quinta-feira, 14 de novembro de 2013

CRUELDADE, CASSULE FOI MORTO À PANCADA E ATIRADO NO RIO; KAMULINGUE COM TIRO NA CABEÇA E ABANDONADO NUMA MATA

CRUELDADE, CASSULE FOI MORTO À PANCADA E ATIRADO NO RIO; KAMULINGUE COM TIRO NA CABEÇA E ABANDONADO NUMA MATA



Lisboa  – O “draft” de um habilitado memorando revela a forma 'cruel' como as autoridades angolanas terão executados os activistas Alves Kamulingue e Isaías Sebastião Cassule, raptados na via pública nos dias 27 e 29 de Maio de 2012, na saga de uma manifestação de veteranos e desmobilizados que exigiam a actualização das suas pensões por parte do governo do Presidente José Eduardo dos Santos.

Corpos: Cassule foi atirado no rio; Kamulingue foi abandonado numa mata

Fonte: Club-k.net


De acordo com dados baseados do “draft”, a que o Club K teve acesso,  o activista (e ex-militar) Alves Kamulingue foi detido por volta das 14 horas, nas mediações no Hotel Skyna, por alegadas tropas da Unidade da Guarda Presidencial (UGP) e que o terão entregue na esquadra da Polícia Nacional da Ingombota.


Kamulingue terá ficado sob a responsabilidade do chefe de departamento da investigação criminal daquela repartição, Manuel Miranda, também conhecido por “Chefe Miranda”.


Já o activista Isaías Cassule (descrito como mobilizador de massas) não terá participado na referida manifestação de antigos combatentes, mas tivera sido informado que o seu amigo Alves Kamulingue fora levado pelos militares da UGP. 


Em gesto de solidariedade, Cassule desdobrou-se em contactos para fazer denúncias sobre a detenção/rapto daquele e programa uma entrevista a Rádio Eclésia para dar sequência a sua agenda de denúncia.


No dia 29 de Maio do mesmo ano, Isaías  Cassule recebeu um telefonema de um indivíduo que se identificou apenas por “Tunga”, alegando que tinha informações sobre o rapto de Kamulingue e, que inclusive, lhe queria fazer chegar um suposto vídeo do amigo a ser levado.


Ao anoitecer, Cassule em companhia de um amigo de nome Alberto António dos Santos vão ao encontro do suposto Tunga, no perímetro do fontenário da Escola Angola e Cuba, no município do Cazenga, em Luanda.


Para ser facilmente identificado, o suposto Tunga  apareceu trajado de uma camisola com os dizeres “32 é Muito”, semelhante aos dos jovens activistas do Movimento Revolucionário. Logo a seguir Cassule e o seu amigo foram cercados por cinco elementos. Cassule é raptado e Alberto Santos consegue escapar e denuncia logo o raptado do amigo.


Desde então, Alberto dos Santos, ex-mecânico da UGP, tomou medidas de prevenção com receio de que pudesse ser também alvo dos raptores. Mas, no dia 27 de Março de 2013, numa altura em que se encontrava num dos mercados da capital, elementos da Direcção Nacional de Investigação Criminal (DNIC) localizaram-no a partir do rastreamento efectuado através do seu telemóvel e detiveram-no sob justificação de ter “participado no sequestros” de Isaías Cassule.


Nos interrogatórios, foi questionado com quem terá desabafado sobre o rapto do amigo. Porém, o chefe do Departamento de Crimes contra Pessoas da DNIC, Fernando Recheado, e o instrutor do processo, Armindo César, pediram a Alberto os Santos (na foto) para dizer que um partido da oposição deu-lhe dinheiro para sequestrar Kamulingue e Cassule.


Fernando Recheado, inclusive, ameaçou-lhe de que se não dissesse que era a UNITA (maior partido da oposição angolana) quem ordenou os sequestros, seria mantido por muito tempo na cadeia.


Infelizmente, Alberto dos Santos, que fora posto em liberdade em finais do mês de Setembro, ficou detido durante seis meses na Comarca de Viana de Luanda, sem culpa formada.


AS EXECUÇÕES

Logo após ter sido detido, Isaías Cassule foi levado, primeiramente, para uma esquadra policial. Suponha-se que foram os "elementos do aparelho de segurança" que foram a sua busca para posteriormente o levar para um outro lugar, onde foi espancado brutalmente durante dois dias seguidos.


Literalmente, Isaías Cassule perdeu a vida por causa do excesso de porrada, e o seu cadáver foi deitado no rio Dande, na província do Bengo, precisamente numa área onde habita jacarés, que o devoraram.


Um elemento identificado por “Cheu”, tido como o homem de ligação com o gabinete do governador provincial de Luanda, Bento Francisco Bento, terá confessado a situação de Isaías Cassule e atribuiu a responsabilidade aos elementos da delegação do Serviço de Inteligência e Segurança de Estado (SINSE) de Luanda.



Por sua vez, Alves Kamulingue foi também alvo de “treinos”, expressão usadas pelos operativos da DNIC, para se definir as sessões de torturas. O mesmo terá sido executado com um tiro na cabeça. O disparo terá sido feito por um oficial operativo da esquadra da Ingombotas, identificado apenas por “Kiko”, suposto sobrinho da ministra do Ambiente, Fátima Jardim. O corpo de Alves Kamulingue foi abandonado numa mata, fora de Luanda.


No seguimento de acareações o autor do disparo teria revelado que apenas cumpriu orientações do seu superior “Chefe Miranda”. Este por sua vez, ao ser interpelado referiu que também "cumpriu supostamente ordens" do director provincial da DPIC, de Luanda, António Pedro Amaro Neto, que entretanto foi ouvido esta quarta-feira, 13. 


Com base nas acareações anteriores, a DNIC despachou para as referidas matas quadro oficiais identificados por David, Benchimole, Jesus e Fernando Recheado, a fim de fazerem a reconstituição do crime. Estes encontraram as supostas ossadas de Alves Kamulingue, e levaram consigo as suas sapatilhas e roupas encontradas no local. 


As autoridades decidiram manter em “top secret” o assunto da descoberta do cadáver para evitar com que o tema viesse a superfície quanto a forma da execução.


Quando se sucederam as referidas mortes, o director-geral do SINSE, Sebastião José António Martins, acumulava igualmente o cargo de ministro do Interior, e encontrava-se fora do país, na sequência de autorização do Presidente José Eduardo dos Santos, para dar seguimento a um tratamento de saúde (alude-se a existência de células cancerianas na garganta).


 Bento  Francisco Bento, o governador de Luanda teria entretanto sido informado, sobre o que aconteceu,  por intermédio de um elemento de ligação junto ao seu gabinete  que participara na operação.


Ao regressar do exterior, Sebastião Martins tomou igualmente conhecimento do assunto. Porém, foi notado em todas as partes iniciativas tendentes a um acordo de cavalheiros a fim de se abafar o caso.


Porém, a divulgação de uma matéria do Club-K detalhando sobre o assassinato dos dois activistas colocaria o plano por água abaixo. As autoridades por intermédio da Procuradoria-Geral da República, viram se obrigadas a sair publicamente a fim de assumir "as detenções de elementos que estariam envolvidos" no desaparecimento dos dois cidadãos.


De momento os responsáveis províncias da DNIC e do SINSE estão a ser ouvidos, pela Procuradoria-Geral da República, a fim de se entender de onde partiu a ordem de execução. As acareações estão a ser abalizadas por acusações mútuas. Os elementos da DNIC atribuem responsabilidades aos colegas do SINSE, e estes alegam que os outros também fizeram parte do crime.  



DENUNCIADA TENTATIVA DO REGIME JES DE ASSASSINAR MUANANGANA KAPENDA KAMULEMBA

DENUNCIADA TENTATIVA DO REGIME JES DE ASSASSINAR MUANANGANA KAPENDA KAMULEMBA





O regime do ditador José Eduardo dos Santos, tentou assassinar no dia 28 de Outubro do corrente, na localidade da MUXINDA o Muanangana Kapenda Kamulemba, como parte do programa da Carta que em Agosto ultimo a Presidência da Republica endereçou ao Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe advertindo um combate sem tréguas.







No dia 28 de Outubro, o elemento afecto ao Comando da Policia Municipal de Xá-Muteba, disfarçado ao serviço do Comando da Policia de Capenda Camulemba, identificado com o nome de Inácio, apareceu de repente diante do Muanangana Muacapenda e apontou-lhe com uma pistola de fabrico espanhol “STAR” a mesma vinha carregada com 10 balas calibre 9 mm, Registado no Comando da Policia Nacional, CAL 9M.M.P. 1874473.



O Agente manipulou a sua pistola, enquanto dizia que vinha com ordens superiores para matar o Muananganas Muacapenda, por este ser um apoiante do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe liderado pelo Eng.º José Mateus Zecamutchima, pelo milagre de DEUS, a mesma pistola foi lhe retirado pelo Muanangana, que levou a mesma consigo.




Comunicado o facto ocorrido ao Comando da Policia de Capenda Camulemba, estes enviar mais um reforço de viaturas e seus agentes para agredir Muacapenda que teve que se refugiar durante 3 dias na mata.



O pior é que a Administradora Adjunta de Capenda Camulemba Sra Beatriz Agostinho, veio pessoalmente e prendeu o Regedor irmão mais velho do Muacapenda e o colou na prisão durante cerca de 6 horas, demonstração clara de que o Agente agiu sob orientação superior, porque o crime não é transmissível.



Foi preciso o Muana Capenda deslocar-se para Luanda, onde no dia 12 de Novembro de 2013, fez entrega da mesma pistola no Comando Geral da Policia Nacional, pistola cujo imagem aqui ilustramos.



A população de Capenda Camulemba, espera que a Policia Nacional tome as medidas necessárias contra estes criminosos escondidos no seio da corporação sob mãos invisíveis dos seus mandantes.


ANGOLA RECUSA JÚDICE COMO ÁRBITRO INDICADO POR PORTUGAL NO DIFERENDO COM ENDIAMA

ANGOLA RECUSA JÚDICE COMO ÁRBITRO INDICADO POR PORTUGAL NO DIFERENDO COM ENDIAMA






O Tribunal Provincial de Luanda recusou a indicação do jurista José Miguel Júdice, como árbitro indicado por Portugal, no diferendo entre a Sociedade Portuguesa de Empreendimentos (SPE) e a ENDIAMA, disse esta segunda-feira à Lusa fonte ligada ao processo.



Em causa está o litígio que opõe a SPE à empresa de diamantes de Angola, detida a 100 por cento pelo Estado angolano.



Este litígio começou quando a ENDIAMA anunciou em Novembro de 2011 que iria encerrar a exploração diamantífera do Lucapa sob a alegação de incumprimento contratual da SPE, que detém 49 por cento daquela exploração.



Os restantes 51 por cento pertencem à ENDIAMA que a 06 de Dezembro de 2011 anunciou a atribuição dos direitos de exploração anteriormente atribuídos à SPE à Sociedade Mineira Kassypal, uma unidade da "holding" angolana Grupo António Mosquito.



Segundo a fonte contactada pela Lusa, a indicação de José Miguel Júdice não foi aceite por "omissão de dados".



"O facto é que o árbitro nomeado pela parte portuguesa, que havia sido indicado pela SPE, não revelou que era advogado do Governo Português e da REPÚBLICA, precisamente a principal accionista da SPE. A decisão chama a atenção para a renúncia do Dr. José Miguel Júdice em outro caso, em razão do mesmo tipo de impedimento", disse a mesma fonte.



O Tribunal Provincial de Luanda (TPL) "censurou" igualmente os outros dois árbitros designados, Óscar Gomes e Elisa Nunes Rangel.



A fonte disse que a "censura" se deveu à "tentativa de usurpar a função atribuída legalmente ao presidente do TPL", razão por que "ficaram suspensos de praticar quaisquer actos no processo arbitral, enquanto se examina a sua suspeição".




Com a rejeição de José Miguel Júdice, passam a dois os juristas portugueses rejeitados pela parte angolana. O primeiro foi Marcelo Rebelo de Sousa.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

REGIME ANGOLANO LIBERTOU MEMBROS DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE QUE SE ENCONTRAVAM PRESOS ILEGALMENTE NA KAKANDA LUNDA-NORTE

REGIME ANGOLANO LIBERTOU MEMBROS DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE QUE SE ENCONTRAVAM PRESOS ILEGALMENTE NA KAKANDA LUNDA-NORTE





Os membros do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe que desde 2010 se encontravam a cumprir uma pena ilegal na cadeia da Kakanda foram libertos esta tarde do dia 13 de Novembros de 2013, conforme prometeu o Secretario de Estado para os Direitos Humanos Sr. António Bento Bembe na semana passada, quando este reuniu com os referidos membros naquele estabelecimento prisional, noticia que o Presidente do Movimento Eng.º José Mateus Zecamutchima deu a conhecer através da Rádio a Voz de América.




Os libertos são; Domingos Henrique “Samujaia”, Sebastião Lumanhi, José Muteba e António Silva Malendeca, que ambos estavam a cumprir ilegalmente penas de: 3 anos, 6 anos, 4 anos e 5 anos respectivamente.




Essa decisão do Regime Angolano pegou de surpreso o Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe, que ao longo dos últimos anos usou vários advogados com o objectivo de libertar os Activistas Políticos do movimento e não teve êxitos, entre eles o Dr. David Mendes e o Dr. Marcolino José Carlos Moco.




Foi vencida uma batalha jurídica, mas a luta contínua, pois amanhã dia 14 de Novembro de 2013, outros 10 Membros do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe, irão ser ouvidos na 3ª Secção do Tribunal Provincial de Luanda, do Palácio Dona Ana Joaquina em um processo cheio de irregularidades, que tem como Advogado de Defesa o Dr. Salvador Freire, actual Presidente da Associação Mãos Livres.





O Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe, espera que o regime de Angola deia o passo mais importante; “DIÁLOGO” e se estabeleça a AUTONOMIA DA NAÇÃO LUNDA TCHOKWE rapidamente. 



MEMBROS DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE VÃO A JULGAMENTO AMANHÃ DIA 14 de Novembro de 2013

MEMBROS DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE VÃO A JULGAMENTO AMANHÃ DIA 14 de Novembro de 2013







Depois de dois adiamentos por falta da presença de Advogados de Defesa (dia 23 de Agosto e 25 de Outubro de 2013), eis que amanhã será o dia “D”, pois os acusados levam consigo os advogados da Associação Mãos Livres, na pessoa do seu Presidente Dr. Salvador Freire e mais outros dois Advogados da mesma Associação.




O Governo Angolano movido pela emoção da vontade de destruir tudo que vem a sua frente, de não escutar vozes discordantes e de diferença de opiniões, lançou-se numa luta inglória contra o povo e a Nação Lunda Tchokwe, prendeu e acusou-nos de crimes contra a sua segurança de estado, que desde 2007 até a presente data não apresentou nenhuma prova credível publica das suas acusações, pois nós estamos a reivindicar civilizadamente o nosso território e pedimos um “DIÁLOGO QUE ELE DEVERIA ABRAÇAR”.




O Tribunal é competente, as partes são legítimas, o processo é próprio e não enferma de nulidade, excepções ou questões prévias que obstem ao conhecimento do mérito da causa, lê-se na nota de pronúncia do Ministério Publico do Governo de Angola, emitido no dia 16 de Fevereiro de 2012, passados 2 anos de terem sido raptodos os membros do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe (dia 8 de Janeiro de 2010) pela Casa Militar da Presidência da Republica de Angola.




Nós somos partes legítimas, dispostos para serem condenados injustamente por aquele que hoje é nosso colonizador, e, la estaremos amanhã dia 14 de Novembro de 2013, o mundo vai testemunhar esta vergonha do regime do Sr. José Eduardo dos Santos, no momento em que mantém outros membros do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe na cadeia da Kakanda, que já pagaram as custas judiciarias ilegais 500 USD, que a justiça Angolana exigiu….




O Regime ditatorial e ocupacionista do colonizador Sr. José Eduardo dos Santos, contínua com manobras já fracassadas de fabricar no seio do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe, “Aquilo que a comunicação social Nacional e Internacional” chamam de duas alas no processo Lunda Tchokwe, que não é na verdade a realidade no terreno.




A Comunicação Social Nacional e Internacional, por favor, vos podeis provar tudo isto que acabamos de divulgar aqui, que é verdade, vos o 4.º poder que dizeis a verdade ao mundo, vos que podeis ajudar a Nação Lunda Tchokwe na sua caminhada reivindicativa, não perturbem mais a caminhada vitoriosa na luta do Povo, Nação e o Movimento do Protectorado…




Não existem duas alas; pois quando um país passa por um período difícil, organiza-se eleições e elege-se um novo presidente. Quando uma empresa vai mal, contrata-se um novo Executivo. Quando uma equipe desportiva vai mal, procura-se um novo técnico. É isso que o povo Lunda Tchokwe fez, ao destituir a antiga liderança por nova sob direcção do Eng.º José Mateus Zecamutchima.




Os visados são: Domingos Manuel Muatoyo, Alberto Cabaza, Luís Muacassange, Germano Chipalacana, Adelino Augusto, João Daniel Mutunda, Zola Rocha Lunga Umue, Tomaica Passa André, Ferraz Xaluquele e Serafim Oliveira Mutombo Paulo.




Presos e raptados no dia 8 de Janeiro de 2010, o Ministério Publico Angolano na sua Pronuncia fabricada no dia 16 de Fevereiro de 2012, diz que os detidos e interrogados negaram serem membros da CMJSPL; fls 59 a 63 do processo N.º 162/2010-B; se eles negaram serem membros do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe, como é que agora vão ser julgados?





A Comunidade Internacional e o Governo de Angola, conhece bem quem é o interlocutor oficial da questão LUNDA TCHOKWE, o Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe, liderando pelo Eng.º José Mateus Zecamutchima.


quinta-feira, 7 de novembro de 2013

TERMINOU EM SAURIMO O 1º ENCONTRO METODOLÓGICO DE SECRETÁRIOS REGIONAIS DO MOVIMENTO DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE

TERMINOU EM SAURIMO O 1º ENCONTRO METODOLÓGICO DE SECRETÁRIOS REGIONAIS DO MOVIMENTO DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE


Presidente do Movimento com uma parte dos membros do Comité Executivo

em final de uma sessão de trabalho




O primeiro encontro metodológico de Secretários Regionais do Movimento do Protectorado em defesa da emancipação da Autodeterminação da Nação Lunda Tchokwe, teve lugar na cidade de Saurimo de 28 de Outubro ao 3 de Novembro do corrente ano.



O encontro reuniu os Secretários Regionais do Kuando Kubango, Moxico, Lunda-Sul e Lunda-Norte, participaram também os Secretários convidados dos municípios de Cafunfo/Cuango, Caungula, Xá-Muteba, Cuilo, Lubalo, Lucapa, Cacolo e Dala.



O reforço da capacitação dos responsáveis das estruturas de base do movimento, a divulgação dos objectivos aprovados pela conferência Nacional do Movimento realizado em Luanda em Julho de 2011, a reorganização das referidas estruturas de base, as questões ligadas a gestão e liderança, a divulgação da história e da luta secular da Nação Lunda Tchokwe, a mobilização generalizada das populações, questões ligadas a quotização dos membros e a reorganização das estruturas da Juventude e da organização da mulher foram os grandes temas debatidos no encontro durante cerca de 7 dias.



O secretario anfitrião, Sr Armando Mutondeno, disse no encerramento que os distintos secretários presentes no encontro metodológico saíram munidos de capacidades intelectuais para enfrentar os próximos desafios da luta; tendo chamado a atenção aos presentes a observar sempre os estatutos e o regulamento interno para a disciplina do Movimento, a coesão em unidade de acções para podermos vencer.




MOÇÃO DE APOIO AO PRESIDENTE DO MOVIMENTO



No último dia dos trabalhos, os secretários regionais presentes aprovaram uma moção de apoio ao Sr Presidente do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe Sua Excelência Eng.º José Mateus Zecamutchima, pela forma sabia, paciente do momento difícil, adverso e cheia de ameaças de perseguições por parte do regime usurpacionista e ditatorial instalada no palácio Alta em Luanda em como tem conduzido os destinos da luta do povo Lunda Tchokwe.




Ao Presidente Zecamutchima, desejamos muita saúde, muito sacrifício, sobretudo sabedoria para ultrapassar os obstáculos que não são poucos no caminho até a Victória.



Estamos todos comprometidos com a luta e coesão em torno da vossa sabia direcção.


Muyombo Ji!Ji…
Muyombo Ji!Ji…
Muyombo Ji!Ji…
Unidos Venceremos!...



Saurimos, 3 de Novembro de 2013



O SECRETARIADO EXECUTIVO DO MOVIMENTO DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE


terça-feira, 5 de novembro de 2013

ANTÓNIO BENTO BEMBE DISSE QUE MEMBROS DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE SERÃO LIBERTADOS NOS PROXIMOS DIAS.

ANTÓNIO BENTO BEMBE DISSE QUE MEMBROS DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE SERÃO LIBERTADOS NOS PROXIMOS DIAS






António Bento Bembe, Secretario de Estado para os Direitos Humanos, disse na cadeia da Kakanda esta segunda-feira 4 de Novembro de 2013 em reunião com os membros do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe que ai cumpre uma pena injusta, que podem estar em liberdade incondicional nos próximos dias.



António Bento Bembe que era acompanhado pela Sra Vice Governadora da Lunda-Norte, numa comitiva que fez parte o Administrador do Chitato, do Comandante e Delegado do Interior Gil Famoso, do Procurador Provincial entre membros do Partido MPLA naquela Província, disse que vinha com orientações superiores para junto do Tribunal Provincial solucionar definitivamente a questão dos Membros do Protectorado Lunda Tchokwe estacionados naquele estabelecimento prisional.



Estão na cadeia da Kakanda; Domingos Henrique Samujaia, que desde o dia 9 de Outubro de 2013, já deveria ter estado em liberdade, por ter cumprido com a pena e ter já paga 500 USD, das ditas custas judiciárias.



Outros, são José Muteba, António Silva Malendeca e Sebastião Lumanhi, que nas últimas semanas estiveram em greve de fome para exigir do tribunal a sua libertação e que causou mal-estar do Activista José Muteba, que se encontra nos cuidados médicos posto de saúde prisional da Kakanda.



Para além dos 4 membros na cadeia da Kakanda, no dia 14 de Novembro de corrente, outros 10 membros vão audiência para julgamento no Palácio Dona Ana Joaquim, trata-se dos Activistas: Domingos Manuel Muatoyo, Alberto Cabaza, Luís Muacassange, Adelino Augusto, Rocha Zola Lunga Umwe, João Mutunda, Tomaica Passa André, Bonifácio e Ferraz Xaluquele, que tem como Advogado de defesa o Dr Salvador Freire, Drª Lídia entre outros da Associação Mãos Livres.




O Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe sob Liderança do Eng.º José Mateus Zecamutchima, continua a defender o diálogo como única saída do conflito da reivindicação da Autonomia, lembrando que a Comunidade Internacional e o Governo de Angola conhecem quem é o interlocutor do processo LUNDA TCHOKWE.





segunda-feira, 4 de novembro de 2013

COMUNICADO DE IMPRENSA DO MOVIMENTO DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE SOBRE A CONFERENCIA ORGANIZADO PELO JES/MPLA PARA PROMOVER O MALAQUITO

COMUNICADO DE IMPRENSA DO MOVIMENTO DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE SOBRE A CONFERENCIA ORGANIZADO PELO JES/MPLA PARA PROMOVER O MALAQUITO





 COMITÉ EXECUTIVO NACIONAL DO MOVIMENTO DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE, COMUNICA A OPINUIÃO PUBLICA NACIONAL E INTERNACIONAL O SEGUINTE:



A fracassada manobra Maquiavélico do regime do José Eduardo Dos Santo e a sua infeliz doutrina menplista que pretende derrubar o glorioso movimento que reivindica a soberania da Lunda Tchokwe passa por um pano de fundo a propalada realização duma conferência de Imprensa anunciado pelo cidadão da Lunda Tchokwe; Sr. Jota Filipe Malakito, para a o dia 4 de Novembro de 2013 no Hotel de Luz na Capital Angolana, é uma outra fracassada tentativa maquiavélico do regime do ditador José Eduardo dos Santos/MPLA que a todo o custo está tentar instrumentalizar um Vende-pátria que outrora foi privado de liberdade nos cárceres do mesmo regime, em troca desta imputou-lhe a responsabilidade de acabar com os valiosos suporte do movimento que sem sobra de dúvida sustentáculo de fundamentos da razão para o reconhecimento internacional e o alcance da soberania Lunda; essa manobra desencadeado pelo regime mais contestado em Angola e no mundo quer a ferro e fogo institucionalizar os traidores na causa da Lunda para assumirem um papel de desestabilização a sombra de considerar e confundir a opinião pública Nacional e Internacional, nos seus intentos de impedir o avanço das forças que luta pela emancipação da autodeterminação da Nação Lunda Tchokwe.


O Governo da Republica de Angola, em carta enviada a Presidência do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe no dia 1 de Agosto do corrente ano, em um dos seus parágrafos, disse: (…)”Não reconhece quaisquer pretensos protectorados, nem contempla a concessão de qualquer Autonomia Administrativa, económica e jurídica a nenhuma parcela do território nacional, que é uno e indivisível (...)


(…)”Neste sentido, competindo ao Estado Angolano garantir a segurança nacional, observando a constituição e a Lei, Salvaguardando a independência e a Soberania nacionais, e a integridade territorial, somos a informar que o Estado, não dará tréguas e combaterá energicamente, todos os actos que atentem contra a estabilidade, a segurança, a ordem publica e a integridade territorial, defendendo a todo custo a constituição angolana e a Unidade Nacional”(…).


É hoje este mesmo Governo Angolano, que jurou publicamente não reconhecer o pretenso protectorado e que iria o combater energicamente sem tréguas e a todo custo. Que autoriza a realização de uma conferência de imprensa num dos Hotéis de Luz, para se falar dos mesmos protectorados?.. Dum lado é esse mesmo governo que muniu a sua força de segurança para tentar contra a vida do presidente de protectorado da Lunda Engenheiro Zecamutxima.


É o mesmo governo Angolano que tem presos políticos e filhos da Nação Lunda Tchokwe nas suas cadeias a cumprir sentenças de 6 anos, acusados de dividir Angola, separatistas e de terem cometido crimes contra a segurança do Estado de um país considerado uno e indivisível, que hoje vai permitir que se realize uma conferencia de imprensa em um Hotel de Luz, para se falar dos protectorados com a presença de Partidos Políticos, Deputados a Assembleia Nacional, Jornalistas e Analistas políticos afectos ao regime?..


Como é do conhecimento publico, o regime ditatorial do Sr. José Eduardo dos Santos/MPLA, para combater as oposições a sua governação, sempre utilizou a corrupção para comprar elementos nocivos da oposição, tal como aconteceu com partidos; UNITA, FNLA, PRS e tantas outras forças com o objectivo de os enfraquecer, e aqui não fogem a regra contra o Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe, usando o corrupto e nocivo cidadão Jota Filipe Malakito; senão vejamos:


Malakito foi destituído por vários motivos e razões; corrupção activa, reuniu em 11 de Julho de 2008 sozinho com elementos afectos a Casa Militar da Presidência da Republica nas instalações do Conselho de Ministros, sito ao largo dos Ministérios e lhe prometeram 15.000.000,00 (Quinze milhões de dólares) aceitou, mas a maioria dos membros da direcção não aceitou tal proposta.


Preso em Maio de 2009, por não ter cumprido com a promessa de ter que parar com as acções do movimento em que ele já não tinha o controlo, entrega uma relação nominal de todos os membros de Direcção a DNIC com o objectivo de os prender ou abate-los na calada da noite em 12 de Junho de 2009.


Transferido da cadeia de S. Paulo para a Comarca de Viana, volta a entregar uma nova relação nominal dos membros de direcção a elementos afectos a Casa Militar da Presidência da Republica e do grupo técnico operativo de Inteligência, agentes conhecidos por Henrique, Daniel, Edna e o sr Prince com quem mantinha contactos permanentes ate a data de sua soltura.


Na cadeia escreve uma carta ao Sr. Avelino irmão mais velho do Presidente José Eduardo dos Santos, pedindo que este interviesse junto de seu irmão para que lhe concedesse a liberdade com a promessa de tentar acabar com as acções do movimento reivindicativo.


Ainda na cadeia escreve uma carta para pedir amnistia ao Presidente José Eduardo dos Santos, isto é em 2010.


Em 22 de Março de 2011, depois de ser liberto, escreve uma carta ao MPLA para agradecer por lhe ter tirado da cadeia, esquecendo-se do Hábias Corpus que o Dr. David Mendes teria interposto junto do Tribunal Supremo.


Saiu da cadeia com a proposta do MPLA para ser o Director da Campanha Eleitoral de 2012 nas Lundas, recebendo dinheiros, viaturas, bicicletas e outros bens para que fosse distribuídos as populações locais para conquistar votos a favor do Partido no Poder em Angola, esta acção não surtiu efeitos porque foi destituído a 12 de Abril de 2012. E, como se não bastasse ele convocou os Miananganas para lhes comunicar que já havia negociado a partir da cadeia de Viana com o Presidente José Eduardo dos Santos, 35.000.000.000,00 (trinta e cinco biliões de dólares) a seu favor.


Depois da sua destituição, ele foi a Rádio Eclésia e a Voz de América, acusando que a actual Direcção do Movimento possuía paióis de armamentos militar, fez queixa juntos dos Tribunais e a DNIC, pedindo que estes órgãos prendessem em 45 dias os membros do movimento.


Se ele intitula-se como salvador da Lunda, como é possível antes de ter a Lunda em seu poder, exige do governo angolano uma indemnização; Fidel Castro, Nelson Mandela, Agostinho Neto e tantos outros patriotas e nacionalistas, estiveram nas masmorras dos seus colonizadores, nunca em algum momento ouvimos a exigirem indemnizações.


Como suposto jurista que se considera, chega a ponto de falsificar e alterar os documentos dos Tribunais e da PGR, montagem da sua fotografia com a do Presidente José Eduardo dos Santos, como se tivesse sido recebido em audiência, só para mentir e enganar o povo. E também a falsificação de assinaturas de 55 regedores e sobas para mostrar que tem apoio da autoridade tradicional Lunda Tchokwe. Burla de valores monetários há cidadãos Lunda Tchokwe alimentando a esperança dos seus filhos à estudar fora do país.  


Foi ao Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos, deu entrada de documentos para a criação de uma Associação Filantrópica para a defesa dos direitos humanos e fez declarações a Rádio Voz de América com o objectivo da criação da mesma.
  


O regime do ditador José Eduardo dos Santos/MPLA, prometeu combater o Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe e esta a cumprir:


No dia 22 de Novembro e 13 de Dezembro de 2012, fomos convidados pela 10ª Comissão da Assembleia Nacional, onde reunimos com a Presidente a Sra. Genoveva da Conceição Lino, Membro do MPLA. A mesma 10ª Comissão reuniu com o Movimento no dia 11 de Abril de 2013, apresentado um outro deputado do MPLA como acompanhante do Processo Sr. Aurora Kassule, sob orientação do Presidente JES.


No dia 18 de Abril de 2013, numa interlocução representativa e intermédia válida dum missionário Tocoista, Sr. José Eduardo dos Santos, avança uma propôs de um referêndum para a Nação Lunda Tchokwe, a nossa recusa, fez com que o Sr. Presidente José Eduardo dos Santos, na companhia de seu Ministro de Estado e Chefe da Casa Militar, o General Kopelipa e a Sra. Genoveva da Conceição Lino, deslocarem-se para a Lunda-Sul com o objectivo de advertir e ameaçar Sua Majestade Rei Muatchissengue Watembo em que o governo iria combater o Movimento do Protectorado;


No dia 4 de Maio de 2013, a Sra. Governadora Cândida Narciso, convocou autoridades tradicionais “Muananganas”, Lunda Tchokwe para os advertir que o seu governo iria combater o Movimento do protectorado;


Finalmente no dia 1 de Agosto de 2013, coube a honra a Presidência da Republica de Angola em ameaçar combater o movimento reivindicativo Lunda Tchokwe com todos os meios bélicos a sua disposição;


O Sr. Paulo Mateus Dino Matross, o Secretario Geral do MPLA, disse no Cafunfo em reunião restrita com os seus militantes que havia de nos combater, e que o movimento não teria pernas para andar, porque o seu partido iria usar todas as manobras possíveis a seu alcance para desaparecer os esfomeados do Movimento, usando as cobaias a fim de lhes ajudar a nos destruir;


 O que o mesmo esqueceu-se que o seu cordão-bical anda enterrado no Camaxilo na Lunda Tchokwe mais esse não ostenta um único documento que o reconhece como filho daquela terra (Banha mulengue de origem Baluba duvidosa (escravos)).


É este governo que vai permitir e acomodar publicamente uma conferência de imprensa para se falar da Lunda Tchokwe num Hotel de Luz em Luanda? Quem custeou as despesas para a utilização da sala onde se vai realizar a conferência? Onde é que saiu o dinheiro? Se esse senhor sobrevive da CAIXA SOCIAL DAS FAA por ser do SINSE/SINFO – MPLA/JES.



Querem mais provas????



Porque nunca se deu uma oportunidade de conferência de imprensa para a FLEC de Cabinda em um Hotel de Luz em Luanda para falar também da reivindicação dos irmãos Cabindas dirigidos sabiamente por Sua Excelência Sr Nzita Tiago? E não é permitido voltar para Angola ou mesmo para a sua terra Cabinda? Quando é que na UNITA foi criada essas condições. Parta o estado angolano, essa fracassada manobra não altera nunca a vontade e a causa do povo e a Nação Lunda Tchokwe, nem mesmo para a CASA-CE, PRS, FNLA, PDP-ANA, BD, PP, ou outra força politica no contexto de Angola.



Como é que o JES/MPLA dá-se à luz de criar essas condições para o cidadão Jota Filipe Malakito? Como o fez com Jojo da rádio despertar da UNITA e do SR Jorge Alicerces Mango Valentim e outros da oposição angolana?



Quanto ao tribunal Internacional de Justiça de Haia em Holanda, que é uma Instituição Internacional sob responsabilidade da ONU e do Conselho de Segurança, é uma instituição ´séria e responsável, jamais entrará em jogos sujos e de brincadeiras de mau gosto; ela precisa investigar e pesquisar, até envolver uma serie de estados e povos para a tomada de qualquer posição, sobretudo quando se trata da descolonização.



Acreditamos que em Angola existe um estado embora febril mais ostenta de algumas individualidade com idoneidade que não se deixam descarrilar numa falsa dum homem que não tem mais a fornecer ao seu povo e quanto mais para a Lunda onde considera seu cofre com o tesouro natural que promove sua família em bilionários do universo. Os sérios conhecem quem é o interlocutor no processo da Nação Lunda Tchokwe, as manobras não tem lugar e a nossa luta vencerá.



JIKA MUYOMBO!JI…
JIKA MUYOMBO!JI…
JIKA MUYOMBO!JI
Txifuxi Nhy Txetfu mu tfutxitambula.


                           Luanda, ao 2 de Novembro de 2013


Comité Nacional Executivo do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe