GOVERNO ANGOLANO NÃO SABE COMO RESPONDER A USURPAÇÃO QUE FEZ DA NÃÇÃO LUNDA TCHOKWE.

HÁ MAIS DE 229 DIAS (EM 2013/2014), O MOVIMENTO DO PROTECTORADO, ENTREGOU UM DOSSIER AOS ORGÃOS DE SOBERANIA COM CARACTER AUTONOMO DO ESTADO ANGOLANO: PRESIDENCIA DA REPÚBLICA (PODER EXECUTIVO), ASSEMBLEIA NACIONAL (PODER LEGISLATIVO - MPLA, UNITA, CASA-CE, PRS E FNLA) E OS TRIBUNAIS (PODER JUDICIARIO - TS, PGR, TC E PROVEDOR DE JUSTIÇA), PARA SE PRONUNCIAREM SOBRE A QUESTÃO LUNDA TCHOKWE 1885-1894/2014 A SUA AUTODETERMINAÇÃO, NENHUM ORGÃO AINDA SE PRONUNCIOU, QUEM CALA CONSENTE, A NOSSA LUTA É JUSTA, AS NOSSAS ACÇÕES SÃO LEGAIS…

quarta-feira, 27 de Outubro de 2010

CONFERÊNCIA SOBRE DIREITOS HUMANOS EM ANGOLA, RDC, CONGO BRAZZAVILLE E GABÃO, INICIOU HOJE EM LUANDA



A capital angolana capitaliza as atenções dos defensores dos direitos humanos, a partir Hoje dia 27 até 29 de Outubro de 2010.

A Fundação “ Open Society-Angola” promove de 27 a 29 deste mês, nesta cidade, uma conferência destinada a debates e troca de experiências entre as ONG da sub-região.

“ Os direitos humanos e o desenvolvimento sustentável” é o lema desta conferência Regional, que é a terceira do género organizada pela ONG.

O certame congrega representantes de quatro países ( Angola, RDC, Congo Brazaville e Gabão).

Como painéis do encontro figuram questões ligadas ao contexto dos direitos humanos nestes países.

“ O direito à cidadania e a livre circulação, segurança pública e direitos humanos na Sub-Região” vão ser também discutidos pelos participantes.

Fazem ainda parte da agenda de trabalhos temas como “Recursos Naturais Transfronteiriços e o Direito ao Desenvolvimento”, “Impacto Ambiental da Extracção dos Recursos Naturais” e “A Liberdade de Imprensa, de Manifestação e de Reunião”.

Todas as sessões de trabalho vão contar com a intervenção de um representante (executivo, académico, comunicador ou perito) de cada um dos quatro países.

O resultado esperado é ver os Governos da sub-região (Congo Brazaville, RDC, Gabão e Angola) a implementarem politicas que visem reforçar a promoção dos direitos humanos, transparecer a gestão dos recursos naturais com a finalidade de promover o desenvolvimento sustentável equitativo.

A protecção de mulheres e crianças, a segurança humana e a questão da cidadania e livre circulação de cidadãos, constam, entre outros, os objectivos preconizados pelos organizadores.

OCCDH coordena 25 organizações da sociedade civil angolana que desenvolvem actividades no âmbito de Direitos humanos em Angola. Por seu turno, A FOS-A financia e implementa projectos filantrópicos e tem por missão a promoção de uma sociedade aberta (Com justiça social, democracia , transparência) e respeito pelos direitos humanos.