quinta-feira, 9 de maio de 2013

REGIME DO PRESIDENTE JES EM CAMPANHA CONTRA O MOVIMENTO DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE


REGIME DO PRESIDENTE JES EM CAMPANHA CONTRA O MOVIMENTO DO PROTECTORADO LUNDA TCHOKWE





Há dois meses para cá, se denota com uma movimentação frenética sem precedente de altos dirigentes do Executivo do Presidente José Eduardo dos Santos em viagens e reuniões secretas com as autoridades tradicionais, para os persuadir, sensibilizá-los a combaterem o movimento da Lunda Tchokwe que reivindica o direito natural dos Protectorado.



Com efeito, no dia 28 de Abril do corrente, pelas 18 horas, escalou cidade de Saurimo uma Delegação do mais alto nível do Executivo Angolano a que fazia parte membros do SINSE/SINFO e Deputadas da Assembleia Nacional, que reuniu em seguida e secretamente no palácio do governo com as autoridades tradicionais locais e da Corte de Sua Majestade o Rei Muatchissengue Watembo, com o objectivo de ajuntarem as sinergias no combate ao movimento do Protectorado da Lunda Tchokwe.



Idêntico encontro teve lugar na mesma cidade no dia 4 de Maio de 2013, entre a Governadora Cândida Narciso e a autoridade tradicional do Itengo, de Capenda Camulemba, do Cafunfo/Cuango entre outros, consta que os mesmo deveriam ter feito declarações publicas via TPA, RNA, ANGOP e Jornal de Angola, favorecendo o governo a combater o movimento, pelo que os mesmo rejeitaram reconhecendo que foram seus bisavôs os primeiros que celebraram os tratados de comercio e amizade com Portugal e colocaram a Lunda sob sua protecção, seria uma traição aos seus antepassados renegar os seus feitos.




Saurimo mantem 16 membros do Protectorado no estabelecimento prisional, por estes terem-se manifestado na via publica a favor de Autonomia da Nação Lunda Tchokwe.



Outra fonte disse que o 2º Secretario do MPLA do Cuango Sr Cakhambu convidou várias autoridades tradicionais da região, prometendo-os a viajarem para Luanda com os mesmos objectivos. As autoridades Tradicionais locais sentiram-se ofendidas com a proposta de combaterem os seus próprios filhos, afirmando que o MPLA já os vem mentindo ao longo dos 38 anos de ocupação da Lunda e não será desta para os apoiarem, a referida reunião terminou na confusão sem sucesso.



Em todos os encontros realizados o regime esta a prometer oferta de Viaturas, Motorizadas, Bicicletas, construções de casa para os mesmos nas suas próprias localidades se colaborarem activamente com as intenções manifestadas pelo regime, a de combater o movimento.



A fonte disse que o Presidente José Eduardo dos Santos, esta entre a parede e a espada com a situação, terá questionado as autoridades tradicionais Lunda Tchokwe, se não sentiam satisfeito com a sua governação, ameaçando-os a mobilizarem a Juventude para não aderirem em massa ao movimento a que ele chama de separatista, considerou que este movimento quer dividir Angola, isso traz guerra e mortes, intimidando fortemente os Miananganas que estiveram presente no encontro, a que estes últimos responderam, dizendo que, o Presidente deveria é convidar os reclamantes (MPLT), para um diálogo, para os ouvir, para escutar de viva voz as verdadeiras intenções do movimento, não aceitaram o convite de combater os seus próprios filhos. 



Eles disseram ao Presidente José Eduardo Santos que esta história estava no secretismo, mas agora todo o povo já sabe, o presidente não precisa ameaçar com a guerra porque ela não vai acontecer, a única alternativa que  aconselham é de dialogar com os protagonistas, que estão a fazer um trabalho louvável.



Nós não queremos dividir Angola dentro dos seus limites geográficos de acordo com a conferência de Berlim 1884-1885, que se limita até ao rio lui onde partilha a sua fronteira comum com a Nação Lunda Tchokwe que vai até o rio Cassai e Zambeze, portanto Angola é um território e a Lunda é um outro território usurpado desde 1975, a Africa, Portugal, Bélgica, França, UK, Alemanha e Vaticano são testemunhos morais do protectorado internacional da Lunda, diante desta reivindicação a guerra não tem lugar...



Sabemos que a intenção do regime ditatorial e Sanguinário de José Eduardo dos Santos  a todo custo é de guerra, o que não vai acontecer na Nação Lunda Tchokwe, porque contamos com uma maturidade dos nossos antepassado que tiveram a mesma sabedoria de negociar juridicamente com os Europeus e forçaram-lhes a celebrarem tais tratados, que constituem fonte materiais testemunhas e fruto da actual reivindicação - Movimento do Protectorado da Lunda Tchokwe.



O nosso apelo ao regime e a comunidade internacional é o “DIALOGO” com o Movimento do Protectorado da Lunda Tchokwe, lembrando que a autoridade tradicional, eles são nossos avós, pais, irmãos, tios e parentes próximos que jamais irão nos combater…a guerra foi sempre a vontade maquiavélica do Arquitecto sanguinário do regime ditatorial dito da paz para Angola,  José Eduardo dos Santos, somos contrário ao pensamento militarista.



 O Presidente ao fazer tais ameaças e intimidações diante da autoridade tradicional Lunda Tchokwe, ainda mais, acompanhado de agentes de serviços secretos, abre caminho e deixa ordens para que haja mortes selectivas a dirigentes do movimento reivindicativo, não seria essa a actitude do mais alto dignatário, que ao invés de resolver os problemas, dando soluções de paz e harmonia, quer é ver o banho de sangue…


quarta-feira, 8 de maio de 2013

LUNDA-SUL- NEPOTISMO DO REGIME DE JES DIRECTOR REGIONAL DE ESTATISTICA EXONERADO E AMEAÇADO PARA NÃO FALAR


LUNDA-SUL- NEPOTISMO DO REGIME DE JES DIRECTOR REGIONAL DE ESTATISTICA EXONERADO E AMEAÇADO PARA NÃO FALAR





Puro nepotismo do regime do Presidente José Eduardo dos Santos, Director Regional (Moxico, Lunda Sul e Norte) de Estatísticas exonerado e ameaçado para não falar publicamente sobre as razões da sua exoneração sob pena de sofrer mais represarias, tudo isso, por ter falado no Programa da Radio Nacional de Angola, “Manhã Informativa”, das dificuldades que o governo ou o Executivo esta a enfrentar para dar inicio ao senso populacional, mas isto não é tudo, o seu substituto é um estagiário e parente próximo da Governadora Cândida Narciso que agora se apoderou da Lunda-Sul como a sua fazenda.



…”O nepotismo em força no governo da Lunda sul com a Cândida Narciso, a montar armadilhas para afastar os autóctones.  Os trabalhadores da  direcção provincial de estatística "SPIN" da Lunda Sul lamentam a exoneração do seu directo técnico  por ter aceitado uma entrevista no programa da rádio nacional a Manhã Informativa. Em que o mesmo teria explicado as razões do atraso do censo populacional em curso tem a ver com o atraso dos mapas cartográfico;  implicando a Cartografia de Angola isso chateou o ministro do Plano que ordenou a sua exoneração em substituição foi colocado um individuo de Luanda parente próximo da governadora recentemente admitido na função pública com menos de dois anos em serviço. Segundo a fonte tudo passa por uma jogada suja da governadora que quer afastar a todo custo os autóctones que se identificam nos s convívios com as pessoas da camada baixa a semelhança do vítima que é conotado constantemente em ambientes de convívios públicos daquela pequena urbe, estando enfrente duma direcção provincial”…



Vicente Ihanza, um técnico formado nos anos 90 na Republica de Cuba, nascido num bairro próximo da cidade de Saurimo, é funcionário público há mais de 20 anos, colocado no Gabinete de Estatística do Governo Provincial da Lunda-Sul, onde trabalhou sozinho nos últimos tempos, para além da sua formação académica, já frequentou uma serie de cursos e seminários de actualização, por outro lado enfrentou dificuldades com o desprezo que este sector recebia do governo, mas sempre esteve ai presente.




Angola desde 1975 que não realizava senso populacional, devido a condição politico militar da sua guerra civil entre o MPLA e a UNITA, o momento agora exige outra dinâmica, o Ministério de tutela ou do Planeamento viu-se na obrigação de criar o Gabinete Regional de Estatísticas, adoptou-o com meios financeiros próprios, Viaturas e um escritório independente fora do palácio do governo provincial, para dar resposta aos actuais desafios de senso populacional com vista a organização das eleições autárquicas que se aproxima.




Com esta dotação de meios a este sector, a ambição pelos dinheiros começou, os bajuladores, as queixinhas, as fofocas em fim uma luta sem campo de batalha, a cobiça pelo cargo regional de estatísticas tomou conta dos invejosos e da chefe do executivo provincial, que simulou um concurso publico fechado e restrito para o recrutamento de técnicos neste sector, mandando vir o seu perante estagiário de Luanda de acordo com a fonte que acompanha este processo.



Ponto a seguir, foi colocar a casca de banana no chão (entrevista manhã informativa da RNA) para o cidadão nacional da Lunda Tchokwe, Vicente Ihanza se estender de cumprido.




Informações desencontradas dizem que foi o Ministro que o exonerou compulsivamente sem consultar o Director Nacional de Estatísticas ou a Governadora da Lunda -Sul, por ter escutado a entrevista do técnico, outra fonte diz que não é bem assim, afinal foi a Governadora que procurava alguém de sua total confiança para o preenchimento do lugar e o controlo dos meios a disposição.



Afinal o ministro não exonera e nem nomea responsáveis a nível provincial de acordo com a lei, foi sim a Governadora e o Director Nacional de Estatísticas os responsáveis a este nível que gizaram o truque a de que foi o ministro, tudo para calar ou evitar que o técnico recorresse a decisão.



Outra fonte do Instituto Nacional de Estatísticas, diz que havia muita queixa por parte da entidade do executivo provincial da Lunda-Sul, á de que o técnico em causa não se apresentava com o atavio requerido para o desempenho daquela função, era confundido como de um funcionário básico se tratasse, mas não há razão para a exoneração do mesmo, a única razão é por ser um Lunda Tchokwe, situação idêntica esta agora acontecendo na empresa CATOCA, onde estão a substituir técnicos nacionais Lunda Tchokwes em funções de chefia por outros e de nacionalidade RUSSA ou BRASILEIROS.



Por SAMAJONE


A HIPOCRISIA DE UM JORNALISMO ALIMENTADO PELA GASOSA --- ( I )


A  HIPOCRISIA  DE UM JORNALISMO  ALIMENTADO  PELA  GASOSA --- ( I )






Não  tenho nada contra o jornalista que por ter fome e não saber como alimentar a sua família peça uma ajuda ao patrão para qual ele trabalha , num país  onde  uma boa parcela dos cidadãos chegam a ficar anos inteiros sem ordenado .


Quantos relações já se romperam , quantas famílias foram  destruídas e quantos maridos já não foram traídos  porque os tempos hoje são outros e já não há lugar para o amor com  barriga vazia ?


Mesmo se vivendo num país onde o roubo até compensa  logo que este  seja apoiado , garantido e  partilhado com algum membro deste   governo  cheio de corruptos e malabaristas bem refinados , o pedir um pedaço de pão ao patrão é sempre melhor do que roubar.


Para ser sincero  como angolano que sou ,  não tenho nenhum orgulho pela qualidade do nosso  jornalismo  se calhar por estar habituado á uma verdadeira imprensa livre , onde os jornalistas dizem  e escrevem o que pensam livres de qualquer censura.


Mas atenção , não quero com isto dizer que não temos bons jornalistas ,  o temos sim senhor . só que muitos vivem sob forte pressão  e quase permanentemente  com o coração nas mãos com receio de que mais um dos seus editoriais ou comentário poça ser mal interpretado pelo sistema  e isto constituir-se  em  mais um prego para o seu caixão.

Muito  embora  a vida dos  jornalistas  que não defendem  a linha editorial do regime esteja  constantemente em perigo , e nas mãos dos que mandam no país , mesmo assim ainda são muitos os  que  merecem o nosso respeito e admiração pela contribuição que têm dado  ao país.


É preciso saber diferenciar uns dos outros , não é difícil nos apercebermos  quais são os jornalistas prostitutos , sempre prontos á estender suas mãos para  a tradicional gasosa e quem são os seus clientes !


Muitos chegam á ser piores que prostitutas que na hora de fazerem  o sexo que nem se quer precisam de olhar para a cara do cliente , reparar se este tem dentes ou não , se tem ferida  não ou se cheira á esturro ou não.


Para  essas  o mais  importante é dar uma rápida  e despachá-lo  para dar  lugar ao próximo cliente  porque o que está em causa é facturar o mais rápido possível.


De igual modo se comportam alguns jornalistas , que na calada chamam de ladrão ao governante fulano de tal , e na hora quando precisam  de alguns  trocados para umas  viagens oferecem-se de peito aberto como voluntários para fabricarem  calunias contra  figuras  famosas da oposição.


Assim como há  outros que presenciaram verdadeiros crimes que custaram á vida  até mesmo de seus amigos do peito , mais na hora do noticiarário  são os  mesmo que aparecem na TV contrariando tudo e todos , misturando e embrulhando os factos  escondendo-se por detrás das ordens dadas e da gasosa garantida.


Eu conheço muitos mais por favor não me perguntem os seus nomes , quem acompanha a  imprensa intoxicante e nojenta  estatal angolana  os conhece tão bem , e sabe que não existe nenhuma diferença entre eles e as prostitutas  do antigo bairro operário ( B.O ) .


Arrepiam-me o corpo todo quando vejo na Tpa , jornalistas alguns até que vivem tão mal  , e nalguns casos  escaparam por pouco não perder á vida nas sabotagens nossas do dia á dia , a parabenizar  governantes criminosos.


Seria isto normal num país onde as pessoas ganham a sua vida honestamente , desinteressadas das gasosas e sem precisarem de trambiquices ou bajular para alcançarem os seus objectivos ?


Um jornalista como qualquer outro profissional , pode até errar  porque errar é humano , mais ser sincero é uma das maiores virtudes para dignificar o bom nome desta profissão.



Estar a vida inteira á vender  mentiras , ilusões e fazer propaganda  de um sistema tão criminoso como o nosso , como se isto fosse o mesmo que  oferecer  chocolates á crianças não é dignificante para nenhum jornalista  em qualquer deste mundo .

Há jornalistas que até para garantirem uns trocados simulam  conhecer  crimes  praticados  por um determinado recem nomeado  governante e entre portas e janelas faz chegar  a mensagem ao mesmo .


E  esse com medo de perder o lugar que geralmente só  se considera  aquecido depois de alguns assaltos aos cofres publico ,  acabar por fazer chegar o  dinheiro ao o suposto conhecedor de casos muitas vezes até  pouco relevantes para travar o boato ou impedir que o caso surja galopante para o facebook.



Há cenas arrepiantes nesta classe de gente ,  que  nem  passa pela cabeça de jornalistas que se habituaram  á  viver  do pouco que vão conseguindo  se calhar  graças á Deus ..



O que mais me revolta nisto tudo é a forma como o regime maltrata os jornalistas que se esforçam em ser honestos   imparciais e que ponham no papel   as suas próprias  ideias.


Esses são os primeiros á serem degolados e raptados por um sistema que nunca se sentiu na obrigação em explicar onde esconderam os corpos da Milocas , Ricardo de Melo , Savimbi , Nfulupinga e outros tantos cadáveres feitos prisioneiros.

Meu grande e único ódio mesmo embora respeitando as diferenças é o facto de  mesmo assim  ainda haver tanta gente defendendo a quantidade de lixo sonoro  passados  por jornalistas  na TPA , RN , JA  que mais não são do que o estrume  que alimentam  e ajudam o  crescimento  das  praticas criminosas do regime.


Fórum Livre Opinião & Justiça


Fernando Vumby

segunda-feira, 6 de maio de 2013

A FÓRMULA DOS 10% É CONHECIDA PELO POVO LUNDA TCHOKWE


A FÓRMULA DOS 10% É CONHECIDA PELO POVO LUNDA TCHOKWE

POR : PROF.N'GOLA KILUANGE




Cruzei-me com o Presidente do Movimnto do Protetorado da Lunda Tchokwe, José Mateus Zecamutchima , o qual tive a honra e o prazer de entrevistar . Conversamos sobre vários assuntos candentes da Nação Lunda Tchokwe.


Eis o conteudo da entrevista:


Em que ano foi criado o movimento do protetorado da Lunda Tchokwe?


RESPOSTA JOSÈ MATEUS ZECAMUTCHIMA (JMZ): Muito obrigado.

O aparecimento do movimento que reivindica os tratados de protectorado da Lunda Tchokwe de 1885/1894, não é uma obra de casualidade, nem é um capricho de um grupo de pessoas, é fruto da história do estado da Lunda criado por DEUS e organizado politicamente pelos nossos antepassados, é o resultado da luta secular do nosso povo contra a invasão e ocupação estrangeira, mormente Europeia, luta essa que forçou Portugal a celebração jurídica dos tais tratados de comércio e amizade entre 1885 á 1894, data do reconhecimento Internacional da questão da Lunda.


É também o resultado de vários movimentos reivindicativos iniciados entre 1904 á 1916 com as revoltas do povo Mbunda, Lutchaze, Lunda Ndembo, Nganguelas e Tchokwe na região do Moxico, a guerra do Luxico e Lunguena, entre Portugueses e Muene Quelendende, a Associação dos Tchokwe do Congo, Angola e Rodesia – ATCAR em 1951 na actual republica do Congo, cujo dirigentes mais tarde se aliaram ao MPLA, FNLA e UNITA, do fracassado movimento “KULIKUNGA” dos anos 90, da Associação para o Desenvolvimento do Leste de Angola – ATLA LESTE, cujo alguns dirigentes defendiam no seu intimo a questão da Lunda que, quando o MPLA se apercebeu, os corrompeu, oferecendo para alguns deles postos ministeriais, governadores etc, etc, portanto, nos anos 90 á 2000 muita coisa não podia ser divulgada, dada a situação politico militar de Angola por um lado e a guerra da FLEC em Cabinda por outro lado.


Como o Senhor Jornalista pode ver, não convinha naquele momento os Lundas aparecerem, seria catástrofe para este povo no geral. Finalmente a reorganização do Movimento do Protectorado tem início no ano de 2003, a nossa principal tarefa era a de mobilizar secretamente os intelectuais e o nosso povo no geral. Esta acção teve muitos êxitos, razão porque em 2007 deu-se o pontapé de saída publicamente com a entrega do Manifesto Reivindicativo em Agosto ao Presidente Angolano Eng.º José Eduardo dos Santos, a sociedade civil no geral, aos partidos políticos, ao corpo diplomático e a comunidade internacional, incluindo a União Africana, União Europeia, SADC, países da CPLP, a ONU e o Vaticano, portanto, existimos na práctica há mais de 10 anos (2003/2013).


.
O movimento fala muito sobre a defesa da autonomia da Lunda Tchokwe, queira ser mais específico?


RESPOSTA JMZ: Sr Jornalista, eu primeiro quero definir o que é o Protectorado, antes de especificar o tipo de Autonomia que estamos a defender diante do Governo Angolano. Como é do conhecimento do mundo jurídico e não só, o protectorado é uma ligação entre dois Estados independentes em que o mais forte obriga-se a defender o mais fraco através de condições acordadas que beneficiam as partes ou seja Tratados Bilaterais ou multilaterais de Amizade e Comércio, país protegido por acordo de interesse comum, aqui não há imposição, porque proteger alguém não é escravizar ou colonizar.


Dita por outras definições diríamos, o protectorado é um Estado Independente protegido por outro Estado mais forte, que assinou ou celebrou tratados de protecção, é representação externa por uma 2.ª potência – Por principio de, UTI POSSIDETIS JURIS, o direito derivado de posse que tem: princípio de intocabilidade de fronteiras Históricas, e por força do direito, do pleno direito, o protectorado Internacional, não se extingue unilateralmente, sem o consentimento doutras potências participantes do acto da sua celebração, sob pena a recurso ao Tribunal Internacional de Justiça.


De facto, aqui os Lundas têm todo o direito de reivindicar, e o prevaricador deve com humildade reconhecer sem demoras o direito reivindicativo.


O movimento do protectorado, já fez entrega a Magna Constituição da Autonomia da Lunda Tchokwe ao Presidente José Eduardo dos Santos, ao MPLA, a todos os Partidos Políticos, a comunidade Internacional e não só, contem as balizas específicas do tipo de autonomia que defendemos, Administrativo, Economico e Jurídico, bem próximo as Ilhas da Madeira, Açores e Escócia na Inglaterra.


Neste ponto devo dizer que, algumas pessoas bajuladoras próximas ao Presidente, emitem opiniões contrárias, as de que estamos a dividir ou a ocultar as nossas verdadeiras intenções, o presidente não esta a ver o ruma da história, ou lhe informam com verdade ou lhe mentem.


Qual a percentagem dos diamantes produzidos na Lunda? Em termos de receita bruta, quanto fica ai?


RESPOSTA JDM: Senhor Jornalista, este é um assunto que não tenho competência para me pronunciar, nós não estamos presentes onde o governo e mais de 167 Projectos Mineiros que Exploram os diamantes da Lunda estão, essa pergunta é para o regime do Presidente José Eduardo dos Santos, é ele que tem o poder sobre aquilo que sai da Lunda, é ele que tem domínio sobre as receitas brutas e as percentagens que deixa lá. No dia 9 de Março de 2012 em um comício no Dundo, o Presidente foi claro em dizer que os diamantes não serviam nem para a construção da estrada entre Xá-Muteba até o Dundo ou até o Luena.


Para o nosso movimento, a maior riqueza da Lunda Tchokwe é o nosso povo, a nossa terra, a fauna e a nossa flora.


Acha justo o montante da receita que recebem do Governo? Ou melhor ainda, chega para resolver os problemas sociais locais?


RESPOSTA JMZ: esta pergunta senhor Jornalista, remeto-a na minha resposta a pergunta anterior.

Recentemente, o Governo mostrou-se disposto a oferecer 10% `a Cabinda... das receitas do seu petróleo... 
Esta fórmula, seria aceitável para a Lunda?


RESPOSTA JMZ: Nós não precisamos de fórmulas de 10%, temos como prioridade das prioridades a AUTONOMIA da Nação Lunda Tchokwe, temos como prioridade das prioridades o diálogo urgente com governo do Presidente José Eduardo dos Santos. O MPLA nunca dará 10% a ninguém, é conversa de bastidores e para o inglês ver como se diz na gíria, não vamos perder tempo com aquilo que jamais irá acontecer.

A fórmula dos 10% é conhecida pelo povo Lunda Tchokwe, este regime, para mentir, aprovou por sua iniciativa o decreto executivo n.º30/2000 de 28 de Abril, atribuição de 10% das receitas brutas da venda de diamantes e outros benefícios para o desenvolvimento das 4 províncias, Kuando Kubango, Moxico, Lundas Sul e Norte, como pode observar a fórmula é antiga e nunca funcionou, talvez funcione agora com os nossos irmãos Cabindas, na Lunda não!..


... Porque é que até o momento 5 membros do movimento do protetorado da Lunda Tchokwe ainda continuam presos?


RESPOSTA JDM: Má-fé do regime do Presidente José Eduardo dos Santos, até a data 30 de Abril de 2013, passados 72 meses da vigência do Movimento Reivindicativo dos protetorados da Lunda Tchokwe, o Governo Angolano desde abril de 2009, raptou e colou nas cadeias mais de 40 membros Activistas, mas nunca veio a terreiro, por via da TPA, RNA, ANGOP ou do Jornal de Angola, a nos denunciar publicamente que, somos separatistas, conforme nos acusam nos gabinetes pelo grupo operativo de Inteligência da casa militar da Presidência da República que foi a responsável pelos raptos, a deturpação e mentiras nos processos, e um poder judiciário manietado é o resultado desta vergonha de manter os nossos membros, ainda hoje presos.

Má-fé do regime ditatorial, a resposta esta na Declaração Universal dos Direitos Humanos, no seu artigo 11º e o n.º 2 do artigo 7.º da Carta Africana.


Lamentavelmente devo denunciar que, para além dos 5 membros presos ilegalmente no Kakanda, em Luanda estão outros dois membros, em liberdade condicional sem um horizonte da solução da sua situação.


Por outro lado, no mês de Março do corrente, foram condenados na Lunda-Sul outros 16 membros por 90 dias de prisão efectiva e pagamento de cerca de 3000,00 mil dólares americanos. Estes membros foram acusados de vandalismo e estarem a se manifestarem na via pública, reivindicando a Autonomia da Nação Lunda Tchokwe.


As manifestações de solidariedade e apoio sobre a causa Lunda Tchokwe, vão continuar de acontecerem, por isso estamos a exigir o diálogo, é um desafio, aliás o próprio Presidente José Eduardo dos Santos reafirmou isso no seu discurso dia 27 de Março, no fórum Africano realizado em Luanda.


Navi Pillay, Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, esteve na Lunda e lamentou por não ter a oportunidade de encontrar-se com os membros do movimento, ainda presos no Kakanda... Sabe por quê?


RESPOSTA JDM: É triste a actitude do Governo Angolano, pela manipulação dos órgãos de justiça, manipulação de tudo e todos, até entidades estrangeiras das Nações Unidas.


A Lunda é a parte do mundo sem guerra, mas que continuam a morrer pessoas todos os dias, empresas de segurança privada matam quando quiser, viola-se os direitos humanos sem ninguém dizer nada. Nós esperávamos um encontro com a Sra Navi Pillay, mas o regime antecipou-se, ela perdeu a maior oportunidade para encostar o regime astucioso do Presidente José Eduardo dos Santos a parede.


Aquela alta responsável da ONU, foi ludibriada, não teve acesso nos blocos onde se encontrava os membros do movimento por vontade do regime, o regime impediu simplesmente, a sua visita teve lugar no Gabinete do Director da Penitenciaria da Kakanda somente e como visitante não teve outra alternativa, em casa alheia é o dono que manda, os regimes comunistas leninistas como o MPLA aplica muito bem este princípio.


Prof. Ngola Kiluange

New York-Manhattan


Chefe de redaçãoponto-final.net

Prof.kiluangenyc@yahoo.com

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Pillay não viu a realidade angolana – UNITA


Pillay não viu a realidade angolana – UNITA


Alta Comissária para os Direitos Humanos recusou avistar-se com partidos políticos, diz Adalberto da Costa Júnior.


Fonte: VOANEWS



A UNITA disse hoje que a  Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Navi Pillay, se recusou a encontrar com partidos da oposição, saindo de Angola com uma imagem totalmente falsa sobre a realidade dos direitos humanos no país.


Pillay visitou recentemente algumas zonas do país e avistou-se com representantes de organizações não-governamentais e com membros do governo, tendo afirmado à sua partida que o governo está empenhado em fazer respeitar os direitos humanos.



Disse contudo que continua a haver violações dos mesmos.


O chefe, em exercício da bancada parlamentar da UNITA, Adalberto da Costa Júnior disse a Voz da América que Navy Pillay só viu o que lhe deixaram ver pelo executivo angolano.



"Sai de Angola com uma imagem completamente falsa, foi lhe mostrado o que convinha e não levou daqui o que devia levar," disse.



Como exemplo do que diz, Adalberto Júnior falou da viagem de Navy Pillay á Lunda-Norte, onde a esperava um grupo de activistas cívicos, mas o encontro  não se efectivou.



Pillay "levada a visitar algumas cadeias na Lunda-Norte onde ela apenas encontrou algumas montagens não reais destas cadeias," disse Adalberto Júnior.



A Alta Comissaria da ONU não teve nenhum encontro com partidos políticos apesar da tentativa da UNITA, para o efeito.




"Nós solicitamos uma audiência com a Alta Comissária da ONU para os direitos humanos e foi nos dito que (ela) não encontraria nenhum partido político," disse o parlamentar da UNITA.



O actual líder do grupo parlamentar dos maninhos lamentou igualmente o facto da alta comissária da ONU não ter ido a Assembleia Nacional, para um debate sobre direitos humanos.



"Mesmo a nível da Assembleia Nacional não houve a oportunidade de estarmos num debate plural com tal signatária importante," acrescentou



“É preocupante que quanto mais os anos passam mais se restringe a liberdade de optar e de reunir, há angolanos que estão a desaparecer em função das suas opiniões, há direitos constitucionais que são negados com consequências sobre a vida, " disse Adalberto Júnior.


Fonte:VOANEWS

quinta-feira, 25 de abril de 2013

A EDUCAÇÃO E SAÚDE QUE O REGIME DE JES RESERVOU PARA A NAÇÃO LUNDA TCHOKWE


A EDUCAÇÃO E SAÚDE QUE O REGIME DE JES RESERVOU PARA A NAÇÃO LUNDA TCHOKWE












As imagens que se segue falam por si, é o retrato diário do que é o futuro reservado para a Nação Lunda Tchokwe pelo regime ditatorial do Presidente José Eduardo dos Santos.



A Lunda produz mais de 72,8% de todos os diamantes comercializados em Angola, e possui o 4º ou 3º Kimberlito do Mundo, não merece o tratamento que recebe de LUANDA.




O orçamento do Estado de 2009/2010 para aquela nação (Kuando Kubango, Moxico, Lunda Sul e Norte) foi de USD 428.409.705,21, muito inferior as receitas brutas de cerca de USD 800 milhões anuais de um par de Projectos Mineiros de senhores Generais, do MPLA e da família do Presidente da República.




O povo Lunda Tchokwe continuara a enfrentar essas injustiças, humilhações, penalizações, exploração massiva do seu solo, escravatura, sem direito a educação e saúde, dominação total e cruel do regime do Presidente JES. 




Sala de aulas lotadas com mais de 200 crianças por turma, e ainda a estrutura é de chapa de zingo. Crianças submetidas a temperaturas por cima dos 32ºC , outros ainda estudam debaixo de mangueiras com quadros improvisados conforme as fotografias.



Direito a educação e saúde não existe na Lunda, contrariando o discurso da Alta Comissaria da ONU para os direitos humanos Sra Navy Pillay que terminou visita de 3 dias em Angola, que elogiou como o Executivo de Luanda construiu escolas e hospitais.




Os assassinatos nas Lundas continuam silenciando seu povo, enquanto se açambarcam os diamantes em benefício do mandante e de alguns dos seus generais, a olhos nus da comunidade Internacional.




O  Lunda Tchokwe sabe, que ninguém vai dar-nos o que queremos, terá de lutar pelos seus direitos e aspirações. AFINAL A LUNDA ESTÁ AMORDAÇADA E A PRECISAR DE CADA UM DE NÓS.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

PRESIDENTE DO MOVIMENTO DO PROTECTORADO DA LUNDA TCHOKWE EM ENTREVISTA A RÁDIO VOZ DE AMÉRICA







Alta Comissária da ONU foi enganada na Lunda Norte, diz activista

Pillay não se reuniu com nenhum preso na visita a uma cadeia, acusa José Mateus  Zecamutchima


A visita da Alta Comissária da ONU Vany Pillay à Lunda Norte foi asperamente criticada por um activista que disse que a representante para os direitos humanos foi manipulada pelo governo angolano.




José Mateus Zecamutchima, presidente da Comissão do Protectorado da Lunda, disse que durante uma visita à cadeia de Cacanda na Lunda Norte Pillay não se tinha avistado com nenhum preso.



A Comissão do Protectorado da Lunda é uma organização que luta pela autonomia da região e vários dos seus membros estão presos naquele centro.


Zecamutchima disse que Pillay tinha sido levada ao gabinete do director da prisão.
“Não teve contacto com as pessoas que estão ali presas para ouvir de viva voz como são violados os direitos humanos nas lundas,” disse o dirigente daquela organização.



Zecamutchima disse que os reclusos estavam cientes de  que Pillay ia visitar a cadeia pois tinham sido informados disso pela própria direcção da cadeia.



Os activistas da Comissão do Protectorado das Lundas tinham preparado uma carta para entregar a Pillay mas isso não aconteceu.



“Fez-se uma encenação, “ disse Zecamutchima afirmando que as autoridades tinham colocado “duas senhoras no gabinete para dizerem que a cadeia de Cacanda é um modelo”.


“Na verdade a alta comissária não teve contacto com os reclusos nem muito menos com os activistas políticos do Movimento do Protectorado das Lundas,” acrescentou.



O dirigente desta organização disse estar ainda a tentar organizar um encontro com Pillay antes desta deixar Angola.

terça-feira, 23 de abril de 2013

ALEMÃES MONTAM SISTEMA ELECTRONICO DE ALTA PERFORMANCE DE ESCUTAS EM ANGOLA


ALEMÃES MONTAM SISTEMA ELECTRONICO DE ALTA PERFORMANCE DE ESCUTAS EM ANGOLA


Lisboa - O general António José Maria, chefe do Serviço de Inteligência e Segurança Militar (SISM) importou um sistema de escuta altamente sofisticado da Alemanha.  Técnicos alemães encontram-se já no país a montar o sistema, na base do Batalhão Técnico Operacional (BATOPE) do Cabo-Ledo.


Fonte: Club-k.net



Sob alçada do general José Maria


O sistema de vigilância electrónica, que inclui rastreamento de e-mails e comunicação por internet de figuras tidas como críticas ao regime deverá estar operacional nas próximas semanas.  O referido sistema montado é paralelo ao existente, gerido pelos Serviços de Inteligência e Segurança de Estado (SINSE) de Sebastião Martins, instalados no centro do Morro Bento em Luanda.



De acordo com conclusões de peritos na matéria, “o general Zé Maria passa assim a ter controlo directo sobre os actores civis, incluindo escutas de altos membros do MPLA, do governo e do exército que possam manifestar descontentamento em relação ao Presidente da República ou ao general Kopelipa, seu principal protector.”



Por sua vez, o general Manuel Vieira Dias “Kopelipa” criou também um sistema de inteligência paralelo ao oficial, com especialistas brasileiros, portugueses e russos que trabalham directamente para si. O sistema do chefe da Casa de Segurança do PR esta destinado a contornar o SISM, o SINSE e os Serviços de Inteligência Externa (SIE), cujos responsáveis despacham consigo. 



Em meados de 2011, o general António José Maria, foi à principal figura impulsionadora de uma aquisição de equipamentos adquiridos a partir de Israel, numa movimentação ao qual foram preteridos fornecedores chineses, inicialmente contactados para o efeito.



Há cerca de 4/5 anos, as autoridades previam transferir integralmente o BATOP, para um centro em Luanda (Calumbo), uma iniciativa que não foi avante, aparentemente por causa de desinteligências com os chineses contratados para construir e equipar as novas instalações.



O envolvimento da Inteligência Militar, nas ações de escutas advêm da sua experiência, que o levou adquirir meios eletrônicos que serviram  para intercepção, no passado,  das comunicações do falecido  líder da rebelião armada Jonas Savimbi,  a partir de uma base  que funcionava na Catumbela,  que na altura era dirigida pelo brigadeiro  “Alex”, um oficial oriundo da UNITA (desertou em 1993 a partir do Negage).

segunda-feira, 22 de abril de 2013

NAVI PILLAY, ALTA COMISSÁRIA DA ONU DOS DIREITOS HUMANOS, LUDIBRIADA NA CADEIA DA KAKANDA, LUNDA-NORTE



NAVI PILLAY, ALTA COMISSÁRIA DA ONU DOS DIREITOS HUMANOS, LUDIBRIADA NA CADEIA DA KAKANDA, LUNDA-NORTE








Lunda-Norte, 21 abr - A Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Navi Pillay, que realiza a sua primeira visita a Angola para se inteirar do estado dos direitos humanos em Angola e para analisar denúncias sobre violações dos direitos humanos.




Navi Pillay, deslocou-se hoje segunda-feira para a província da Lunda-Norte, palco de denúncias de casos de violações de direitos humanos na zona fronteiriça com a República Democrática do Congo e não só, Cuango, Cafunfo e ainda um punhado de Activistas do Movimento Politico do Protectorado da Lunda Tchokwe, estão ilegalmente presos na cadeia da Cacanda.




Na Lunda-Norte, Penitenciária da Cacanda, aquela alta responsável da ONU, foi ludibriada, não teve acesso nos blocos onde se encontra os reclusos, a sua visita teve lugar no Gabinete do Director da Penitenciaria e o bloco feminino, o regime do Presidente José Eduardo dos Santos, não deu a mínima possibilidade para que aquela entidade observasse vis-à-vis o que se passa na realidade.




NAVI PILLAY não teve acesso o interior da penitenciária, definitivamente não…




A ONU foi ludibriada na Lunda-Norte, e como vai sendo enganado por todos os cantos onde vão visitar, onde é semeada a violação constante dos direitos humanos. Esperamos que na conferência de imprensa a senhora NAVI PILLAY fale a verdade do que aconteceu hoje aqui na Cacanda.




A Alta Comissária coordena as actividades e supervisiona o funcionamento do Concelho dos Direitos Humanos, baseado em Genebra, do qual Angola é parte desde 2007, onde este último continua a violar este direito fundamental dos cidadãos.




Em 2012, o Movimento do Protectorado da Lunda Tchokwe fez entrada de uma carta a esta entidade da ONU sobre a violação dos direitos humanos na Lunda Tchokwe no geral e aos membros do movimento reivindicativo da Autonomia em particular. A Amnistia Internacional e a HWR têm publicado ao longo dos últimos anos vários relatórios sobre as violações na Lunda Tchokwe incluindo os activistas do movimento reivindicativo do protectorado.




NAVI PILLAY perdeu a maior oportunidade para encostar o regime de JES na parede, porque os relatórios que vai recebendo serão pintados da melhor cor do direito democrático do regime de Angola…




Por Samajone no Dundo, 15 horas do dia 21 de Abril de 2013.