quinta-feira, 24 de outubro de 2013

PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE, “A HISTÓRIA ENCARREGAR-SE-Á DE NOS ABSOLVER”- JULGAMENTO DE ACTIVISTAS TEM LUGAR AMANHÃ 25 DE OUTUBRO DE 2013

PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE, “A HISTÓRIA ENCARREGAR-SE-Á DE NOS ABSOLVER”- JULGAMENTO DE ACTIVISTAS TEM LUGAR AMANHÃ 25 DE OUTUBRO DE 2013





O regime colonialista e ditatorial do Salazar, o «Processo dos 50» vs levantamento de 4 de Fevereiro, foi a designação encontrada para o julgamento de 50 nacionalistas angolanos acusados de, por meio de acções clandestinas, conspirarem contra o regime colonial português em Angola; porque conspirar contra um usurpador de terras que não lhe pertencia, se os angolanos estavam a agir dentro do seu direito natural e legítimo? Este processo foi o resultado de uma vasta onda de detenções efectuadas pela PIDE, desde 1957 que decorreram entre 29 de Março e 24 de Agosto de 1959 e que, sem sombra de dúvida constituiu a afirmação da mobilização popular para a independência da colónia de Angola.



Por ironia do destino, o povo Lunda Tchokwe reivindica seu direito legítimo e natural, diante do usurpador e este prende e condena, diz que é crime contra a segurança do estado angolano, que diferença há entre a PIDE colonial portuguesa e o actual regime ditatorial do Presidente José Eduardo dos Santos?



A Bíblia Sagrada, diz que FARAÓ aflige os Israelitas; Êxodo CP5:1-23; 6:6-13;CP15:1-4 e o CP14:1-31, perseguição dos Egípcios contra o Povo Israelita e a passagem pelo meio do mar.



É já amanhã 25 de Outubro de 2013, que 10 Activistas do Movimento do Protectorado Lunda tchokwe, serão julgados no Palácio D. Ana Joaquina, 3ª Secção dos crimes comuns, “a história encarregar-se-á de nos absolver”, no processo cheio de irregularidades que só a justiça Angolana pode julgar. Com Advogado ou sem Advogado, os processos políticos dependem muito da vontade do opressor, do colonizador, exemplos; Fidel Castro em Cuba, Nelson Mandela na África do Sul, Nacionalistas Angolanos diante de Portugal, e outros valorosos combatentes e libertadores dos seus povos contra os seus opressores. Logo a questão dos Activistas Políticos do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe, não seria uma excepção.




TODA A HISTÓRIA


O processo N.º 29/2010.TPLDA-B, acusava 10 Membros do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe de “Crime de Manifestações contra o Governo”, depois de terem sido raptados no dia 8 de Janeiro de 2010 em Viana pelo Comando da Policia Militar, grupo técnico de Inteligência afecto a Presidência da Republica de Angola.



No dia 25 de Janeiro do mesmo ano (2010), a DNIC – Direcção Nacional de Investigação Criminal, deu soltura a (8) elementos do grupo dos (10) Membros do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe, outros (2) membros permaneceram na Comarca de Viana até ao dia 14 de Dezembro de 2010, por falta de provas condenatórios e excesso de prisão preventiva, foram colocados em liberdade provisória.

No dia 12 de Fevereiro de 2012, dois anos mais tarde, o Palácio D. Ana Joaquina, faz o pronunciamento com um novo processo N.º 162/2010.9TPLDA, com nova acusação, desta vez “Crime contra a Segurança do Estado”, artigo 26º e 28º da Lei 7/78, já revogada em 2010.



No dia 23 de Agosto do corrente, falha o julgamento por falta de Advogado de defesa, eram notificados todos os 10 membros, e compareceram, cuja lista anexamos.


Processo N.º
Nome
Observação
162/10.9TPLDA
Domingos Manuel Muatoyo
Liberdade provisória
162/10.9TPLDA
Alberto Cabaza
Liberdade provisória
162/10.9TPLDA
Luís Muacassange
Solto dia 25/01/2010
162/10.9TPLDA
Germano Chipalacana
Solto dia 25/01/2010
162/10.9TPLDA
Adelino Augusto
Solto dia 25/01/2010
162/10.9TPLDA
João Daniel Muatunda
Solto dia 25/01/2010
162/10.9TPLDA
Zola Rocha Lunga Umue
Solto dia 25/01/2010
162/10.9TPLDA
Tomaica Passa André
Considerado declarante
162/10.9TPLDA
Ferraz Xaluquele
Considerado declarante
162/10.9TPLDA
Serafim Oliveira Mutobo Paulo
Considerado declarante

Esta nova notificação para o julgamento dos Activistas do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe que terá lugar amanhã 25 de Outubro, não fugiremos a regre, lá estaremos presentes com o nosso verdadeiro “ADVOGADO, O ALTÍSSIMO, O DEUS PAI”, que será o nosso defensor, que dividirá as águas do mar, “como muro, a nossa direita e a nossa esquerda”.




GREVE DE FOME NA CADEIA DA KAKANDA CONTINUA POR 4º DIA


Activistas e Políticos do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe, desterrados na cadeia da Kakanda, onde cumpre uma pena ilegal, justamente por não ter havido crime nenhum contra a segurança do estado Angolano, nos termos do artigo 26º e 28º da falecida lei 7/78, completaram hoje o 4º dia em greve de fome por tempo indeterminado em solidariedade do Activista Domingos Henrique Samujaia que já cumpriu com a pena ilegal a que havia sido condenado em 2010.



Esta é a 6ª vez desde o ano de 2010 que os Activistas do Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe, ilegais naquele estabelecimento prisional entram em greve de fome para assim protestar contra a violação dos seus direitos.





O nosso continuo apelo; Ministro da dos direitos humanos, Ministro do Interior, as organizações de defesa dos direitos humanos, Amnistia Internacional, HRW, Associação Mãos Livres, AJPD e instituições da ONU, que intervenham publicamente, para pressionar o tribunal Provincial da Lunda-Norte a dar liberdade incondicional deste Activista, revisão também incondicional das penas ilegais de; Sebastião Lumanhi, José Muteba e António da Silva Malendeca que se encontram nas mesma cadeia respectivamente.


quarta-feira, 23 de outubro de 2013

CATOCA – PRODUÇÃO COMPLETA DO DIA 21 OUTUBRO 2013 DESAPARECEU MISTERIOSAMENTE, RESPONSÁVEIS PREOCUPADOS.

CATOCA – PRODUÇÃO COMPLETA DO DIA 21 OUTUBRO 2013 DESAPARECEU MISTERIOSAMENTE, RESPONSÁVEIS PREOCUPADOS





Fonte que acompanha o dossier Catoca, disse que a produção de diamantes do dia 21 de Outubro de 2013, desapareceu misteriosamente, não entrou nos cofres do Governo.



Neste momento o Conselho da Administração esta reunida na vila de Catoca a procura de responsáveis pelo misterioso roubo ou desaparecimento.



Vários responsáveis estão presos, Sul-Africanos, Israelitas, Brasileiros e alguns Angolanos que se ocupam da Segurança da zona de produção de Catoca. Ganga Júnior o PCA, esta em apuro para justificar a situação ao Governo num vai vem Luanda-Saurimo.



Catoca tem uma segurança muito forte, não é possível que uma produção inteira desapareça sem deixar rasto, para além de que a saída e entrada é só uma, não existe alternativas, nem a presença na área de produção de gente estranha.



Existe também a segurança electrónica, o famoso polígrafo e o scaner. Quem é o responsável deste roubo espectacular e misterioso? Aqui há máfia…




Calcula-se em uns bons milhões de dólares da produção desaparecida. É muito diamante que desapareceu, ainda não foi calculado os prejuízos. No perímetro de CATOCA, os membros da Direcção estão nervosos, ninguém consegue falar…




Catoca vende 78,2% de todos os diamantes que actualmente são produzidos em Angola e, é o 4º KIMBERLITO DO MUNDO, emprega cerca de 3000 trabalhadores entre Nacionais e Estrangeiros; Brasileiros, Sul-africanos, Russos, Portugueses, Israelitas e ultimamente os Filipinos.




Foi reforçado o sistema de segurança desde o dia 22 de Outubro de 2013, depois de ter sido detectado o misterioso desaparecimento da produção diária do dia 21 do corrente.




É pela primeira vez que acontece um roubo desta natureza desde a fundação do considerado 4º Kimberlito do mundo há sensivelmente 20 anos, tendo sempre a cabeça o actual PCA Sr Ganga Júnior.



Voltaremos ao assunto nos próximos momentos…

RETROSPECTIVA - LUNDA TCHOKWE OS NÚMEROS DA POBREZA FALAM POR SI…

RETROSPECTIVA - LUNDA TCHOKWE OS NÚMEROS DA POBREZA FALAM POR SI…




Nação Lunda Tchokwe  – Desde o Dirico até ao Dundo (Fronteiras Sul e Norte), desde Xá-Muteba ou rio Lui até rio Cassai e Zambeze (Fronteiras Oeste e Leste), em um protectorado internacional, constituída por 581.073,06 km2, tamanho igual ao Reino da Espanha, a Nação Lunda Tchokwe (Kuando Kubango, Moxico e o distrito da antiga Lunda), tem uma população estimado em mais de 6.800.000 habitantes, que vivem com menos de um dólar por dia, o povo mais pobre do mundo – taxa de pobreza 99%, mesmo tendo o subsolo mais rico em mineiras, um espaço territorial apto para agricultura e a agropecuária por excelência.





Os diamantes da Nação Lunda Tchokwe, representam mais de 99% das vendas do regime angolano no exterior do país.



Reconhecida mundialmente no dia 24 de Março de 1894, a Nação Lunda Tchokwe tem a cidade de Saurimo como Capital, o ITENGO capital histórico do século XIX, a localidade mantém a sua peculiaridade do passado, aqui jazem os restos mortais dos vários Soberanos Muatchissengue Watembos, as línguas faladas são, tchokwe 80% da população, Lunda 10% da população, 8% da população fala Nganguela, Mbunda, Lutchaze, Bengala, Pende, Luba, 2% outras línguas africanas.



O povo fala também o Português como língua de trabalho e comunicação oficial. Como religião, a Nação Lunda Tchokwe, professa o Cristianismo: 85% Catolicismo e Anglicanismo, 14% cultos Africanos e 0,1% professa o maomista e religiões, que são  recentes impostas pela crescente migração de povos Oeste Africanos e Asiáticos em busca de sobrevivência nas terras da Lunda Tchokwe, onde exploram a população nativa com pequenos NEGOCIOS.



O analfabetismo é no geral de 90%, as mulheres ocupam 75%desse número, com subnutrição crónica de 55% e uma taxa de mortalidade infantil de aproximadamente 600 por mil/nascidos.



Os recursos hídricos ocupam 85% de toda a superfície territorial da Nação Lunda Tchokwe, com destaque aos de maior caudal: Cuango, Lui, Zambeze, Cassai, Kuando, Chicapa, Luembe, Luangue, Cuilo, Luele e outros, correndo de sul para o norte na sua maioria.



O desemprego é na ordem dos 90% da população activa, isto é entre os 18 á 65 anos de idade, por falta de infraestruturas fabris ou reconstrução em alta escala que poderia garantir o emprego a sociedade.



Os sistemas de saúde e ensino são precários, os mais pobres, por esta razão mais de 80% de crianças estão fora do ensino. A penas um médico para 114 mil habitantes. A falta de professores e escolas é outro calcanhar de “Aquiles” que enferma a Nação Lunda Tchokwe, um professor para mil crianças, numa população de mais de 6.800.000 habitantes.



A Nação Lunda com as suas regiões do Moxico e do Kuando Kubango, são as mais penalizadas e prejudicadas em toda a extensão territorial de Angola, falta de estradas, de infra-estruturas e da descapitalização do pequeno empresário para a criação de negócio e do emprego para equilibrar a promoção do desenvolvimento e consequente redução da extrema pobreza.



No território Lunda Tchokwe tudo está em promessas teóricas, os desafios são gigantescos, o regime de Luanda á cerca de 6 anos, exactamente  no dia 20 de Agosto de 2008, havia anunciado na cidade de Saurimo, a quatro ventos que iria colocar os melhores filhos da Lunda para promover o seu desenvolvimento, que não passou de mero exercício de propaganda eleitoral daquele ano que não deixou de ser este ano também.



Sem xenofobia, mas a massiva invasão de emigrante ilegais é a pior marca registada do regime colonialista de Angola na Lunda Tchokwe, acrescida a isso, a violação aos direitos humanos, assassinatos, massacres de população indefesos, e tudo em nome dos diamantes.



O movimento do Protectorado da Lunda Tchokwe para a Defesa da Autonomia Administrativa, Económica e Jurídica, tem consciência a um compromisso que implica pesada responsabilidade para a criação de relações fortes e solidas, a importância da liberdade de expressão, dos direitos políticos, económicos e direitos humanos para a boa governação em um ambiente democrático, que é uma missão complexa mas não impossível, num território sem saída para o mar, dividido em vários clãs, tribos e povos, onde continua o desmantelamento das riquezas pela elite governativa de Luanda e onde a pobreza faz morada perene.




O generoso povo Lunda Tchokwe está preparado para arregaçar as mangas, cultivando a sua própria terra, criando emprego, bem-estar e a sua dignidade, sobretudo a história ensina-nos por excelência somos bons guerreiros que nunca fomos humilhados como desta vez em que o governo de Lisboa transitou sem consentimento dos Lunda os tratados de protectorado ao governo de Luanda em 1975 na cedência da independência de Angola. Por este facto exigimos no mínimo a sua AUTONOMIA

MAIS UM FILHO LUNDA TCHOKWE TORTURADO EM NOME DOS DIAMANTES NO CUANGO





Guardas da empresa privada de segurança Bicuar torturaram, a 17 de Outubro, o garimpeiro Roques David, depois de o terem aprisionado na área de Candaje, nas imediações da foz do rio Cuango.


Roques David foi obrigado a despir toda a roupa e em seguida torturado pelos guardas com golpes de pá em todo o corpo. O garimpeiro apresentava ferimentos na cabeça e naS costas resultantes das agressões a que foi submetido.


Roques David foi detido por um grupo de quatro guardas da Bicuar quando se dirigia para a zona de garimpo de diamantes de Candaje em companhia de outros garimpeiros. Os homens preparavam o pequeno-almoço quando foram surpreendidos pelo grupo de guardas da Bicuar e puseram-se em fuga. Roques David tentou fugir correndo até a margem do rio Cuango mas foi detido pelos guardas.


Depois de torturado, o garimpeiro foi solto e foram-lhe devolvidos os materiais de garimpo, incluindo baldes e pás.


Um outro garimpeiro do mesmo grupo, Samassone Kamoyo, de 27 anos, ter-se-á atirado ao rio Cuango durante a fuga e continua desaparecido.


Roques David, de 35 anos, natural de Capenda Camulemba, é residente em Cafunfo.


Guardas da Bicuar, empresa ao serviço da Sociedade Mineira do Cuango, têm estado repetidamente envolvidos em vários actos de violência contra garimpeiros e aldeães na região de Cafunfo.


A Bicuar substituiu, desde Março de 2012, uma outra empresa – Teleservice – na prestação de serviços de segurança à Sociedade Mineira do Cuango, que explora diamantes na região. Segundo informações apuradas por Maka Angola, a Bicuar tem merecido a protecção directa do comandante provincial adjunto da Polícia Nacional na Lunda-Norte, José João, que regularmente se desloca às áreas de operação para cuidar dos interesses da referida empresa.

 

Várias denúncias têm sido feitas à impunidade dos gestores da Sociedade Mineira do Cuango, uma empresa de exploração de diamantes formada pela Endiama, a ITM-Mining e a Lumanhe. Esta última, que detém 21 porcento da sociedade, é conhecida como “a empresa dos generais”. Constam, entre os seus sócios, o chefe da Casa de Segurança do Presidente da República, general Manuel Hélder Vieira Dias “Kopelipa”.

 


A região diamantífera das Lundas tem sido palco de sistemáticas violações de direitos humanos, incluindo dezenas de casos de tortura e assassinato, perpetrados por membros das Forças Armadas Angolanas e guardas de empresas privadas de segurança ao serviço das empresas diamantíferas, particularmente a Sociedade Mineira do Cuango.


terça-feira, 22 de outubro de 2013

A DISA/SINFO/SINSE DO CONSULADO DO DITADOR JES/MPLA CONTINUA A HUMILHAR O POVO E A NAÇÃO LUNDA TCHOKWE





Até 1976, um ano depois da independência de Angola, não havia no território Tchokwe um único posto de arquivo de identificação português; os filhos Lunda Tchokwe que quisessem adquirir a nacionalidade portuguesa ou angolana, teria de fazê-lo, deslocando-se da Vila de Serpa Pinto (Menongue KK) para a Sá da Bandeira (Lubango Huila); Os da Vila Luso (Luena Moxico) para Silva Porto (Bié); Os da Vila Henrique de Carvalho (Saurimo Lunda) para Malanje.


                                                                                               
O regime ditatorial JES/MPLA nos anos 90 em comemoração do 11 de Novembro, o Sr. França Van-Dunem ex-primeiro Ministro, disse na cidade do Luena o seguinte; “Viemos aqui para agradecer o povo do leste, pelo apoio dado aos guerrilheiros do MPLA na luta de libertação de Angola”, o também ex-presidente da Assembleia Nacional e actual Vice-Presidente do MPLA Sr. Roberto de Almeida, em sessão plenária, respondendo a um deputado da oposição (Lindo Bernardo) filho Tchokwe, disse; “Você conhece as questões da Lunda e eu conheço as questões de Angola”, numa clara alusão de que Angola é um outro país e a Nação Lunda Tchokwe é também outro país, e cada um conhece a realidade do seu próprio país.



A assinatura do cessar-fogo entre Angolanos (MPLA) e Portugueses teve lugar num território neutro em 1974, este território era a Nação Lunda Tchokwe, exactamente na localidade da Chana Lunhamege na Região do Moxico, tinha de ser em um território livre e independente. Se assim não fosse, Portugal não teria enviado uma sua delegação em zona de conflito ou território reclamado.



As feridas e a paz espiritual do povo e Nação Lunda Tchokwe, sem ressentimento nem ódios, mas ainda estão por sarar, tudo quando aconteceu e contínua acontecer no consulado longevo do ditador José Eduardo dos Santos/MPLA, as pessoas lesadas direitamente, ainda têm mágoas nos seus corações, tanto quando aqueles que perderam seus entes-queridos, 1979-2012.



Esse período tenebroso do nosso calvário, jamais comparado com nenhum outro período da história do povo e a Nação Lunda Tchokwe, onde impera o ambiente de repressão quotidiano e brutal, com os abusos contra os direitos humanos de que somos vítimas. Continuamos com o clima de injustiça social e da perspectiva de represálias, com a gravidade da situação humanitária, paradoxalmente agravada pela nossa indescritível riqueza do solo e subsolo fértil em diamantes, flora, fauna e recurso hídricos, bastante invejáveis pelos nossos colonizadores Africanos em pleno século XXI.



A prática cruel e desumana do regime ditatorial do JES/MPLA dentro da Nação Lunda Tchokwe baseou-se sempre num modelo concentracionário, caracterizado pela criação de fronteiras, repressão sobre os trabalhadores (incluindo recurso a trabalho forçado e a migração compulsiva de naturais de outras partes de Angola e de estrangeiros para a Nação Lunda Tchokwe), e em geral pela férrea limitação da liberdade de circulação e de residência da população local.



Durante o período JES/MPLA Marxista--Leninista, de 1979 - 1992, o acesso à Nação Lunda Tchokwe, só era possível com a emissão de uma guia de marcha especial, espécie de uma carta de chamada, para a obtenção de visto de entrada emitida pelos serviços da Segurança de Estado de Angola (DISA/SINFO actualmente SINSE), em que os nativos que viviam fora da Nação, eram obrigadas a declarar o tempo de estadia, os bens e valores monetário em posse e a localidade para onde se deveria alojar.



A deslocação da área residencial para outra com realce fora do território era tão humilhante, que as mulheres e homens eram revistados e picados com dedos nas partes íntimas (vagina e ânus) pelas pessoas de sexo oposto ou semelhante etc. Agentes afectos a DISA/SINFO, nos Aeroportos e nos posto de controlos que estavam instalados por todo o território da Nação Lunda Tchokwe, ainda hoje os controlos continuam, realizavam estes actos repugnantes a pretexto da procura de traficantes dos diamantes no organismo humano, os suspeito eram considerados criminosos e em certos casos os cidadãos que não se identificavam com a politica do regime eram imputados a crimes inocentes, introduzindo lhes diamantes ou drogas despercebidamente nos seus haver para depois como matéria eram criminalizados. (Conhecido e famoso processo 105)



A DISA/SINFO/SINSE inventava qualquer história para incriminar qualquer filho Tchokwe com penas de crime de lesa pátria.  Quantos perderam a vida nas masmorras do regime do Sr. José Eduardo dos Santos? Buscas eram feitas para aprisionarem os cidadãos Lunda Tchokwe que fossem encontrados em posse de uma caixa de cerveja em lata ou uma garra de “Whisky Passport” um Televisor colorido ou mesmo com um aparelho de som SHARP por exemplo de oito pilhas.


                                                                                                                                             
Esse período tenebroso e negro para a Nação Lunda Tchokwe 1979-1992, período mais sangrento, em que na localidade de Calonda, Município de Lucapa, Lunda-Norte, zona das maiores reservas diamantíferas da Lunda, o regime do ditador JES sem piedade, as suas forças assassinaram barbaramente mais de 600 pessoas encontradas a garimpar no “KAMBAU e JARIBU”, o pretexto foi que eram guerrilheiros afecto a UNITA. A dor e o luto semeou-se em muitas famílias LundaTchokwe; muitos Corpos foram atirados no rio Chicapa que flutuaram até a República Democrática do Congo que questionou o assunto com a comunidade internacional.




Actualmente dois a três corpos diariamente são atirados no rio Kuango mortos pelas forças armadas do regime ou pelos agentes das empresas de segurança privada pertenças a Generais afectos ao Presidente José Eduardo dos Santos, porque foram apanhados a pescar ou nas suas lavras fonte natural de subsistência humana e do Lunda Tchokwe em particular, muitas vezes os aprisionados, são imputados de garimpeiros e mortos, fazendo desaparecer os seus corpos; hoje na Lunda Tchokwe em cada família há um desaparecido, esse autêntico genocídio esta a vista silencioso da comunidade internacional.



Essa Comunidade Internacional; ONU, União Europeia, União Africana, outros organismos, agencias e Organizações Não Governamentais de defesa dos direitos Humanos que só poderá despertar e agir se a situação no interior da Lunda Tchokwe se alterar ou agravar-se para o pior.

   

Filhos Lunda Tchokwe que são Ministros, Governadores, Generais, Comissários Policiais, Advogados, Professores Universitários, Deputados ao serviço do regime ditatorial de JES, só podem ignorar essas atrocidades, quem é de memória fraca que obscura esta triste e ignóbil realidade que o tempo jamais apagará…



 O solo da Nação Tchokwe está coberta de recurso minerais, os habitares dos seus habitantes estão condenados a serem constituídas na superfície de reservas queira dos diamantes ou outro minério, existente; Porém, dezenas de milhares de hectares de concessões mineiras estão a favor do regime, filhos e amigos do ditador JES que criou leis para auto acomodamento e usurpar terras dos autóctones na Lunda Tchokwe, sem ter em conta o direito natural desse povo, esquecendo-se que mesmo no reinado do Muatchissengue por cá e Muatiânvua na Mussumba, a Lunda Tchokwe primava um poder de carácter Autónomo. Dado o carácter transcendental do seu povo, os tributos dos Muananganas não eram alocados para o Ytengo nem ao Mussumba.



 Estas leis implicam interdições e limitações generalizadas à livre circulação de pessoas e bens, à actividade económica e ao próprio estabelecimento das populações no território.



Na prática, aldeias situadas nas zonas de concessão mineira são interditadas, sendo as respectivas populações desalojadas e forçadas a realojar noutras zonas, sem qualquer apoio das autoridades ou das concessionárias, ficando essas populações espoliadas das suas próprias terras tradicionais (Makunas). É disso que os filhos Lunda Tchokwe querem? Crioulos vindos de fora são donos de Xamiquelengue, Muxinda, Dala, Nzaji, Kukumbi, Xassengue, Luangue, Calonda, Cazombo exploração do alumínio, Okavango projecto turístico internacional, etc. É disso que os filhos Lunda Tchokwe querem?..



O regime do ditador José Eduardo dos Santos ao longo do seu consulado, conseguiu alterar a cultura milenar da Nação Tchokwe, inverteu os valores éticos e morais, dominou o poder tradicional, jogou o reinado do Muatchissengue entre as mesmas famílias, as humilhou e fez desaparecer a verdadeira linhagem, desde o Cazombo e Calunda no Moxico até ao Chitato, com ajuda dos serviços da DISA/SINFO/SINSE, joga os Bângalas contra o Tchokwe, o Songo contra o Mbunda, o Nganguela contra o Minungu e depois aparece para dizer que existe conflitos étnicos na Nação Lunda Tchokwe, “DIVIDIR PARA REINAR”…


  
O SINFO/SINSE aterroriza de que maneira as populações Lunda Tchokwe, em particular Menongue e Luena, que o povo nem pode respirar, vivendo sob pressão segundo a qual, qualquer questionamento contrário ao regime do ditador JES, já esta a escuta dos agentes de segurança, a desconfiança reinam no seio das populações que vivem com memória dos acontecimentos de 1977 (matanças da Calunda com os chamados fraccionistas do MPLA) outro genocídio organizado pelo mesmo regime, onde os serviços secretos jogaram um papel importante, massacrando toda a intelectualidade angolana da época.



Em toda esta história a DISA/SINFO/SINSE tem jogado um papel muito importante ao serviço do CHEFE OMNIPRESENTE, o ditador JES que conseguiu astutamente aterrorizar com esta máquina o povo Lunda Tchokwe, mantendo-o sob pressão com vários métodos que só estes órgãos Maquiavélico sabem; desde a prostituição infanto-juvenil, violações sexuais, homicídios premeditados, torturas prisionais, arbitrariedade, intimidações e ameaças de morte, assassinados selectivos de opositores e defensores por meio de envenenamentos, burlas, linchamentos etc., etc.,…



Que futuro e esperança têm o nosso povo submisso a um Estado e Governo imposto que impera com leis impróprio, mentiras, perseguições, expropriações latifundiária, saque e desvio de recurso públicos para o enriquecimento ilícita das suas famílias, a quem ele considera elite empresarial angolana para competir com o mundo exterior, com os generais que o ajudaram a ocupar esse território etc.




A comunidade internacional deve agir muito rapidamente, ajudando o povo e a Nação Lunda Tchokwe na sua luta pacífica para o resgate da autodeterminação.


segunda-feira, 21 de outubro de 2013

GOVERNO DE ANGOLA CONTINUA A NEGAR INCURSÃO MILITAR NO CONGO



Deutsche Welle


Apesar dos desmentidos do executivo angolano, autoridades do Congo e várias fontes em Angola confirmam a incursão de militares angolanos na República do Congo.



Contrariando a versão do Governo de Luanda, várias fontes confirmaram à DW África que militares angolanos entraram na semana passada na vizinha República do Congo. Também as autoridades de Brazzaville, citadas pela agência France Presse, confirmaram o ocorrido, enquanto Luanda exige que sejam apresentadas provas desta incursão.



Mário Augusto, porta-voz do ministério angolano das Relações Exteriores, em declarações à agência de notícias Lusa, desmentiu categoricamente que militares do seu país tenham efetuado qualquer tipo de incursão na República do Congo, corroborando desta forma o desmentido feito antes pelo embaixador de Angola em Brazaville, Pedro Mavunza, quando foi noticiado que no passado dia 14 de outubro um contingente de 500 militares angolanos teria entrado em território congolês na região de Kimongo, onde teria feito 55 reféns das forças armadas congolesas.



Nesta segunda-feira (21.10), a DW África tentou contatar os porta-vozes dos ministérios angolanos das Relações Exteriores e da Defesa, mas ninguém se mostrou disponível para falar sobre o assunto.

Vozes em Cabinda confirmam incidente

Entretanto, para Raul Danda, natural de Cabinda e presidente do grupo parlamentar da UNITA, as autoridades angolanas nunca iriam confirmar uma incursão no vizinho Congo. "Eu não estava à espera e creio que ninguém estaria à espera de que o Governo de José Eduardo dos Santos dissesse 'nós fomos lá e invadimos o território congolês'. Eu venho de Cabinda e lá também se comenta, à boca cheia, que as Forças Armadas angolanas fizeram, de facto, uma incursão em território congolês, mas parece-me que foram sem convite das autoridades congolesas", diz Raul Danda.



A DW África questionou o presidente do grupo parlamentar da UNITA sobre se esses militares estariam a perseguir elementos da Frente de Libertação do Enclave de Cabinda-FLEC e o político reafirmou que "o Governo angolano não o dirá". "O Governo angolano tem estado a dizer que a FLEC já acabou, que o território está pacificado e que não há confronto nenhum", explica, acrescentando que "não existem militares da FLEC na ótica do Governo". Por isso, "irem para lá molestar refugiados que se encontram no Congo Brazzaville também devia ter um motivo. Os refugiados têm proteção internacional e não podia ser tratados assim", considera Raul Danda.


"Tudo indica que entraram lá, que terão mesmo capturado um coronel das Forças Armadas congolesas, bem como cerca de 46 elementos sob seu comando e a informação que eu tive a partir de Cabinda é que essas pessoas terão sido postas em liberdade e regressado às suas unidades no Congo", revela ainda o político angolano. "Mas é mau que as nossas Forças Armadas se envolvam em situações desta natureza. É mau para o país e afeta-nos a todos", conclui.


"Não perseguiam FLECs", diz comandante da Frente de Libertação


Contatámos também o Comandante António Xavier, chefe das operações militares da FLEC, que contraria a ideia de que tropas angolanas estariam a perseguir elementos do seu movimento que eventualmente estariam na República do Congo. "Entraram lá para procurar tropas da FLEC? Não", começa por dizer.



"Não encontraram lá ninguém da FLEC. Significa que eles fizeram aquilo de propósito. Temos de procurar saber porque é que os angolanos devem ir até ao Congo, se Cabinda não é Angola. Nós não temos bases do lado do Congo, só no interior de Cabinda, onde estamos em confronto com os angolanos. Onde eles entraram há militares do Congo e entraram só para capturar aqueles elementos, para poderem escamotear a verdade", explica.



O certo é que as Repúblicas do Congo, do Congo Democrático e Angola, assinaram um pacto de não-agressão e, em 1997, as tropas angolanas apoiaram o presidente da República do Congo, Denis Sassou Nguesso, a regressar ao poder na sequência de uma guerra civil. Mas, hoje, o cenário parece ser outro.


Uma repetição do passado?

Raul Danda recorda que "o regime de Angola já tinha enviado forças armadas para qualquer um dos dois Congos, para aquelas ações militares que todos conhecem. No início, dizia-se que não havia forças armadas angolanas nos Congos, era a informação oficial que circulava. Mas viu-se que não era verdade".



"Portanto", considera o político, "se, naquela altura, com tanta presença militar, se dizia que as Forças Armadas não estavam lá, agora o Governo angolano não vai dizer que 'sim, senhor, nós enviámos as nossas Forças Armadas'". "Nós não podemos estar a violar as fronteiras dos outros países e as leis internacionais, quaisquer que sejam os motivos", afirma Raul Danda.



O enclave angolano de Cabinda, que faz fronteira com o Congo a norte, é separado de Angola a sul por um pedaço do território pertencente à República Democrática do Congo, produz grande parte do petróleo do país, o segundo maior produtor da África subsaariana, depois da Nigéria.



Depois desta incursão dos militares angolanos no Congo, a tensão que sempre prevaleceu no enclave aumentou e a população está muito preocupada, de acordo com Raul Danda. "Mais uma vez é altura para reiterarmos o nosso apelo ao senhor Presidente da República para que a paz, a concertação, o diálogo que ele aconselha aos outros países, no quadro da resolução dos conflitos, seja também algo praticado por ele próprio", diz. E conclui: "Se o diálogo falasse mais alto, na tentativa de resolver o conflito de Cabinda, para se procurar uma solução pacífica, digna e dignificante, não havia necessidade de ir a Congo nenhum. Porque é que José Eduardo dos Santos não opta pelo diálogo com os cabindas? Resolveria a situação e seria um verdadeiro herói".




Autoria: António Rocha – Edição: Maria João Pinto / Guilherme Correia da Silva

GOVERNO MOÇAMBICANO CONFIRMA ATAQUE E CONTROLO DA BASE DO LÍDER DA RENAMO






O Ministério da Defesa de Moçambique confirmou hoje o ataque e controlo de Sandjudjira, base do líder da Renamo, Afonso Dhlakama, que se encontra em parte incerta, mas recusa que Moçambique esteja em guerra.


A Resistência Nacional Moçambicana, principal partido da oposição do país, disse hoje que o exército moçambicano "fustigou e tomou" a residência do seu líder, Afonso Dhlakama, obrigando-o a abandonar a casa para um local não revelado, onde "está de boa saúde".


 Em declarações aos jornalistas, o director nacional de Política de Defesa no Ministério da Defesa de Moçambique, Cristóvão Chume, disse que as forças governamentais posicionadas na zona de Sandjudjira "foram atacadas pelos guerrilheiros da Renamo", pelo que houve uma resposta.


"Hoje ocorreu que, no final da manhã, muito próximo das 12:00, os guerrilheiros da Renamo atacaram as nossas forças posicionadas na zona de Sandjudjira e, na sequência deste ato, as Forças de Defesa e Segurança contra-atacaram e os guerrilheiros da Renamo refugiaram-se no local onde se localizava o senhor Afonso Dhlakama", disse Cristóvão Chume.




Segundo o responsável, "porque era preciso parar as pessoas que atacaram, as Forças de Defesa e Segurança (de Moçambique) perseguiram os homens da Renamo até ao local de onde tinham saído, neste caso, onde se localizava o senhor Afonso Dhlakama".


 "As nossas forças encontram-se no terreno, no local onde se encontrava o senhor Afonso Dhlakama", disse o director nacional de Política de Defesa no Ministério da Defesa de Moçambique.



No entanto, "não há baixas verificadas nas Forças de Defesa e Segurança, não houve baixas das populações que vivem naquela zona", afirmou Cristóvão Chume, que não confirmou "nenhuma baixa por parte deles", da Renamo.



"Não conhecemos a localização do senhor Afonso Dhlakama porque quando as nossas forças iam em perseguição dos seus homens ele e os seus homens puseram-se em fuga", acrescentou Cristóvão Chume, que apelou "à calma, tranquilidade e serenidade em relação aos diversos pronunciamentos que podem seguir-se na sequência desta situação".





"A nossa preocupação agora é de retornar a vida normal das populações que vivem naquele local", até porque "as populações, pelo sinal que temos tirado do local, têm respondido positivamente ao apelo das Forças de Defesa e Segurança para voltarem as suas atividades normais", afirmou.

RETROSPECTIVA - MATEUS PAULO DINO MATROSS SECRETARIO GERAL DO MPLA DISSE NO CAFUNFO QUE VAI DESTRUIR O MOVIMENTO DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE








  

Em reunião restrita com militantes do seu partido MPLA que teve lugar no dia 22 de Agosto de 2013 na região do Cafunfo, o Secretario Geral dos “Camaradas Mateus Paulo Dino Matross”, disse que foi o seu glorioso MPLA que nos anos 60 destruiu o ATCAR – Associação dos Tchokwes do Congo, Angola e Rodesia, actual República da Zâmbia.



Destruímos a FNLA, estamos empenhados para fazer desaparecer a UNITA, o PRS, mesmo as forças políticas intelectuais como Bloco Democrático de Justino Pinto de Andrade, Partido Popular de David Mendes e a CASA-CE do Abel Chivukuvuku, disse na ocasião, para concluir que o Movimento do Protectorado Lunda Tchokwe vai ser destruído, não tem pernas para ir muito longe, sobrevive sem capacidade financeira, vamos lhes tirar qualquer tipo de apoio internacional.



Combatemos o colonialismo Português e vencemos e se esse movimento do Protectorado da Lunda Tchokwe quiser alguma coisa vai ter que nos combater e nos vencer...



Portugal ou a Bélgica não tem condições para persuadir o Governo Angolano absolutamente nada...



Disse, somos actualmente o porta-voz de toda África, temos dinheiro e capacidades superiores militar, porque demonstramos isso ao mundo, derrotamos as tropas que invadiram o nosso território (África do Sul), não vejo tribunal Africano nenhum ou internacional com juízes para assentar Angola na cadeira de réu...



Deu exemplos do Presidente Americano Barack Obama, que prometeu varrer com as ditaduras, não conseguiu e vai agora no seu 2º mandado, fez lembrar aos presente que Angola esta preparada e tem muito dinheiro para contornar qualquer situação por complicado que ela seja...

                                 

Disse a finalizar que a destruição do movimento do protectorado Lunda Tchokwe é uma questão de tempo, e deixou orientações para que os militantes do seu Partido comece já a trabalhar com alguns membros deste movimento, que considerou muitos deles são famintos e pobres a procura de algum centavo.



Considerou que tanto os Lunda Tchokwes e os Angolanos no geral estão condenados a viverem juntos por isso não devemos permitir que irresponsáveis venham a criar mais problemas.


Por Samajone na LUNDA