quarta-feira, 24 de agosto de 2016

A ELITE DAS 34 FAMÍLIAS DOMINANTES EM ANGOLA, QUE SUSTENTA O REGIME TIRÂNICO JES/MPLA

A ELITE DAS 34 FAMÍLIAS DOMINANTES EM ANGOLA, QUE SUSTENTA O REGIME TIRÂNICO JES/MPLA



Segundo  Thomas Bottomore, a palavra elite (do Francês élite, substantivação do antigo particípio passado eslit, de élire “'escolher, eleger”, este do latim vulgar exlegere, do latim clássico eligere, 'escolher') era usada durante o século XVIII para nomear produtos de qualidade excepcional.


Posteriormente, o seu emprego foi expandido para abarcar grupos sociais superiores, tais como as unidades militares de primeira linha ou os elementos mais altos da nobreza.  Assim, de modo geral, o termo “elite” designa um grupo dominante na sociedade ou um grupo localizado em uma camada hierárquica superior, em uma dada estratificação social, é o caso concreto de Angola, existe mais de 34 famílias dominantes; no campo da politica, economia, no campo militar e policial, os mesmos que também dominam os meios de comunicação social estatal e a Banca.


A teoria das elites foi plasmada no pensamento de Gaetano Mosca, com sua doutrina da classe política;  Vilfredo Pareto, com sua teoria da circulação das elites, na qual utiliza o termo “elite” como uma alternativa ao conceito de classe dominante de Karl Marx; Robert Michels, com sua concepção da lei de ferro da oligarquia, como estas mais de 34 famílias de LUANDA ou do Reino de Ndongo, se o são na realidade ou ainda provenientes de S. Tomé, Cabo Verde, Guiné Bissau, Congos, Portugal, sem nenhum sentimentalismo tribal ou de Xenofobia, simplesmente dizer a verdade e outras paragens que ao longo dos séculos se estabeleceram aqui, hoje tornaram-se, dominantes com todos os poderes sobre os outros povos, em certa medida mais crueis, que o Europeu colonizador.


Charles Wright  Mills utiliza o termo para referir-se a um grupo situado em uma posição hierárquica superior, numa dada organização, dotado de poder de decisão política, económica e mesmo militar.


Robert Dahl descreve a elite como o grupo minoritário que exerce dominação política sobre a maioria, dentro de um sistema de poder democrático, o contrário em Angola, onde um grupo minoritário de mais de 34 famílias, assimilados da administração colonial português domina a politica, a economia e finge que são democráticos, mas semeiam todos os males conhecidos na fase da terra, corrupção, pacto satânico, nepotismo e tudo sob a bandeira JES/MPLA, vanguarda Leninista do proletário Angolano do século XXI.


Elite pode ser uma referência genérica a grupos posicionados em locais hierárquicos de diferentes instituições públicas, partidos ou organizações de classe, ou seja, pode ser entendido simplesmente como aqueles que têm capacidade de tomar decisões políticas ou económicas.


Pode ainda designar aquelas pessoas ou grupos capazes de formar e difundir opiniões que servem como referência para os demais membros da sociedade. Neste caso, elite seria um sinônimo tanto para “liderança” quanto para “formadores de opinião”, no caso de Angola, deveriam ser os comentaristas de TV ou de Rádio, o objectivo, moldar e formatar a sociedade para os designios de um regime totalitário, colonizador preto do novo estilo em África.


Outra forma de identificar uma elite é aproximando-a da categoria “Clássica Dirigente”, ou seja, um intelectual orgânico, tal como definido por Gramsci. Neste caso, a ideia deformação da opinião pública é substituída pela ideia de construção ideológica (comunismo Leninismo o exemplo palpável de Angola de 1975 - 2016), entendida como a direcção política em um dado momento histórico. Sob este aspecto, a elite cumpriria também o papel de dirigente cultural.

NOBREZA E  ELITE, QUE DIFERENÇA?..



A nobreza representa o estamento de maior estrato, sendo geralmente hereditária. Uma classe social, a nobreza era, tal como o clero e o povo, um dos três estados ou ordens que compunham a sociedade na Europa da Idade Média e Idade Moderna.


Aos nobres pertenciam grande parte dos territórios conquistados, recebidos dos MONARCAS como prémio das vitórias nas batalhas e, portanto, o controle Politico. Beneficiavam de duas regalias muito importantes: a jurisdição privativa sobre os moradores dos seus domínios senhoriais (isso até o fim da Idade Média, no século XIV) e a isenção de tributos, além de outros privilégios, tais como o alódio. A nobreza está associada a um título nobiliárquico e pode estar ligada ao governo de um território, sendo que cada país tem as suas regras quanto a nobiliarquia.


Quando uma família nobre é a soberana de um território, passa a ser denominada de Casa. Exemplo: Rei - Reino - Casa + (nome da família), Duque - Ducado - Casa + (nome da família).


 As famílias da alta nobreza - algumas das quais linhas familiares cadetes da casa real, tanto legítimas quanto ilegítimas, isto é, que descendem de reis através de príncipes não herdeiros ao trono ou de filhos ilegítimos dos monarcas -, são também denominadas de Casa, mesmo não sendo soberanas. Por causa dessa importância, com o tempo alguma grande casa do reino poderia ascender à realeza, seja por extinção da linhagem real, batalhas ou politicas ou seja imposição. Aos nobres associam-se os títulos de nobiliárquicos segundo a importância, prestígio ou ascendência do indivíduo e também os brasões de armas de suas famílias.


Com o advento do Renascimento e da Idade Moderna, a nobreza passou a tomar cada vez mais caráter cortesão, sem ligação com o governo em si, principalmente devido a transição de muitas monarquias, a partir do século XVII, de absolutismo para monarquia constitucional.


A nobreza continua a viver e existir como estamento social, mas sem o mesmo poderio de outrora. Sendo uma instituição oficial nas 44 monarquias da actualidade, e uma instituição de caráter privado nos países onde está extinta. Muitos são hoje politicos, artistas, banqueiros, grandes empresários, jet setters, etc. Outros preferem dedicar-se mais a gerir o patrimônio histórico-cultural herdado (nos casos em que o patrimônio familiar é conservado), como obras de arte, joias, castelos, palácios, Hoteis, solares, propriedades rurais, reliquias familiares (que muitas vezes são relíquias que têm papel importante na história), etc.


Os nobres da actualidade muitas vezes são retratados em meios de comunicação, mas, principalmente, nas revistas que cobrem a realeza e a nobreza no ocidente.


ELITE DA COESÃO EM ANGOLA DESDE 1789 - 1992



De acordo com a revista Africana, essa elite em vias de extinção, mas bem presente, menciona simplesmente os feitos dos de LUANDA, ou seja dos crioulos e assimilados como sendo bibliotecas bafiantes de Angola, tão valioso património e legado das novas gerações.


E, as outras latitudes; Reino do Congo, Reino Lunda Tchokwe, Reino do Bailundo e do Kwanhama, que dizem ser também parte de Angola? Não têm sua elite bafiante? Não tem valiosos intelectuais e homens pensantes que fizeram a sua história?

Confira a lista a seguir…

1-Padre Manuel Patrício de Castro/Correia; 6- João 1789-1833; 2-Joaquim António de Carvalho Menezes 1794-1848; 3- Manuel Alves da Costa Francina 1820-1869; 4- José de Fontes Pereira 1836-1901; 5- Cónego António José do Nascimento Assunção Arantes Braga 1836- 1902; 6- João Assunção Arantes Braga 1838-1885; 7- Lino Maria de Sousa Araújo 1842- 1907; 8- J. Dias Cordeiro da Mata 1867-1910; 9- Francisco Ribeiro das Necessidade Castelbranco 1870-1911; 10- Pedro Félix Machado 1870-1905; 11- Augusto Pereira Tadeu Bastos 1871-1936; 12- António de Assis Júnior 1877-1960; 13- Amílcar Branca Martins da Cruz 1879-1958; 14- Pedro da Paixão Franco 1880-1911; 15- José Manuel Morgado 1890-1952; 16- Alberto Jorge Ferreira de Lemos 1891-1975; 17- António Joaquim de Miranda 1892; 18- Cónego Manuel Joaquim Mendes das Neves 1895-1966; 19- Sebastião José da Costa 1895-1958; 20- José Carlos Vieira Lopes 1896-1956; 21- Sebastião de Sousa Araújo 1897-1932; 22- Lourenço Mendes da Conceição 1902-1972; 23- Manuel Bento Ribeiro 1903-1979; 24- Roberto Silva 1905-1982; 25- Américo Alves Machado 1913-1956; 26- Maurício Caetano 1916-1985; 27- Mário da Silva Araújo 1916-1979; 28- Anibal da Silva Melo 1917-1976; 29- Geraldo Bessa Victor 1917-1980; 30- António Agostinho Neto 1922-1979; 31- Ayres de Almeida Santos 1921-1991; 32- Mário Coelho Pinto de Andrade 1927-1992; 34- Mário António Fernandes de Oliveira 1934-1989; Ernesto Lara (Filho).


PS, PSD, CDS e PCP "são cúmplices da ditadura angolana" diz José Eduardo agualusa

PS, PSD, CDS e PCP "são cúmplices da ditadura angolana" diz José Eduardo agualusa


Em entrevista à Renascença, o escritor e activista afirma que a presença de quase todos os partidos portugueses no congresso do MPLA reforça a ideia de que Portugal apoia o regime. E prejudica a imagem da comunidade portuguesa em Angola.

Foto: Pedro Rios/RR
Lusa 

José Eduardo Agualusa receia prejuízos para a comunidade portuguesa em Angola com a presença de partidos portugueses no congresso do MPLA.

Com excepção do Bloco de Esquerda, de Os Verdes e do PAN, todos os partidos com assento parlamentar estarão representados no congresso do partido do actual Presidente, José Eduardo dos Santos.

Em entrevista à Renascença, o escritor angolano lamenta que PS, PSD, CDS e PCP estejam a “apoiar” e a "caucionar" o regime ditatorial de José Eduardo dos Santos. "São cúmplices de uma ditadura, porque é isso que existe em Angola", diz.

Espera alguma novidade deste congresso do MPLA?

Não creio que se possa esperar muito. Parece mais do mesmo. Não só José Eduardo dos Santos é candidato como é candidato único, não houve outra lista concorrente. Há poucas caras novas neste comité central e poucas surpresas. A maior surpresa foi a saída de Ambrósio Lukoki, que é um veterano e um nome histórico do MPLA, que saiu batendo a porta com críticas fortes ao José Eduardo dos Santos e também com críticas ao facto de terem entrado no comité central do partido dois dos filhos do Presidente, que nunca tiveram grande actividade partidária.

Como se pode ler o facto de Eduardo dos Santos ser candidato único à liderança do MPLA, pouco depois de ter anunciado que iria sair da vida política a breve prazo?

A única leitura possível é que essa vontade de sair não existe. O José Eduardo dos Santos já anunciou várias vezes que iria sair e nunca o fez. Dizer que vai sair depois de ganhar as eleições é muito estranho, primeiro, porque em democracia nenhum partido sabe se vai ganhar ou se não ganhar eleições e, depois, porque em democracia ninguém anuncia que vai sair após as eleições, depois de ganhar as eleições, porque ninguém votaria nessa pessoa.

Tudo leva a crer que José Eduardo dos Santos vai perpetuar-se no poder?


O que é possível concluir é a própria falta de democraticidade dentro do partido no poder. Este é o sétimo congresso do MPLA em 59 anos. A UNITA, na oposição, já fez 12 congressos e é um partido bem mais jovem do que o MPLA. Nos congressos da UNITA tem havido listas concorrentes e com grande participação e disputa. No MPLA nada disto existe. Não há outras listas de candidatos, não há ninguém que se atreva a candidatar-se contra José Eduardo dos Santos.


São de esperar momentos conturbados em Angola com a manutenção de Eduardo dos Santos no poder?

A situação, infelizmente, aponta para isso. Há cada vez mais tensão social, mais descontentamento. Esta crise está para durar, porque o preço do petróleo não deverá aumentar.


Esse descontentamento pode levar à saída do Presidente?


Pode. Eu acho que é isso que vai acontecer. Uma vez que o Presidente não parece estar a preparar a sua saída, pelo menos num quadro democrático, a impressão que se tem é que se caminha para o afastamento forçado do José Eduardo dos Santos, mais dia, menos dia.


Como é que olha para esta participação em massa dos partidos portugueses no congresso do MPLA?


Não me parece seja algo de que os portugueses que elegeram esses deputados e que votam nesses partidos se possam orgulhar. Há apenas um partido do Parlamento que não está presente, que é o Bloco de Esquerda, honra lhe seja feita. Todos os outros são cúmplices de uma ditadura, porque é isso que existe em Angola. Esses partidos estão a caucionar uma ditadura, a apoiar um regime totalitário. Quando esse regime cair, todos eles vão tentar afastar-se, mas a história guardará esses nomes.


O cuidado a ter com a vasta comunidade portuguesa em Angola justifica esta participação dos partidos no congresso do MPLA?


Acho que é exactamente o contrário. Quando se pensa numa relação a longo prazo, tem que se pensar na relação entre povos, não na relação entre regimes. Este foi o erro que se cometeu com a África do Sul no tempo do “apartheid”, quando se apoiou o “apartheid” até ao fim. Isso não beneficiou nada a comunidade portuguesa, pelo contrário, prejudicou imenso a comunidade portuguesa, que ainda hoje é vista como uma comunidade que apoiou o “apartheid”.


A longo prazo, esta atitude não beneficiaria em nada a comunidade portuguesa, que hoje já não é vista com bons olhos em Angola. É vista como uma comunidade que sustenta o regime. Há diferentes comunidades portuguesas em Angola, há portugueses que estão em Angola há muito tempo e estão perfeitamente integrados e depois há estes novos portugueses que foram em busca de negócios, tentarem fazer a sua vida sem terem grande ligação aos angolanos, nem procurarem ter essa ligação. São comunidades muito diferentes, mas, de uma forma geral, este tipo de atitude não beneficia nada.


Se houver uma grande alteração no poder político em Angola essa imagem dos portugueses pode ser revertida?


Pode ser ou não ser. Vamos esperar que sim. Há portugueses que estão há muitos anos em Angola, que estão completamente integrados, fazem parte do tecido angolano e são eles, sobretudo, que fazem a imagem de Portugal. Mas existe essa outra imagem. Há muita gente em Angola que vê os portugueses como oportunistas, pessoas que vão apenas em busca de negócios, tentando fazer dinheiro rápido e esse tipo de apoio ao partido no poder. Nas circunstâncias actuais, em que esse poder se está a desagregar e existe uma situação de grande sofrimento para a maioria dos angolanos (a situação a nível de saúde é catastrófica, por exemplo), o apoio ao regime não é bem visto.


A crise e o descontentamento podem causar uma viragem no poder em Angola, em breve?


Acredito que sim. Acho que os partidos políticos da oposição, as organizações não-governamentais, a Igreja, os académicos, todas as forças que pensam Angola, deviam começar a preparar-se para essa transição, para que possa ocorrer de forma pacífica. Existe o perigo de as coisas correrem mal, porque este regime está a fazer o possível para que as coisas corram mal. Não há um processo de transição democrático e, muito pelo contrário, o que acontece é um agravamento diário da situação social. Os dias actuais são muito perigosos, o que pode acontecer a seguir é muito perigoso. Seria bom que a oposição e as forças democráticas dentro do partido no poder, que também existem, se começassem a preparar para a transição, para o período pós-José Eduardo dos Santos.



A Igreja angolana condenou recentemente o actual momento no país. É um sinal de que algo pode estar a mudar em Angola?



Sim, sem dúvida. A Igreja tinha estado calada durante muitos muitos anos e finalmente falou, tomou uma posição muito crítica. Dentro do MPLA também estão a surgir algumas vozes extremamente críticas. Numa entrevista após ter abandonado o comité central, Ambrósio Lukoki acusa o Presidente de estar a degradar a imagem do próprio partido e pede o afastamento do Presidente. São dados novos. Até há pouco tempo era muito difícil escutar vozes dentro do próprio partido a contestar José Eduardo dos Santos. Tudo isso são sinais de grande descontentamento. Eu não tenho dúvida nenhuma que José Eduardo dos Santos vai cair, a dúvida é como vai cair.

sábado, 20 de agosto de 2016

JUPLE – FORÇA MOTRIZ DA JUVENTUDE DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE EM MAIS UM ANIVERSÁRIO DA SUA CRIAÇÃO

JUPLE – FORÇA MOTRIZ DA JUVENTUDE DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE EM MAIS UM ANIVERSÁRIO DA SUA CRIAÇÃO



JUPLE – Juventude Patriótica Lunda Tchokwe, é uma organização política de jovens afectos ao movimento do Protectorado que pugna pela emancipação generalizada de jovens para a causa central da luta pela autodeterminação Lunda Tchokwe , um direito legítimo e natural, por via da implementação democrática dos seus actos, visando uma sociedade mais livre, justa e solidária, no respeito pelos princípios do respeito da dignidade da pessoa humana, do pluralismo de expressão e da democracia interna e externa.



 A Juventude Patriótica Lunda Tchokwe empenha‐se na correcção das desigualdades sociais, através da execução de uma plataforma política que promova a integração dos indivíduos na comunidade em que se inserem, independentemente da sua ascendência, sexo, idade, etnia, orientação sexual, língua, território de origem, religião, convicções políticas, filosóficas ou ideológicas, instrução ou situação económica.



 A acção da Juventude Patriótica Lunda Tchokwe visa a internacionalização dos actos atinentes a luta secular do nosso povo, a sua historia e cultura.


A Juventude Patriótica Lunda Tchokwe condena e combate o recurso a qualquer forma de agressão armada ou de prática terrorista, independentemente da sua sustentação ideológica ou política.



A Juventude Patriótica Lunda Tchokwe compromete‐se com a construção de uma União Africana que assuma internacionalmente os valores e princípios democráticos pelos quais se norteiam os Povos da África Independente e a luta daqueles que reivindicam a sua autodeterminação nos princípios dos artigos 19.º, 20.º e 21.º da carta africana dos Direitos Humanos e dos Povos, incluindo a Nação Lunda Tchokwe.


A Juventude Patriótica contribui para a formação, participação e representação política dos jovens Lunda Tchokwe.




Criada no dia 21 de Agosto de 2012, a JUPLE vai amanhã realizar uma série de actividades alusivas a esta importante data.


A Direcção do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe, associa-se a mais este aniversario e exorta a JUPLE mais vigilância, mais estudo, mais disciplina, mais mobilização, mais trabalho e entrega e mais coragem para a conquista da AUTONOMIA do nosso território.


A Direcção do Movimento do Protectorado, exorta a JUPLE o cumprimento escrupuloso das orientações superiores, com realização permanente de palestras, seminários, estudos políticos e estudos da história Lunda Tchokwe.



A JUPLE nasceu ontem, mas já cresceu em pouco menos de 4 anos da sua existência, com maturidade politica, qualidade e quantidade, apesar de enfrentarmos dificuldades da conjuntura imposta pelo regime tirânico colonizador do Presidente José Eduardo dos Santos que se furta a reconhecer o diálogo com a Nação Lunda Tchokwe, como único caminho para a estabilização politica, da Paz e do desenvolvimento harmonioso e o combate as assimetrias gritantes porque o nosso Estado e o povo Lunda  passa.


O Movimento do Protectorado e a JUPLE reafirma publicamente e internacionalmente que a luta do povo Lunda Tchokwe, não é contra a Nação Ndongo, Congo, Umbundo ou Kuanhama, povos dos Reinos Heterogéneos que conformam Angola criada em 1482 por Portugal, mas sim por causa do nosso direito natural em cuja fronteiras foram reconhecidas na conferência de Berlim 1885 – 1884.


Viva a Juventude Lunda Tchokwe

Viva o povo Lunda Tchokwe

Viva o Poder Tradicional Lunda Tchokwe


Viva a Lunda Tchokwe

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS E O VII CONGRESSO DO MPLA E OPORTUNISMO DE ALGUNS FILHOS LUNDA TCHOKWE

JOSÉ EDUARDO DOS SANTOS E O VII  CONGRESSO DO MPLA E OPORTUNISMO DE ALGUNS FILHOS LUNDA TCHOKWE




Luanda  - No arranque do VII congresso do MPLA que teve lugar dia 17/08/2016, José Eduardo dos Santos no seu discurso de abertura, disse tudo mas nada disse sobre a Nação Lunda Tchokwe, em cujo alguns filhos Lundas a tecerem-lhe elogios bajulantes, ao ponto de lemberem-lhe as botas, satisfeitos com a escravidão, o obscurantismo, o colonialismo e o açambarcamento ilícito da riqueza do nosso povo, deixando-o em extrema pobreza, cujo território chora o massacre de mais de 5000 filhos assassinatos por MPLA em “Kambau e Jaribu” na localidade do Lucapa em 1995, assassinatos continuados de mulheres na localidade do Cuango, entre outros males causados por regime tirânico, ditatorial e colonizador de JES/MLA.



O conclave, que termina a 20 de Agosto, vai eleger José Eduardo dos Santos, único candidato à sua sucessão ao cargo de presidente do MPLA e cabeça de lista as eleições de 2017 em Angola, para mais 5 anos a infernizar o povo Lunda Tchokwe com a sua dependência colonial.



Com mais (8.000.000) oito milhões de habitantes a Nação Lunda Tchokwe – Kuando Kubango, Moxico, Lunda Sul e Norte, de acordo com último censo do governo de Angola em 2014, e, mais 502.686.000 Km2, sendo a segunda economia de peso no orçamento geral, em cujo 90% dos diamantes que o regime tirânico vende no exterior é proveniente deste território, porém, não se conhece empresário nenhum ou accionista de algum Banco.



José Eduardo dos Santos, prometerá no dia 20 de Agosto de 2008, durante a campanha eleitoral daquele ano que a Lunda Tchokwe haveria de mudar e que colocaria os melhores filhos para o seu desenvolvimento, mente pequena de uma Autoridade Tradicional Thumba Kalunga, Muatchikuata Mualuquessa, que traiu o povo a terra e a cultura Tchokwe, para elogiar a moção do ditador colono, e, ainda fala em nome do poder tradicional Lunda Tchokwe da qual não tem se quer influência, talvez falou em nome dos “Comités de especialidade dos Sobas”.


Os últimos 40 anos da independência de Angola, a Nação Lunda Tchokwe, serviu fielmente os desígnios do MPLA e a UNITA. O mesmo aconteceu durante a guerra de guerrilha com 66% de guerrilheiros do MPLA e a UNITA filhos Lundas, que serviram as fileiras da luta de libertação dos angolanos do fascismo português. Depois disso, o MPLA ignora, usando a persuasão da suposta amizade escamoteada mas nos bastidores somos tratados de macacos e matumbos.


José Eduardo dos Santos transformou a Lunda Tchokwe numa quinta pessoal, aproveitando-se do artigo 15º da sua constituição atípica, onde a Policia, SINSE/SINFO, SIC e as FAA, são Cães de guarda e o povo escravo. Assim explica o porque de 95% da Juventude não tem emprego, 70% de jovens entre os 5 á 15 anos não tem acesso a escola, não existe água potável, as mortes sobem assustadoramente por falta de hospitais, médicos e medicamentos. O desenvolvimento de Angola desde 2002 é totalmente diferente com a Nação Lunda Tchokwe, o congresso do MPLA, a Moção anunciada pelo Presidente José Eduardo dos Santos não trará nenhuma novidade para nós.


Alguns filhos  Lunda Tchokwe humilham-se muito ao MPLA, o MPLA nunca esteve do lado deles, usa-os quando precisa do voto nas eleições, enquanto ouvimos muitos deles a vaticinar, que a Lunda havia de brilhar mais do que o diamante!...nada  avançou, a Lunda continua sem brilho, esta mais preto do que nunca.


Discursando no acto central de abertura do VII congresso ordinário do MPLA, José Eduardo dos Santos não se referiu aos processos Políticos da Lunda Tchokwe, nem se quer  disse o que se passa em Cabinda, onde Activistas que reivindicam o direito legítimo da Autonomia estão presos acusados de Rebelião, enquanto o Presidente alega que seu seu partido "nunca lutou contra o povo" e que “o MPLA nunca abandonou o povo”, e os 174 cidadãos Lunda Tchokwe que desapareceram misteriosamente em Junho de 2015 no Município do Cuango e  na localidade de Cafunfo?.. Onde estão?..



O Movimento do Protectorado, chama atenção a Juventude Lunda Tchokwe,  não caírem em discursos demagógicos do Presidente José Eduardo dos Santos, e que continuem o trabalho na Mobilização do nosso povo, sem Autonomia não há voto nas eleições em 2017. Muita vigilância, que a tirania JES/MPLA, tudo vai fazer, vai desencadear violência e repressão brutal e mortes desnecessárias, esta é a lógica que segue os colonizadores, por meio disso, os opressores têm a superioridade esmagadora.


A luta para a nossa liberdade, implica necessariamente, um enfrentamento com a brutalidade do poder militar e de policia, implica que, sofreremos com perseguições, cairemos na malha das prisões, seremos sentenciados sem crime nem culpa formal,  as punições, ameaças, as prisões, factores estes que jogam um papel importante a favor do regime tirânico, que o ajuda a submeter o povo a que se governa com uma mão de ferro, de intrigas e bufaria constantes, a troco do silêncio e da desgraça da maioria, etc, teremos de ser muito corajosos senão o resultado final será drástico, as acções serão ineficazes e os sacrifícios já consentidos serão em vão.


Povo Lunda Tchokwe, esqueçam para sempre as promessas do VII do MPLA.



quarta-feira, 17 de agosto de 2016

DIRIGENTES E RESPONSÁVEIS DA JUVENTUDE PATRIÓTICA LUNDA TCHOKWE PARTICIPARAM DO SEMINÁRIO METODOLÓGICO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DAS ESTRUTURAS DE BASE - JUPLE

DIRIGENTES E RESPONSÁVEIS DA JUVENTUDE PATRIÓTICA LUNDA TCHOKWE PARTICIPARAM DO SEMINÁRIO METODOLÓGICO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DAS ESTRUTURAS DE BASE -  JUPLE


Dirigentes e responsáveis a diversos níveis da JUPLE – Juventude Patriótica Lunda Tchokwe, participaram no seminário metodológico sobre a organização das estruturas de base.


O seminário decorreu em Luanda de 5 à 6 de Agosto de 2016, sob auspicio do Secretariado Nacional da JUPLE.


A JUPLE é o braço juvenil do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe, congrega no seu seio jovens  de todos os extractos sociais e sem descriminação.


O seminário serviu para capacitar seus responsáveis e dirigentes a cumprir com as normas organizativas, aplicar na pratica os métodos de trabalho previamente estabelecidos no regulamento e no estatuto, bem como outras normas importantes.


Outros temas como; o estado, estados de facto e de jure, formas de governo, sistemas de governo e regimes políticos foram ministrados no seminário, que contou com as presenças de responsáveis da JUPLE idos do Kuando Kubango, Moxico, Lunda Sul e Norte.


O Secretario Nacional da JUPLE, Sr Zola Rocha Lunga Umue agradeceu a presença de todos neste importante encontro da JUPLE, durante uma reunião a margem dos trabalhos do seminário.




terça-feira, 16 de agosto de 2016

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A lenta agonia dos jornais privados angolanos

A lenta agonia dos jornais privados angolanos



Os jornais privados angolanos enfrentam dificuldades financeiras para se manterem no mercado. Com a crise económica, os custos de produção subiram. Os responsáveis dos jornais queixam-se da falta de apoios do Estado.



A atual situação financeira que o país vive esteve na base do encerramento de vários jornais tradicionais como o "Agora", o "Angolense", "A Capital", entre outros. O mais recente caso de semanários falidos é o caso da “Visão”, que não teve capacidade de sobreviver na atual conjuntura.



Outros jornais como o “Manchete", o "Liberdade" e o "Folha 8” (este último pioneiro na imprensa privada em Angola) imprimem exemplares "em miniatura", ou seja, em dimensão reduzida e, na maioria das vezes, sem a qualidade exigida.



Custos de impressão elevados



Em Angola os custos para a impressão de um jornal são considerados muito elevados. Numa gráfica angolana, a edição de três mil jornais pode facilmente custar cerca de um milhão de kwanzas (o equivalente a cerca de cinco mil euros).


A Lei de Imprensa em vigor prevê a atribuição de subvenções a órgãos privados por parte do Estado, mas apenas alguns meios de comunicação social beneficiam, de facto, desses mesmos apoios.



Albino Sampaio, chefe de redação do semanário “Liberdade”, lamenta o facto de o governo não prestar apoio a todos os órgãos independentes como, manda a legislação.


“Infelizmente, daquilo que sabemos, o Estado só entregou dinheiro a Ecclésia", afrma o jornalista. "Temos dificuldades em mantermo-nos no mercado, principalmente neste período, em que as gráficas aumentam os seus preços consideravelmente. Temos, pois, encontrado imensas dificuldades. Temos de multiplicar os esforços com vista a nos mantermos no mercado”.




Dificuldades de acesso a papel



O acesso ao papel para a impressão de jornais está difícil nas gráficas de Luanda. A situação levou à diminuição das tiragens da maior parte dos jornais privados angolanos. Outro problema: a falta de publicidade institucional.


Francisco Kabila, diretor geral do semanário “Manchete”, disse à DW Africa que a perda de poder de compra dos leitores também se associa a este problema.


“Nós já não vendemos ou não colocamos a disposição dos leitores o número de exemplares que colocávamos, por exemplo, há um ano ou há nove meses. Os leitores também perderam o poder de compra. No entanto isto obrigou a que o Manchete fizesse uma engenharia, no sentido de se reduzir a sua tiragem, mas continua a fazer chegar a informação aos seus leitores semanalmente”.


Nova lei agrava situação

O exercício da atividade jornalística está em crise em Angola, e a situação provavelmente agravar-se-á com a entrada em vigor do pacote legislativo que poderá vir a ser aprovado já esta sexta-feira, 12 de agosto de 2016, na Assembleia Nacional.


Os diplomas legais têm sido contestados pela classe jornalística que acusa o poder político de pretender restringir a liberdade de imprensa no país.


A futura legislação prevê, entre outras situações, a obrigatoriedade de as rádios e estações televisivas publicarem em direto as mensagens do Presidente da República.


Falando num colóquio sobre imprensa realizado, na última quinta-feira (10.08), pelo MISA-Angola (Instituto de Comunicação Social da África Austral, órgão independente de acompanhamento dos media, criado no âmbito de um projeto apresentado pela UNESCO), o jornalista Ismael Mateus disse que a nova lei pode constituir uma “intromissão abusiva na autonomia editorial dos órgãos”.



“Aparentemente isto é tranquilo. Só que não é tão tranquila assim. É, sim, uma intromissão abusiva na autonomia editorial. Quem decide o que transmite e o que não transmite é o editor e não devemos abrir mão disso. Ninguém nos pode obrigar, por lei, e impor o que devemos transmitir”, conclui o jornalista sénior angolano, Ismael Mateus.




NO PASSADO NINGUÉM TOCA, Angola. DEMOCRACIA? ONDE? ONDE?

NO PASSADO NINGUÉM TOCA, Angola. DEMOCRACIA? ONDE? ONDE?



Os partidos políticos estão para as democracias (quando estas existem) como o sangue está para o corpo humano (quando este está vivo), razão pela qual o funcionamento organizado e com elevado sentido de Estado dos partidos constitui um ganho inestimável… nas democracias.

Orlando Castro* – Folha 8



Numa altura em que, supostamente, nos aproximamos do período de realização de actos que devem levar às próximas eleições gerais, não há dúvidas de que urge enaltecer uma coexistência política pacífica, deste que os subalternos não ponham em dúvida a supremacia de quem está no poder.


E nisto, os partidos políticos enquanto forças que lutam por meios democráticos (quando há democracia) para alcançar, exercer e manter o poder político devem dar exemplos claros, inequívocos e firmes de tolerância, convivência na diversidade, entre outros. Isto é, repita-se, quando se vive em democracia.


Todos os sectores políticos (com excepção dos afectos ao poder) percebem melhor a importância da adopção das melhores práticas, baseadas essencialmente na tolerância, na aceitação da diferença e no pressuposto de que acima estão (ou deveriam estar) os interesses de Angola. Essa deve ser, entre outros gestos, a mensagem que os partidos (fica na dúvida se o MPLA se pode incluir) têm que passar para a sociedade angolana, sobretudo nesta altura em que Angola se encontra na fase de um dia chegar a uma democracia de facto e não apenas formal.


Temos um histórico, relativamente aos esforços para implementação do processo democrático “imposto”, segundo as palavras do próprio presidente do MPLA, que um dia permitirá a cada angolano encarar a democracia como uma conquista de todos, mau grado a alergia do partido no poder desde 1975. Não está a ser um processo fácil chegarmos aos níveis de coabitação política. É que se o poder corrompe, o poder absoluto corrompe de uma ponta à outra.


Como sabemos, tratou-se de uma caminhada que podia, naturalmente, acarretar desafios para todos os intervenientes atendendo a que a vida em democracia implica, ou deve implicar, sempre ajustes a todos os níveis. As autoridades angolanas (o MPLA desde a independência) abraçaram o repto da democracia (“imposta”, repita-se, segundo José Eduardo dos Santos) e, tal como reza a História, foram as primeiras a pôr em causa os fundamentos em que devia assentar o futuro do país.


Acreditamos que o alcance da paz, em 2002, que contribuiu para a retoma do processo democrático sempre defendido pela oposição, em todo o país, permitiu a todos os actores políticos fazer uma avaliação positiva das vantagens do jogo democrático, mau grado seja um sistema que não agrada ao MPLA cujo ADN só vê os tempos áureos do partido único.


As formações políticas, acompanhadas de todos os outros actores que, exceptuando a conquista do poder político, desempenham o papel cívico e interventivo de influência, constituem uma espécie de espinha dorsal da democracia, quando ele existe. E precisam de continuar a fazer prova das suas atribuições e responsabilidades na medida em que os partidos políticos representam a esperança de milhares de angolanos, sem esquecer que para quem manda… o MPLA é Angola e Angola é o MPLA.


Por isso é que a Constituição da República determina que os partidos devem, no âmbito das suas atribuições e fins, contribuir para a consolidação da nação angolana e da independência nacional, para a salvaguarda da integridade territorial, para o reforço da unidade nacional, para a protecção das liberdades fundamentais e dos direitos da pessoa humana, entre outros. Determinar, determina. Mas acima da Constituição está, tem estado sempre, a vontade do MPLA.


Vai começar em todo o país o processo de actualização do registo e o registo eleitoral propriamente dito, uma realidade em que se vão envolver representantes de vários partidos, segundo as regras determinadas por quem está no poder. A nossa expectativa é que as formações se engajem para, como as disposições legais assim o requerem, haja maior participação, maior democraticidade,
transparência, entre outros factores.


É preciso que as instituições do Estado (e não as do regime que, até agora, são uma e a mesma coisa) reforcem os mecanismos de sensibilização junto das populações para que estas, tal como no passado, estejam à altura dos desafios que o país volta a testemunhar com a preparação do processo eleitoral.


Mas insistimos que maiores desafios recaem sobre os principais actores da cena política, nomeadamente os partidos políticos que deverão fazer advocacia da coexistência pacífica entre todas e diferentes sensibilidades políticas, lembrando-se uma das regras de ouro do MPLA: Olhai para o que dizemos e não para o que fazemos.


Não é exagerado pedir e esperar que as formações políticas (será que se pode incluir o MPLA?) contribuam para que a disputa política não se transforme numa espécie de arena em que impera o vale tudo… sendo que quem manda tem poderes que nega aos outros. É que as bases de apoio, os militantes e os simpatizantes dos partidos políticos sejam capazes de aperfeiçoar as normas de convivência que os caracterizam.


Independentemente das falhas que resultam da condição da natureza humana limitada, não há dúvidas de que podemos ainda assim fazer prova das boas práticas em sociedade, assim o MPLA dê um sério exemplo de que está interessado nisso. As diferenças ideológicas, se as há, as diferentes perspectivas de cada segmento relativamente às fórmulas para desenvolver Angola contidas nos programas e estratégias, não superam todo o conjunto de pressupostos que unem os angolanos. Não é assim, mas deveria ser assim.


Os objectivos que todos perseguimos para ver Angola crescer para que o bem-estar de todas as famílias seja uma realidade não são predicados de partidos, mas são metas de todos os angolanos. Acreditamos que a construção de uma sociedade livre, justa, democrática, solidária, de paz, igualdade e progresso social é uma meta de todos os partidos políticos. O passo e o presente mostram e demonstram o contrário. Veremos.


Esperamos que nesta fase em que nos aproximamos do registo eleitoral, os partidos políticos se engajem num processo de mobilização com grande teor pedagógico junto das suas bases de apoio, dos seus militantes, simpatizantes e todos os angolanos. Que o empenho para o sucesso do registo eleitoral por parte dos partidos políticos não se verifique apenas no acompanhamento e fiscalização do processo, mas que sirva para provar que poderemos ser aquilo que ainda não somos, uma democracia e um Estado de Direito.


Nota: Texto baseado num artigo anónimo (presume-se que seja da autoria da Direcção) publicado hoje no Pravda, Boletim Oficial do regime ou Jornal de Angola, sob o título “Uma democracia forte”.

*Diretor-adjunto