http://www.blogtalkradio.com/radioangola/2014/10/17/entrevista-com-o-presidente-do-movimento-do-protectorado-eng-zecamutchima
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
CIDADÃO NACIONAL LUNDA TCHOKWE É ASSASSINATO E A POLICIA NO CAFUNFO DIZ QUE MALOGRADO MORREU PORQUE ERA DOENTE
CIDADÃO NACIONAL LUNDA TCHOKWE É ASSASSINATO E A
POLICIA NO CAFUNFO DIZ QUE MALOGRADO MORREU PORQUE ERA DOENTE
Luciano
Nelson Luciano, foi encontrado este domingo de 19 de Outubro, sem vida com
fortes sinais de torturas e posto no saco de plástico, estendido na rua
principal do Comptuario do cidadão estrangeiro RABIE em Cafunfo.
O
malogrado tinha 18 anos de idade, filho de Nelson Luciano e de Filomena José,
ambos naturais do Município de Cuilo, são residente no Cafunfo há muitos anos.
O
pai do malogrado, informou aos órgãos de ordem e segurança, para imediatamente
procederem com investigações sobre mais um assassinato, ao que a Policia
respondeu, que ele era um doente e tinha mesmo que morrer.
Como
qualquer pai, neste mundo, deve proteger o que seu, reclamou diante dos agentes
de investigação da DPIC Lunda-Norte, o que lhe valeu chapadas e pontapés e ainda
ameaçado para cadeia se continuasse a exigir averiguações dos autores materiais
da ocorrência.
Presume-se
que o malogrado terá sido vítima de assassinato por parte dos Agentes da
Policia de Cafunfo, isso explica o comportamento desumano destes cidadãos ao
serviço do ditador Angolano José Eduardo dos Santos.
A
família inconsolado tenta aperceber-se do comportamento dos agentes da polícia
que no lugar do filho morto, ainda recebe chapadas e pontapés da parte dos órgãos
do estado angolano, quem devia ser o principal interessado para esclarecer este
tipo de actos bárbaros.
Quem
matou o malogrado e o colocou no saco? Um doente morre com sinais de torturas e
ainda ele, cadáver enfia-se num saco em plena rua? Milagres do século XXI…
Portugueses
sempre respeitaram a dignidade do povo Lunda Tchokwe, porque somos tratados com
indiferença pelos nossos irmãos Angolanos, na qualidade de ambos sermos
Africanos?..
domingo, 19 de outubro de 2014
Rádio Angola: Entrevistou presidente do Protectorado Lunda Tchokwe
Rádio Angola: Entrevistou presidente do Protectorado
Lunda Tchokwe
A
Rádio Angola teve o privilégio de entrevistar o Presidente do Movimento do
Protectorado Eng.º Zecamutchima-Lunda Tchokwe.Entrevista conduzida por Serafim
de Oliveir O nosso interlocutor partilha connosco as suas experiências como o
movimento luta pela autonomia através de uma campanha nacional e internacioal.
Zecamutchima fala também de graves violações de direitos humanos nas Lundas e acusa as autoridades angolanas e as empresas privadas de segurança ao serviço das companhias diamantíferas de promover um "terrorismo de estado."
Clique no link para ouvir a entrevista: http://www.blogtalkradio.com/…/entrevista-com-o-presidente-…
Os nossos ouvitem podem também participar em directo no programa via Skype ou telefonar para 011(914) 338-0378 escolhendo a opção 1. As perguntas e sugestões podem ser enviadas para info@friendsofangola.org.
A Rádio Angola – uma rádio sem fronteiras – é um dos projectos da Friends of Angola.
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
AUTORIDADE DO PODER TRADICIONAL LUNDA TCHOKWE REIVINDICA AUTONOMIA
AUTORIDADE DO PODER TRADICIONAL LUNDA TCHOKWE
REIVINDICA AUTONOMIA
Vice-presidente do
Movimento do Protectorado das Lundas diz que o problema em Angola não é só
Cabinda.
O Movimento do
Protectorado das Lundas insiste em reivindicar autonomia para a região. O soba
e vice-presidente do movimento Mário Katapi diz que esta é a única maneira para
libertar os Lundas do sofrimento em que se encontram mergulhados.
AUTONOMIA PARA AS LUNDAS
Katapi, falando à
VOA, lançou dois desafios aos dois maiores partidos políticos do país: a
autoridade tradicional das Lundas reivindica uma autonomia para os povos Lundas.
"É sabido que a nível
de África um dos maiores impérios é a Lunda e é esse império que o Movimento do
Protectorado está a reivindicar, não é uma coisa nova, o regime nos vê como
inimigos mas nós só estamos a defender um direito nosso, a autonomia do povo
Lunda", defende Katapi.
A autonomia é para o
Movimento a única via para resolução dos problemas da região.
"Aqui nas Lundas não
existem escolas, as que existem não têm professores, não existem hospitais, os
que existem estão sem medicamentos, muitas coisas de que a região Lunda
padece", diz Mário Katapi.
Para o maior partido na
oposição a Unita, o soba avisa que nem só de problemas de Cabinda vive Angola.
"A própria direcção da Unita só defende Cabinda, os deputados da UNITA só
defendem os problemas de Cabinda, eles se esquecem os problemas do dia-a-dia
que o povo Lunda sofre".
Da Unita, não tardou uma
reacção do presidente do seu grupo parlamentar Raul Danda. "A Unita está
com o povo Lunda e as suas aspirações, este povo que é perseguido e sofre
só porque reclama alguma autonomia".
Por parte do MPLA não
conseguimos obter nenhuma reacção.
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
UM RELATÓRIO COM MAIS DE 200 VITIMAS MORTAIS, ASSASSINADOS IMPUNEMENTE NOS ULTIMOS 5 ANOS NA LUNDA TCHOKWE SERÁ ENTREGUE AO GOVERNO ANGOLANO
Uma
parte de um relatório com mais de 200 vitimas mortais, assassinados nos últimos
5 anos na Lunda Tchokwe, cujo autores materiais bem identificados, mas que
estão impunes, será entregue na próxima semana a 10ª Comissão da Assembleia
Nacional e ao Ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Drº Rui Jorge
Carneiro Mangueira.
O
presente relatório surge na sequência da Carta que no passado mês de Agosto, o
Movimento do Protectorado endereçou ao Governo Angolano e a Assembleia
Nacional, sugerindo a criação de uma “Comissão multidisciplinar para a
investigação dos assassinatos impunes ocorridos nos últimos 5 anos no
território Lunda Tchokwe”.
Nesta
conformidade, o Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos, em resposta,
orientou os órgãos competentes para análise e parecer, emitindo dois ofícios
N.º 3427/GMJDH/2014 e o N.º 3727/GMJDH/2014 de 13 e 27 de Agosto
respectivamente.
Para
o efeito, o relatório em causa vai ajudar os órgãos do Ministério da Justiça e
dos Direitos Humanos a compreender a dimensão criminosa do porque se deve
urgentemente criar as condições de localização dos autores materiais, e a
tomada de medidas pertinentes de acordo com a lei penal.
Sabe-se
que estes autores materiais, bem identificados, na sua maioria são agentes da
Policia Nacional, elementos das Forças Armadas, Policia de guarda fronteira e
agentes de empresas de segurança privadas, pertencentes a GENERAIS ANGOLANOS,
na região do Cuango, Cafunfo e Loremo, onde a maior parte dos actos aqui
narrados tiveram lugar.
Este
relatório será distribuído também para o Alto Comissariado da ONU dos Direitos
Humanos em cuja conferência de Monitorização de Angola terá lugar dia 29 de
Outubro de 2014 em Genebra, Suíça.
O
relatório será publicado online para o conhecimento público e na impressa
escrita angolana.
O
Núcleo de Estudo da Violência do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe,
através do Secretariado dos Direitos Fundamentais e Humanos, esta a investigar
mais de 1000 casos; as dificuldades prendem-se, sobretudo na identificação
destas vítimas, seus verdadeiros nomes, origens ou nacionalidades, tratando-se
de uma região com presença de gente de diferentes países e províncias de
Angola.
A
luta do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe, é o “Diálogo” com as
autoridades de Luanda para uma Autonomia efectiva sem ambiguidades da Nação
Lunda Tchokwe, neste capítulo, há um amplo programa de acções desde o politico
ao diplomático com vista ao alcance do objectivo, porque milhões de filhos
Tchokwe esta empenhada.
SECRETARIADO EXECUTIVO NACIONAL DO
MOVIMENTO DO PROTECTORADO
LUNDA TCHOKWE
ANGOLANO NO REINO UNIDO REPRESENTA UNIVERSIDADE NUMA CONFERENCIA INTERNACIONAL SOBRE KIMBERLITES
ANGOLANO NO REINO UNIDO
REPRESENTA UNIVERSIDADE NUMA CONFERENCIA INTERNACIONAL SOBRE KIMBERLITES
Mubuabua Yambissa (foto), encontra-se a fazer
o doutoramento (PhD), no Reino Unido (UK), foi recentemente seleccionado pela
direcção da Universidade, para representar a sua instituição numa conferência internacional,
sobre os Kimberlites e componentes relacionados, que teve lugar entre os dias 29
de Setembro a 02 de Outubro, 2014 na Antalya-Turquia.
Perante
vários cientistas, professores, doutores e outros academicos provenientes de varias Universidade do Mundo tal como USA,
CANADA, RUSSIA, AUTRALIA, CHINA, UCRANIA, BRAZIL,TURQUIA e outros paises
presente, Mubuabua Yambissa explicou a razao das suas pesquisas
scientificas perante audiencia e tambem
informou claramente sobre os processos de formação geologico dos kimberlites
Angolanos e a causa da variação de quantidade e qualidade de diamantes que se
encontram na região do territorio Lunda Tchokwe em Angola.
Mubuabua
Yambissa é natural da Lunda-Norte, e é o representantes oficial na Europa do Movimento que reivindica uma Autonomia
efectiva das Lunda (movimento do Protectorado da Lunda/Tchokwe).
Durante
a sua visita na conferencia internacional, Yambissa também aproveitou a
oportunidade para explicar aos
praticipantes em detalhes as causas fundamentais que leva o seu movimento em
busca de dialogo com o Governo de Angola para uma efectiva Autonomia da Lunda tchokwe territorio a Leste
de Angola.
Yambissa,
salientou na conferencia internacional, na Turquia, que apesar da maioria dos
nossos diamantes serem explorado pelos
Russos, mas até agora não existe uma explicação solida, geologica e cientifica,
dos factores principais que originou a grande variação de quantidade,
qualidade e distribuição de diamantes no territorio da Lunda Tchokwe em Angola.
Yambissa
encontra-se na fase final do seu doutoramento,
especializando se em kimberlites e diamantes, uma contribuição cientifica na discoberta
dos problemas e processos
geologicos associados com os
diamantes e kimberlites Angolanos.
Para
lém de fazer PhD, Yambisa tem 2 mestrados (MSc, MBA) e uma licenciatura (BSc),
todos em differentes Universidades do Reino Unido (UK).
terça-feira, 14 de outubro de 2014
FLEC MAIS DIVIDIDO - ANNY DA SILVA KITEMBO VICE-PRESIDENTE, DIZ NÃO VAI MAIS FAZER GUERRA E CONDENA OS EXILADOS DIRIGENTES CABINDAS
FLEC MAIS DIVIDIDO - ANNY DA SILVA KITEMBO
VICE-PRESIDENTE, DIZ NÃO VAI MAIS FAZER GUERRA E CONDENA OS EXILADOS DIRIGENTES
CABINDAS
Bruxelas - NOTA DE
IMPRENSA N°007 / VP-FLEC / 2014: Através desta nota de imprensa o
Gabinete do Vice Presidente da FLEC, leva ao conhecimento do povo de Cabinda e
à comunidade internacional o que segue:
Fonte: FLEC
Depois de Quarenta anos de
luta armada e de tanto sacrifício do sangue dos nossos compatriotas mortos pela
a defesa das aspirações legitimas do povo de Cabinda, cujo o resultado continua
a nos trazer destruição de aldeias, famílias, falta de educação, pobreza
extrema, exílio etc. ...
Eu Anny António da Silva
Kitembo, na qualidade de vice-Presidente eleito da FLEC segundo as disposições
estatutárias que regem a Frente de Libertação do Estado de Cabinda, a afirmo
aqui perante vocês , povo mártir de Cabinda o seguinte.
1 - O tão desejado dialogo
Inter Cabinda, o combate do respeito dos direitos humanos e a consolidação da
paz em Cabinda que todos queremos contribuir, é um conjunto de problemas graves
e sério que já não pode ser feito remotamente, longe das pessoas que
supostamente representam-nos, longe das realidades no terreno e com armas
na mão.
2 - Razão pela qual, ao
nosso pedido junto das autoridades angolanas de nos dar a oportunidade de se
reunir com nossos irmãos do FCD, foi aceite e aprovado pelo Chefe do Estado Sua
Excelência Presidente José Eduardo dos Santos que , pelo seu espírito de
abertura autorizou o contacto com o encontro de Brazzaville , através uma directiva
interna enviada ao Presidente do o Fórum Cabindes para o Dialogo ( cujo copia
em anexo), onde fomos afirmar o nosso compromisso com o dialogo em detrimento
da violência armada.
Se a FNLA e a UNITA que
num passado recente eram grandes movimentos de lutas de libertação como nos, se
comprometeram a de baixar as armas e virar as costas para a guerra para
defender democraticamente as suas ideias, por que razão, nos a FLEC não podemos
fazer o mesmo e tornar mais digno e credível a forma de defender as nossas
reivindicações?
E com esses termos que
declaro através desta nota de imprensa para o vosso conhecimento que a suposta
reunião de família que teve lugar em Paris, de quatro membros de uma família
não pode decidir sobre a exclusão de qualquer membro da FLEC em sua ausência,
no momento que estamos a falar da necessidade da união e coesão no seio da
FLEC, pensar e agir diferente nunca foi crime nem acto de traição, CHEGA DE
MENTIRAS E MANIPULACAO NO SEIO DO POVO.
Digo e repito que
doravante, nenhum líder Cabinda, independentemente de sua posição tem direito
de mandar ou instruir os filho e filhas de Cabinda a pegar em armas e ir morrer
na floresta ou viver nos campos de refugiados, sob o pretexto de defender
Cabinda, enquanto eles e suas famílias vivem longe beneficiando do Estatutos e
tudo tipo de apoio a custo do sangue de Cabindas.
A direcção política da
FLEC, menos os quatro membros da única família, decidimos dar a
credibilidade e dignidade a nossa luta, junto do povo e em Cabinda, de
trabalhar num quadro e estrutura responsável reconhecido pelo governo e
pela comunidade internacional, o Fórum Cabindes pelo Dialogo , estrutura que o
FLEC-FAC é cofundador...
SEPARATISMO OU TRIBALISMO?
A FLEC que em 1963 era uma
representação das três famílias políticas de Cabinda, MLEC, CAUNC e ALIAMA não
pode hoje se tornar num sucursal familiar que decide tudo e por todos. BASTA DE
SEPARATISMO.
Juntos com o Estado Maior
General, soldados, combatentes quadros e intelectuais Cabindas e outras
personalidades amantes da Paz e justiça, vamos continuar as iniciativas de
Brazzaville com o FCD para a Consolidação da PAZ em Cabinda sob a legítima sob
a responsabilidade da instituição do Estado e do governo de Angola, de acordo
com as recomendações da comunidade internacional e da União Europeia, em
particular …
Responsabilidade,
credibilidade e maturidade política obriga.
Feito em Bruxelas, em
sábado, Outubro 11, 2014
Anny Antonio da Silva
Kitembo
Vice-presidente da FLEC
Coordenador do pensamento
político do grupo e Moderador do novo projecto
LUNDA –SUL: JOVENS DIZEM QUE SÓ MILITANTES DO MPLA CONSEGUEM EMPREGO
LUNDA –SUL: JOVENS DIZEM QUE SÓ MILITANTES DO
MPLA CONSEGUEM EMPREGO
É
muito difícil conseguir um emprego na província da Lunda Sul se não se tiver
filiação no partido no poder. A afirmação é de jovens na Lunda da Sul que vêem
no garimpo artesanal de diamantes a única forma de sobrevivência.
"Não
temos oportunidades de emprego e quando aparece vaga é para os seus filhos,
sobrinhos e netos", desabafa um dos jovens ouvidos pela VOA.
Outra
alternativa de sobrevivência é o mercado informal diz outro jovem.: "Muita
juventude: meninas e rapazes e até mais velhos estão no mercado informal".
Quando
se tenta conseguir um emprego no Estado, o cartão de militante do partido dos
camaradas é um dos requisitos exigidos.
"Emprego
só com cartão de membro do MPLA, se for da Unita não, da FNLA e PRS também não
é admitido, nem os que não tem partido conseguem emprego", denuncia um dos
entrevistados.
Outro
dos interlocutores disse que durante os períodos eleitorais surgem muitas
promessas de emprego e o "Governo aproveita para fazer propaganda mas
quando passa as eleições a situação mantém-se na mesma".
Nem
a mina de Catoca não absorve os habitantes da zona, diz outro morador da
capital da Lunda Sul.
"Se
fores a Catoca, que é a quarta maior mina de diamantes do mundo, os cidadãos
que vivem nos arredores não têm acesso à mina, nenhum cidadão do bairro
trabalha na mina", denúncia.
Os
jovens dizem que ou trabalham na minha ou ficam no desemprego.
Voanews
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
FOI ENTREGUE EM NOVA YORK CARTA AO SECRETARIO GERAL DA ONU DA PRESIDÊNCIA DO MOVIMENTO DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE
FOI ENTREGUE EM NOVA YORK CARTA AO SECRETARIO
GERAL DA ONU DA PRESIDÊNCIA DO MOVIMENTO DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE
New
York – 11/10, uma carta da Presidência do Movimento do Protectorado Lunda
Tchokwe, fez entrada no Gabinete do Secretario Geral da ONU, Drº Ban ki-Moon em
Nova York, Estados Unidos de América, esta é a terceira vez que o Movimento
escreve para aquela Instancia das Nações Unidas.
O
teor desta carta, segundo as nossas fontes, tem a ver com a solicitação de
apoio da Comunidade Internacional para exercerem suas influências sobre o
Presidente Angolano José Eduardo dos Santos a promover o “Dialogo”, pacifico
com a Nação Lunda Tchokwe a sua Autonomia.
Aquando
da passagem do Secretario de Estado Americano, John Kerry no primeiro semestre
do corrente, por Angola, este foi portador de uma carta para o Presidente
Barack Obama do Movimento do Protectorado, onde se pedia da Comunidade
Internacional em particular os chefes de estados e de governos Africanos á
conferencia Afro-Americano de Washington em Agosto passado, que abordassem a “Questão
da Lunda Tchokwe”, com o estadista Angolano, que não se fez presente no acto daquela
conferência.
O
mundo hoje assiste impávidos os conflitos onde era impensável; Ucrânia, Síria,
Iraq, RCA, RDC, Gaza, Estado Islâmico, tudo porque, os instrumentos da cultura
de PAZ emanados pela Comunidade Internacional, simplesmente suas regras
convivem na conivência dos fabricantes de armas, pelos interesses económicos e
o controlo das riquezas mundiais pelos chamados multinacionais, pertenças a
esta comunidade internacional em torno das Nações Unidas e seus organismos.
A
ONU que defende a resolução de conflitos por via pacifico e pelo diálogo, tem
agora o “DOSSIER LUNDA TCHOKWE” em sua posse, um processo pacífico em que a
Comunidade Internacional é chamado a dar provas de que é capaz de fazer sentar
a mesa partes conflituantes sem que haja violência armada.
A
“Questão Lunda Tchokwe”, é um grande desafio para o SG da ONU, senhor Ban ki-Moon
e a Comunidade Internacional; Estados Unidos de América, Reino Unido da
Inglaterra, França, Alemanha, Rússia, China, Japão e os países Africanos que no
quotidiano fazem apelos a resoluções pacificas e exigem o dialogo na “Conferencia
dos Grandes Lagos” de que é José Eduardo dos Santos o Presidente em Exercício,
onde terá despachado mais de 2000 soldados Angolanos a envolverem-se em
conflitos alheios, tudo por falta da capacidade de dialogo.
Uma
fonte Diplomática ocidental baseada em Luanda, que pediu anonimato, disse que a
“Questão da Autonomia da Lunda Tchokwe”, tem muito a ver com os interesses económicos
de grandes Monopólios internacionais sobre esta região e as desconfianças do Presidente
José Eduardo dos Santos, de perder o peso de sua influência na tomada de decisões
em termos de grandes investimos, o que poderia reduzir a sua influência no
contexto das imposições que faz sobre vários líderes africanos.
A
mesma fonte diplomática ocidental, reconhece que é necessária a AUTONOMIA da
Lunda Tchokwe, para o bem da alternância política de Angola, o fim do poder monolítico
ditatorial em Africa, o fim da violação aos direitos humanos, para além de que
as autonomias aceleram mais o desenvolvimento.
E
há um outro aspecto importante: os parceiros estrangeiros, grandes grupos
económicos, que fizeram investimentos ou absorveram investimentos no solo LUNDA
TCHOKWE, os grupos muito poderosos de forças económicas e políticas, a nível
interno que aconselham o Presidente José Eduardo dos Santos a não promover o diálogo
sobre a autonomia, já não tanto porque acreditam nas suas políticas, mas como
forma de preservarem os seus negócios, os seus próprios interesses. Ele agora
passa a ser refém dos interesses externos e daqueles que o rodeiam.
Se
na Lunda Tchokwe haver guerra e violência descontrolada, José Eduardo dos
Santos, será sacrificado por aqueles que hoje o aconselham a não promover o “Dialogo”
sobre Autonomia, enquanto ele defende os caprichos de interesses económicos destes
grupos.
Finalmente,
os representantes da Missão Externa do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe
a nível da Europa, fará entregue de cartas idênticas aos Governos dos estados
Unidos de América, Reino Unido, Portugal, França, Bélgica, Alemanha, Rússia,
China e o Vaticano com os mesmos objectivos.
Ao
senhor Presidente José Eduardo dos Santos, cada crise tem os seus próprios desafios.
Porque todo o mundo o aponta como único intransigente nos processos políticos internos?
Como o único que, nem o seu próprio partido escuta? Como o único que,
interferem em tudo e todos?
Mobuto
Sese Seko, Jean-Bédel Bokassa, Idi Amin Dada, Mengistu Haile Mariam, Kamuzu
Banda, Muamar Kadafi entre vários, foram testas de ferro e de ditaduras
sangrentas em Africa, o fim deles foi o que todos nós conhecemos, viver os
erros do passado para corrigir o nosso presente…
sábado, 11 de outubro de 2014
DELEGAÇÃO DO MOVIMENTO DO PROTECTORADO RECEBIDO PELOS DEPUTADOS DA UNITA EM JORNADAS PARLAMENTARES NA LUNDA – SUL
DELEGAÇÃO DO MOVIMENTO DO PROTECTORADO RECEBIDO
PELOS DEPUTADOS DA UNITA EM JORNADAS PARLAMENTARES NA LUNDA – SUL
Membros do Secretariado
Regional do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe na Lunda Sul, foram
recebidos em audiência pelos Deputados da UNITA que realizaram jornadas
Parlamentares em Saurimo, a quem fizeram entrega de uma Carta, solicitando que
a Assembleia Nacional faça debates sobre a reivindicação da Autonomia da Nação
Lunda Tchokwe e que a 10ª Comissão responda a carta sobre a criação de uma
Comissão para investigar assassinatos impunes dos últimos 5 anos no território,
como parte da violação dos direitos humanos.
A delegação chefiada por
Armando Mutondeno Secretario Regional do Protectorado na Lunda Sul, fez parte o
Secretario Municipal de Saurimo; Sr Lito, Secretario Municipal Adjunto Nelito
Silvano e o Secretario Regional de Informação e Mobilização.
Raul Danda, Presidente do
Grupo Parlamentar da UNITA fez as honras de receber os membros do Protectorado
Lunda Tchokwe, escutar atentamente a questão reivindicativa da Nação Lunda
Tchokwe, prometeu fazer chegar a Carta as instâncias superiores da Assembleia
Nacional de Angola.
Há cerca de 13 anos que o
Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe reivindica por direito legítimo e histórico-natural
a Autonomia da Nação Lunda Tchokwe, tal igual a Escócia, Irlanda e País de Gales
no Reino Unido, mas que o Governo do regime ocupacionista e colonizador de José
Eduardo dos Santos, que saqueia as riquezas do território, tem-se furtado
constantemente ao “DIÁLOGO”, com medo de perder o “El Dourado” dos saborosos
diamantes da Lunda Tchokwe, só assim pode ser explicado o silencio do
Presidente Angolano.
O processo é totalmente pacífico,
sem violência em busca de diálogo, sem anarquia, porque razão José Eduardo dos
Santos não quer promover o diálogo?
A comunidade
internacional, esta atenta a tudo, de que se esta a passar no território da
Nação Lunda Tchokwe, se um dia começar haver violência, será sempre da
responsabilidade do Presidente José Eduardo dos Santos.
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