça de toda a gente
é: "E agora?". O futuro político de Santos fica mais fragilizado com
este resultado, depois de quatro anos de empenhamento para que o acordo com os
guerrilheiros fosse alcançado. Com este escrutínio, o Presidente queria "a
maior legitimidade possível" para o documento que pretende pôr fim ao mais
antigo conflito armado das Américas que, ao longo dos anos, implicou várias
formações guerrilheiras de extrema-esquerda, milícias para-militares de
extrema-direita bem como as forças de segurança colombianas.
Estima-se que o conflito tenha feito 260 mil
mortos, 45 mil desaparecidos e 6,9 milhões de deslocados.
O Governo colombiano declarou por várias
vezes não ter nennhum plano B em caso de vitória do "não", tendo
rejeitado qualquer hipótese de renegociação do documento, cenário também já
posto de parte pelas FARC. Numa entrevista à AFP, o Presidente colombiano
chegou a admitir que uma eventual recusa do acordo em referendo significaria
"o regresso dos guerrilheiros à selva".
Este resultado de certa maneira inesperado
contraria várias sondagens das últimas semanas que colocavam o "sim"
à frente, ainda que com margens curtas. O acordo previa a reconversão da
guerrilha (criada em 1964 e ainda com 5765 combatentes) numa organização
política legítima, depois de terem depositado as armas à guarda da ONU.
Opositor declarado ao acordo com as FARC, o
antigo presidente de direita e actual senador Alvaro Uribe voltou a criticar o
processo neste domingo: "A paz é entusiasmante, os textos de Havana são
decepcionantes". Os partidários do "não" denunciaram, entre
outras coisas, o "laxismo" das sanções previstas contra os autores
dos crimes de guerra mais graves, e a participação de guerrilheiros
desmobilizados na vida política activa que criaram uma tendência ideológica
"castro-chavista" inspirada nos regimes de Cuba e Venezuela.
Segundo o ministro da Defesa colombiano, Luis
Carlos Villegas, citado pela AFP, apesar da surpresa causada pelo resultado
estas foram as eleições "mais calmas da história em matéria de segurança e
ordem pública.
No total, foram mobilizados 240 mil polícias
e militares para garantir a segurança da votação em mais de 82 mil mesas de
voto. Na maior parte do país, "a jornada eleitoral desenrolou-se sem
nenhum problema apesar da chuva", informou o director da Comissão
Eleitoral, Juan Carlos Galindo.
sexta-feira, 30 de setembro de 2016
LUNDA-SUL: MINISTRO DA EDUCAÇÃO PINDA SIMÃO ORDENA EXPULSÃO DO PROFESSOR QUE FALOU POLITICA NA SALA DE AULAS
LUNDA-SUL: MINISTRO DA EDUCAÇÃO
PINDA SIMÃO ORDENA EXPULSÃO DO PROFESSOR QUE FALOU POLITICA NA SALA DE AULAS
O que é
afinal a liberdade de expressão e o estado de direito, em países democraticos,
como Angola? Quem afinal coagiu o MPLA a decretar o multipartidarismo em
Angola? Senhor Ministro da Educação Pinda Simão, afinal qual é a razão de um
professor não falar da política na sala de aula, sendo parte de formação e da
preparação do futuro homem angolano aos desafios vindouros?
Na
Lunda-Sul, silenciosamente, mais de 5% de Professores conotados com os Partidos
da oposição angolana; UNITA, CASA-CE, PRS, FNLA e, ou com ideais do Movimento
do Protectorado, que reivindica por direito natural a autonomia da Lunda
Tchokwe, foram expulsos da educação ou transferidos da cidade para as zonas
rurais, distantes sem condições, para desistirem, culpando-os de abandonarem os
seus lugares de trabalho.
O
SINSE/SINFO outrora DISA, Interfere nos
processo educativo do ministério da Educação da Lunda - Sul
em Saurimo, por orientação superior, vinda do Presidente da República José
Eduardo dos Santos, conforme, as declarações do Director Províncial o mandadado
a cumprir com as orientações.
O exercício
de função internacionalmente reconhecido liberal está sendo alvo de
interferências profunda de intenções pouco abonatório dos serviços
secreto do MPLA a mando do titular da Educação Pinda Simão.
Tudo
acontece com cenários repetitivos semelhante ao que os factos seguintes
Narram.
Á um ano
atrás um professor Licenciado em Pedagogia na Especialidade de Sociologia,
Simão Capitango foi suspenso e
transferido para uma escola rural só por ter argumentado conteúdos programados,
com tempo que lhe favorecia exemplificando a respeito do contexto real angolano
conforme as exigências de temas transversais. Os elementos do SINSE/SINFO
ao serviço da Direcção Provincial da Educação na Lunda-Sul, informaram aos seus
superiores, o resultado conforme explicado.
De momento, Tudo tornou-se moda na Lunda-Sul, muito recentemente o seu substituto
professor Ismael em funções é alvo duma suspensão sem procedimento
jurídico e por ordem do Director Provincial da Educação SAKAGIMA, só porque
numa aula em que usando o método de argumentação e exemplificação; comparou os
programas emitido pela TV Globo e a TPA, fez uma referência entre o nível
cultural das populações angolanas atingida com os programas e o nível da
compreensão e adaptação dos mesmos, a qual teve a replica dum dos
seus estudante da 10ª classe, por sinal sobrinho do Diretor Provincial da
Educação.
O professor
Esmael só por ter comparado os níveis de compreensão da população Brasileira relativamente
a população Angolana, os seus tetratores do SINSE/SINFO, enviaram de imediato o
sinal demolidor, sendo visto como comovente de actos politico em recintos
escolar, castigo máximo suspensão, se reclamar, expulsão, afinal o Ministro da
Educação de Angola, já havia recomendado que na Lunda os professores não podem
falar da politica, muito menos de comparações em temas transversais.
O Director
do respectivo Instituto de formação de Professores de Saurimo IMNE, nada pode
fazer, porque ele também corre o risco de ser expulso se tentar defender o
Colega Professor e seu subordinado.
Sem que
constituísse uma comissão de inquérito a respeito, o Director
provincial da Educação da Lunda-Sul, repetidamente agem sem o consentimento de
instituições educativas respectivas, em cujo cenários de interferência tem sido
iguais, e, o faz, porque goza da imunidade da Governador e do Ministro da
Educação que tem recebido inumeras queixas e nunca vem de Luanda reacção
nenhuma.
Ora vejamos
o que afinal de conta esse Director e a mando de que procede a imposição de não
os professores proceder a pronunciar-se sobre questões politicas?
Pergunta-se
o que é um professor das ciências Humanas,
tal como o da Historia, da Sociologia, da Psicologia, da Ética, do Direito a Filosofia,
ou do empreendedorismo pode argumentar ou exemplificar nos conteúdos de ensino
numa sala? Em que se baseam estas ciências humanas no seu dia-à-dia?
Senhor Ministro
da Educação de Angola, sensato, seria se o MPLA, duma vez para sempre, viesse
ao terreiro e oficialmente diga, não queremos ouvir mais a se falar da UNITA,
CASA-CE, PRS, FNLA e nos programas de ensino coloquem as materias a serem
leccionados onde que não se fale da politica…
Expulsar ou
suspender professores por capricho de um Director Provincial como forma de
intimidar opositores ao regime, não lhe fica bem na fotografia o MPLA que quer
voltar a ganhar nas eleições de 2017 na Lunda – SuL.
Expulsar ou
suspender professores, quando o proprio Ministro acaba de anunciar a
contratação no proximo ano, mais de
10.000 professores para o país, pode ser visto como alguma manobra eleitoral do
MPLA, a verdade pode ser outra que o Director Provincial da Educação na
Lunda-Sul sabe…
Por Ngongo
em Saurimo
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